“Porta do Meu Peito” é o primeiro EP solo de Haynna

Projeto abre caminhos para a subjetividade criadora da artista – essa que é uma mulher preta, nordestina e periférica – que chega se autoafirmando e invocando a sua ancestralidade

 

Ouça aqui: https://www.youtube.com/playlist?list=PLAQD8vORlBcSWWE2Qq8BSgxlP3ZVBJj8D

 

Preta, nordestina, periférica, cantora, compositora, intérprete e produtora cultural piauiense, Haynna estreia sua carreira solo com o EP “Porta do Meu Peito”. O projeto abre caminhos para a subjetividade criadora da artista que chega se autoafirmando e invocando a sua ancestralidade. “Eu me senti encorajada a gravar esse trabalho porque estava muito animada com a possibilidade de me reconectar, de criar livremente, de trabalhar com autonomia, de descobrir novos sons, com a importância da interseccionalidade da música preta contemporânea, ou seja, uma criação de imaginários onde eu me sentisse segura para cantar, produzir o que eu quisesse e sentisse, trazer referências pretas e o prazer de trabalhar coletivamente para essa obra nascer”.  Produzido por ela e Ricelly Lopez, conta com as participações de Lídia Dallet, Realleza, Ana Bea e Débora Valente: “amigas, negras, cantoras, produtoras, artistas independentes e pessoas com quem tive boas trocas afetivas”.

 

As misturas de R&B, soul, lofi e blues, marcas do EP, dão no que Haynna chama de soulfrência – sofrência estilizada no universo da música negra jazzística. “Esses gêneros são pretos, são ancestrais, são nossa marca. Então, brancos, não se esqueçam disso. Digo isso referenciando o que Baco Exu do Blues canta: “Tudo que quando era preto era do demônio e depois virou branco, foi aceito eu vou chamar de blues. É isso, entenda, Jesus é blues”.

 

Somam no time realizador, Ricelly Lopes (guitarra e synth), Dani da Silva (teclado), Rhayane Mayara (beatmaker), Savina Alves (contrabaixo), Jhonata Pikeno (bateria), Lucas Ramalho (percussão), Lídia Dallet (vocais), Felipe Phyre (masterização), Petbob e Tap Sounds (mixagem).

 

O single que dá nome ao disco – e aqui ganha destaque – tem coautoria da rapper brasiliense Lídia Dallet: “Uma grande artista, uma divindade pra mim, criadora do estilo musical Ceilândia Latin Jazz, ela trouxe a poesia de uma forma bem envolvente, energética, amorosa, afetuosa, a cereja do bolo que essa black music contemporânea precisava”. A música foi composta para a esposa de Haynna, Aisla. “Ela fala do nosso encontro, da potência que é duas mulheres negras juntas, nosso amor, a saudade que sinto dela quando ela não está comigo”, comenta. O visualizer que foi dirigido por Filipe Duque e gravado na Sala 15. Os azulejos da locação contribuem para figurar um espaço idílico onde Haynna é uma sereia à espera de seu amor.

 

“O EP traz a porta do peito aberta em um período pandêmico, de muitas perdas, muitos recomeços, sentimento de reapropriação, de resistir artisticamente a um momento político difícil do país. No meio disso tudo eu quis falar de arte, quis me redescobrir, me desafiar. Então, do começo ao fim, é sobre sentir, refletir, deixar ir, amar, continuar artista mesmo no meio desse caos”.

 

“Porta do Meu Peito” é, afinal, uma experiência feita para celebrar brasilidades e o afrofuturismo. As influências vão de Tim Maia, Cassiano, Marcia Maria, Elza Soares e Sandra de Sá até Liniker, Tuyo, Youn, Gavi, Ellen Oléria, Xênia, Luedji Luna, Urias, Jadsa, Tássia Reis, Tulipa Ruiz e muito mais.

 

SOBRE HAYNNA


Haynna é mulher preta, nordestina, periférica, cantora, compositora, intérprete e produtora cultural piauiense. Radicada em Samambaia, Região Administrativa de Brasília, Distrito Federal (DF), é vocalista e linha de frente da banda Haynna e Os Verdes. Em 2018, lançou com o grupo o disco indicado ao Prêmio Profissionais da Música 2019 nas categorias “Melhor Intérprete de Rock” e “Melhor Intérprete de Blues”, finalista nesta última. É idealizadora do Festival Haynna e Os Verdes e destaque na cena musical do DF por ser uma agente cultural que presta relevante contribuição ao desenvolvimento artístico e cultural e à projeção de artistas negres e LGBTQIAP+, à ocupação dos espaços públicos, à descentralização da cultura, à arte independente e suas constantes transformações. Por essas contribuições, em 2018 recebeu o Prêmio Equidade de Gêneros na Cultura. Em 2020, foi premiada com o Cultura Brasília 60 e, em 2021, com o Prêmio LGBTQIAP+.

