Mar.iana lança álbum de estreia: canções de amor e de mar

Em seu disco de estreia, “AMAR”, a cantora Mar.iana mostra sua “pop praia good vibes verdadeiro”, com direito a faixa inédita que Nando Reis compôs pra ela

  

Mar.iana chega dizendo “tchau”. E faz todo o sentido que seja assim. “tchau, baby!”, canção que abre seu disco de estreia, “AMAR” (Universal Music), é a despedida de uma experiência dolorosa do passado para que ela ressurja como se mostra no álbum: alegre, positiva, vibrante, solar. São 13 faixas, quase todas compostas por ela com parceiros — entre as que não levam sua assinatura, há uma que ganhou de presente de ninguém menos que Nando Reis.

 

Ouça o álbum: https://umusicbrazil.lnk.to/Amar

 

Com exceção de “passarinho”, de Nando, e “sorte sua”, que Mar.iana já trazia consigo há algum tempo, todas as canções foram feitas especialmente para o projeto. Elas nasceram de um camping, ou seja, de uma reunião de compositores com o objetivo de produzir intensamente.

 

— Foram três dias numa casa no Rio e três dias numa casa em São Paulo — conta Mar.iana, que esteve presente e participando do processo todo o tempo. — Nossa meta era escrever 24 músicas. Acabamos fazendo 25 em cada encontro, ou seja, 50 no total.

 

O destaque fica para a faixa “pra onde vai o amor”, com a participaçao de Nanno, que ganhou um videoclipe. Mar.iana assina a direção do curta ao lado de Cauê Tarnowski, assim com o roteiro, com Gabriela Azevedo e também a edição com Crazy J e Cauê.

 

Assista ao clipe de “pra onde vai o amor”: https://youtu.be/CFWvwC0LQ-g

 

Sobre o álbum


“tchau, baby!” foi a primeira canção a ser escrita no primeiro dia. Não é mera coincidência que ela tenha sido escolhida para abrir o disco. Mar.iana a vê como uma espécie de expurgo, uma composição necessária para zerar o passado e abrir os caminhos para “AMAR”.

 

— É uma música muito especial, porque representa a mudança de chave na minha vida, a marca da saída de um relacionamento onde eu não me encontrava mais — explica a cantora. — E sinto que, para chegar aqui, eu tinha que atravessar aquilo e escrever “tchau, baby!”. Depois dela, todas as músicas vieram.

 

Não há peso em “tchau, baby!”, pelo contrário. Desde seus primeiros segundos, ela se mostra um pop colorido, que alivia o peso de versos como “Quanto mais eu te pertencia/Menos pertencia a mim mesma”. Ao mesmo tempo, se afina ao tom de superação presente na própria letra, como quando ela canta “Agora eu me refiz, inteira”. No último instante da gravação, Mar.iana ri e não deixa dúvidas de para onde aponta seu disco.

 

— Eu queria mostrar essa mulher que me tornei, minha melhor versão, tudo que está ali eu vivi e acredito — afirma Mar.iana. — Quem ouve o álbum me conhece inteira. É um disco sobre o amor, por nós mesmos e pelo outro.

 

Para transmitir o amor, Mar.iana buscou, com o produtor Paul Ralphes, uma sonoridade que define como “pop praia good vibes verdadeiro”. Uma definição aberta, mas que se entende com precisão conforme as canções vão se sucedendo. Ou quando se sabe que uma referência central para ela é o cantor e compositor gaúcho Armandinho, e seus pares de geração são o também gaúcho Vitor Kley e o trio niteroiense Melim.

 

A sonoridade do álbum foi nascendo já no processo de composição. Mar.iana conta que nenhuma das faixas foi pensada a partir de um beat ou de qualquer elemento eletrônico, mas sim sobre o violão ou o piano. No disco, a banda é formada por Paul Ralphes (bateria, percussão, guitarra, teclados), Gabriel Salles (bateria, teclados), Felipe Bade (violão, guitarra) e Rodrigo Tavares (teclados, baixo). Duas faixas trazem reforços: Felipe Pacheco faz as cordas em “tá tudo bem”; e Sebastião Reis, filho de Nando, toca violão em “passarinho”, de seu pai.

 

Depois do riso que encerra “tchau, baby!”“vida leve” (com participação do trio Big Up) vem como uma carta de intenções sobre como a existência deve ser aproveitada: “Ilumina e deixa iluminar”. O recado atravessa o disco, e aparece em canções como “tá tudo bem” (“O que não tiver bom se acerta/Felicidade não tem pressa”).

 

Os diferentes momentos e situações das relações amorosas são o tema central de “AMAR”. “sorte sua” é a cantada para que o relacionamento mude de status (“Perdendo tempo de chamar minha mãe de sogra”). “pra já” é a paixão plena, realizada e leve, alegria pura. “pista de dança”, que cita Cazuza, fala do desejo de ter a pessoa que não se tem.

 

Feita em 20 minutos no camping, como nota Mar.iana, “tá tudo bem” é sobre a maturidade de entender o fim do relacionamento. O tema da separação — ora mais sereno, ora mais sofrido — está em outras faixas, como “pra onde vai o amor” (com participação de Nanno), “tô indo embora” e “que pena”.

 

Depois de atravessar dramas e alegrias da relação amorosa, a reta final do disco reafirma de maneira ainda mais nítida seu desejo de se elevar do chão, levada pela brisa da beira-mar. Hora de olhar para si. “de boa” descreve aqueles dias em que se quer simplesmente não fazer nada, na “vibe tipo moletom e Netflix”. “vista pro mar” é o momento “tô de bem comigo”. “passarinho” usa o animal como metáfora de liberdade e crescimento. Por fim, “borboleta azul” é descrita por Mar.iana como um mantra.