 

A artista atualmente dedica-se ao lançamento do seu primeiro EP “Porta do Meu Peito”, marcando, assim, o seu projeto solo.

 

 

 

 

 

 

 

Com informações: Assessoria Bianco

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Living Colour @livingcolourofficial 

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Tokio Marine Hall @tokiomarinehall 

Realização @toplinkmusic 

#livingcolour #boomerangmusic
Em 27/02/1987, há exatamente 39 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos, o filme de drama Some Kind Of Wonderful, em português Alguém Muito Especial.

Dirigido por Howard Deutch e escrito e produzido por John Hughes.

No elenco Lea Thompson @lea_thompson Mary Stuart Materson @marystuartmasterson Eric Stolz e grande elenco.

Filmão que fez grande sucesso no Brasil e na Sessão da Tarde.

#somekindofwonderful #alguémmuitoespecial #boomerangmusic
Em 27/02/1984, há exatamente 42 anos atrás era lançado o 11° album de estúdio da banda Queen @officialqueenmusic "The Works".

Happy 42nd anniversary to Queen eleventh studio album “The Works” released on February 27th 1984.

Integrantes:

Freddie Mercury (vocals, keys)
Brian May (guitars)
John Deacon (bass)
Roger Taylor (drums)
Additional musicians: Fred Mandel, Mack (keys)

Track list:

	1.	Radio Ga Ga
	2.	Tear It Up
	3.	It’s A Hard Life
	4.	Man On The Prowl
	5.	Machines (Back To Humans)
	6.	I Want To Break Free
	7.	Keep Passing The Open Windows
	8.	Hammer To Fall
	9.	Is This The World We Created...?

#queenband #theworks #freddiemercury #brianmay #rogertaylor
Em 26/02/1991, há exatamente 35 anos atrás era lançado o 9° álbum de estúdio da banda Motörhead @officialmotorhead “1916”.

Integrantes:

Lemmy Kilmister (vocals, bass)
Phil “Wizzö” Campbell (guitars)
Michael “Würzel” Burston (guitars)
Phil “Philthy Animal” Taylor (drums)
Additional musicians: James Hoskins (cello)

Track list:

	1.	The One To Sing The Blues
	2.	I’m So Bad (Baby I Don’t Care)
	3.	No Voices In The Sky
	4.	Going To Brazil
	5.	Nightmare/The Dreamtime
	6.	Love Me Forever
	7.	Angel City
	8.	Make My Day
	9.	Ramones
	10.	Shut You Down
	11.	1916

#motorhead #1916 #lemmykilmister #philcampbell #wurzel
Em 26/02/1988, há exatamente 38 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos o filme Bloodsport, em português O Grande Dragão Branco.

Estrelado por Jean-Claude Van Damme @jcvd 

Filmaço de ação 

#bloodsport #boomerangmusic #ograndedragaobranco
Em 26/02/1988, há exatamente 38 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos o eletrizante trailer Frantic, em português Busca Frenética.

Dirigido por Roman Polanski e estrelado por Harrison Ford e Emmanuelle Seigner. A trilha sonora é de Ennio Morricone.

Filmaço de suspense.

#buscafrenetica #frantic #boomerangmusic
Hoje, 26/02, é aniversário do cantor e compositor Michael Bolton @michaelbolton que completa 73 anos 

#michaelbolton #happybirthday #boomerangmusic
Na próxima sexta, 27/02, vai rolar o show da banda Living Colour @livingcolourofficial no Tokio Marine Hall @tokiomarinehall

A tour "The Best Of 40 Years", celebra a trajetória da banda formada em Nova Iorque, nos Estados Unidos em 1984.

O Living Colour é formado por

COREY GLOVER @coreyglover - vocais
VERNON REID @vurnt22 - guitarras
DOUG WIMBISH - baixo
WILLIAM CALHOUN - bateria

Abertura da casa: 20h
Banda de abertura - Madzilla: 20:50
Living Colour: 22h

SET LIST 

Glamour Boys
Memories Can’t Wait
Leave It Alone
Desperate People
Ignorance Is Bliss
Go Away
Funny Vibe
Bi
Open Letter (To A Landlord)
Drum Solo
This Is The Life
Nothingness
Doug Wimbish Solo Spot
Love Rears Its Ugly Head
Pride
Type
Cult Of Personality

Bis:

Solace Of You
Time’s Up
Middle Man

Realização @toplinkmusic 

#toplinkmusic #livingcolour #thebestof40years #boomerangmusic