 

— Desde criança, é minha borboleta preferida. Vê-las me deixa alegre — conta Mar.iana. —   A música é um mantra, transmite paz. Me imagino navegando pelo oceano que há no meu nome, e a borboleta aparece para me guiar pelo caminho certo.

 

AMAR – tracklist

 

  1. tchau, baby!
  2. vida leve – part. big up
  3. sorte sua
  4. pra já
  5. pista de dança
  6. pra onde vai o amor – part. Nanno
  7. tô indo embora
  8. tá tudo bem
  9. que pena
  10. de boa
  11. vista pro mar
  12. passarinho
  13. borboleta azul

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações: Assessoria de Imprensa | Mar.iana
Perfexx Assessoria | www.perfexx.com.br 

#SIGA NO INSTAGRAM
Em 26/002/1991, há exatamente 35 anos atrás era lançado o 9° álbum de estúdio da banda Motörhead @officialmotorhead “1916”.

Integrantes:

Lemmy Kilmister (vocals, bass)
Phil “Wizzö” Campbell (guitars)
Michael “Würzel” Burston (guitars)
Phil “Philthy Animal” Taylor (drums)
Additional musicians: James Hoskins (cello)

Track list:

	1.	The One To Sing The Blues
	2.	I’m So Bad (Baby I Don’t Care)
	3.	No Voices In The Sky
	4.	Going To Brazil
	5.	Nightmare/The Dreamtime
	6.	Love Me Forever
	7.	Angel City
	8.	Make My Day
	9.	Ramones
	10.	Shut You Down
	11.	1916

#motorhead #1916 #lemmykilmister #philcampbell #wurzel
Em 26/02/1988, há exatamente 38 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos o filme Bloodsport, em português O Grande Dragão Branco.

Estrelado por Jean-Claude Van Damme @jcvd 

Filmaço de ação 

#bloodsport #boomerangmusic #ograndedragaobranco
Em 26/02/1988, há exatamente 38 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos o eletrizante trailer Frantic, em português Busca Frenética.

Dirigido por Roman Polanski e estrelado por Harrison Ford e Emmanuelle Seigner. A trilha sonora é de Ennio Morricone.

Filmaço de suspense.

#buscafrenetica #frantic #boomerangmusic
Hoje, 26/02, é aniversário do cantor e compositor Michael Bolton @michaelbolton que completa 73 anos 

#michaelbolton #happybirthday #boomerangmusic
Na próxima sexta, 27/02, vai rolar o show da banda Living Colour @livingcolourofficial no Tokio Marine Hall @tokiomarinehall

A tour "The Best Of 40 Years", celebra a trajetória da banda formada em Nova Iorque, nos Estados Unidos em 1984.

O Living Colour é formado por

COREY GLOVER @coreyglover - vocais
VERNON REID @vurnt22 - guitarras
DOUG WIMBISH - baixo
WILLIAM CALHOUN - bateria

Abertura da casa: 20h
Banda de abertura - Madzilla: 20:50
Living Colour: 22h

SET LIST 

Glamour Boys
Memories Can’t Wait
Leave It Alone
Desperate People
Ignorance Is Bliss
Go Away
Funny Vibe
Bi
Open Letter (To A Landlord)
Drum Solo
This Is The Life
Nothingness
Doug Wimbish Solo Spot
Love Rears Its Ugly Head
Pride
Type
Cult Of Personality

Bis:

Solace Of You
Time’s Up
Middle Man

Realização @toplinkmusic 

#toplinkmusic #livingcolour #thebestof40years #boomerangmusic
Em 25/02/1985, há exatamente 41 anos atrás era lançado o 2° álbum de estúdio da banda Tears For Fears @tearsforfearsmusic "Songs From The Big Chair".

Tears for Fears

Roland Orzabal – vocals, keyboards, guitars (all but 5), synth bass (1), LinnDrum programming (1), grand piano (5)
Curt Smith – vocals, bass guitar (2, 4-7), synth bass (3)[15]
Ian Stanley – keyboards, LinnDrum programming, arrangements (8)
Manny Elias – drums (2–7), drum arrangement (2)

Tracklist

1.Shout
2.The Working Hour
3.Everybody Wants to Rule the World
4.Mothers Talk
5.I Believe
6.Broken
7.Head Over Heals/Broken
8.Listen

#Tearsforfears #songsfromthebigchair
Hoje, 25/02, é aniversário do saudoso cantor e compositor George Harrison @georgeharrisonofficial que completaria 83 anos.

Ex-integrante da banda The Beatles @thebeatles 

Falecido em 29/11/2001.

#georgeharrison #thebeatles #happybirthday
Em 25/02/1992, há exatamente 34 anos atrás era lançado o 6° álbum de estúdio da banda Pantera “Vulgar Display Of Power”.

Integrantes:

Phil Anselmo (vocals)
Diamond Darrell (guitars)
Rex (bass)
Vinnie Paul (drums)

Track list:

	1.	Mouth For War
	2.	A New Level
	3.	Walk
	4.	Fucking Hostile
	5.	This Love
	6.	Rise
	7.	No Good (Attack The Radical)
	8.	Live In A Hole
	9.	Regular People (Conceit)
	10.	By Demons Be Driven
	11.	Hollow

#pantera #panteraband #philanselmo #dimegagdarrell #vulgardisplayofpower