Seu Jorge lança “The Other Side”, álbum desenvolvido ao longo de 16 anos com Mario Caldato Jr.

Entre arranjos orquestrais assinados por Miguel Atwood-Ferguson e colaborações com Marisa Monte, Maria Rita, Beck e Zap Mama, Seu Jorge apresenta seu projeto mais ambicioso

 

Gravado em sua totalidade no estúdio MCJ, do produtor Mario Caldato Jr., nos Estados Unidos, “The Other Side” carrega uma dimensão simbólica importante: a de um álbum brasileiro concebido em território internacional

 

“Talvez esse seja o disco que melhor explique o que é o Seu Jorge” (Seu Jorge)

 

“Em termos de música, de cuidado, de tempo dedicado… eu tenho certeza de que é o melhor trabalho que já fiz.” (Seu Jorge)

 

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Após uma jornada criativa que atravessa mais de uma década e meia, o cantor, compositor e multi-instrumentista Seu Jorge apresenta ao mundo “The Other Side”, o projeto mais ambicioso de sua carreira internacional. Com lançamento mundial marcado para esta sexta-feira (8 de maio), o álbum reúne 11 faixas e traduz um novo capítulo em sua trajetória artística, revelando um território sonoro marcado por arranjos orquestrais, atmosferas cinematográficas e uma abordagem mais contemplativa da música brasileira. No Brasil, o primeiro single de trabalho será “Quando Chego”, faixa inédita em parceria com Marisa Monte, enquanto nos Estados Unidos e Europa o lançamento é impulsionado por “Girl You Move Me”, originalmente gravada pela banda canadense Cane And Able.

 

Idealizado a partir de 2009, o disco nasce de um desejo íntimo de experimentação. “Eu estava buscando uma sonoridade diferente, mais calma, um som brasileiro que convidasse as pessoas a refletirem sobre as letras e melodias”, afirma Seu Jorge. Conhecido por sua trajetória que transita entre o samba, o funk e a MPB, Seu Jorge mergulha aqui em um universo que dialoga com o jazz, a bossa nova e a música sinfônica, expandindo os limites de sua própria linguagem.

 

Mais do que uma mudança estética, “The Other Side” representa também um exercício de tempo e maturidade. “Esse disco representa, acima de tudo, paciência… uma paciência muito grande de não ceder ao impulso de lançar antes da hora, de esperar até ele realmente estar pronto”, reflete. Gravado em etapas entre 2009 e 2018, o projeto foi desenvolvido com calma e profundidade, permitindo que cada escolha artística amadurecesse ao longo dos anos.

 

A origem do álbum remonta a um momento de sensibilidade captado pelo produtor Mario Caldato Jr., parceiro de longa data de Seu Jorge e responsável pela produção de seu álbum de estreia, “Samba Esporte Fino” (2001). A colaboração entre os dois atravessa décadas e é parte fundamental da construção estética do artista.

 

“Não é sempre que você encontra uma voz e um talento tão vibrantes e poderosos quanto os do Seu Jorge. Foi isso que senti em 1999, quando o conheci em Los Angeles”, relembra Caldato. “Desde então, nossa amizade e admiração só cresceram, permitindo que criássemos música juntos com total liberdade.” “Este álbum nasceu quando gravei Jorge tocando uma versão simples de ‘Girl You Move Me’, em voz e violão. A performance era tão sensível e dinâmica que me emocionou profundamente”, completa. A partir desse registro, surgiu a ideia de expandir aquela atmosfera íntima para um universo orquestral, com arranjos assinados por Miguel Atwood-Ferguson, parceiro fundamental desde o início do projeto.

 

“Eu compartilhei algumas ideias com Miguel, e ele entendeu perfeitamente, criando arranjos que elevaram a música a uma dimensão mais sofisticada e luxuosa”, completa Caldato. Esse movimento deu origem à estética central do álbum: uma experiência sonora imersiva, onde cada faixa se constrói como uma narrativa sensorial.

 

“Desde a primeira gravação, ficou claro que esse disco tinha um caráter cinematográfico”, explica Seu Jorge. “A ideia de que essas músicas poderiam existir dentro de um filme ajudou a definir todo o caminho do álbum.” O resultado é uma obra que dialoga com referências clássicas da música brasileira e internacional, evocando nomes como Milton Nascimento, os irmãos Borges e Arthur Verocai, além da sofisticação de arranjadores ligados à tradição da bossa nova. Com sua voz grave e aveludada, Seu Jorge conduz o ouvinte por um repertório que revisita joias da MPB, inspirado também pelo catálogo do selo alemão ECM Records e pelos arranjos de Claus Ogerman, maestro que trabalhou com Tom Jobim e João Gilberto.

 

Gravado integralmente no estúdio MCJ, de Mario Caldato Jr., em Los Angeles – base da Amor in Sound, gravadora e espaço criativo comandado por Mário e Samantha Caldato -, “The Other Side” também carrega uma dimensão simbólica importante: a de um álbum brasileiro concebido em território internacional. Ao mesmo tempo, o projeto ocupa um lugar especial na trajetória do estúdio, consolidando-se como uma de suas obras mais centrais em termos artísticos e conceituais. “Era muito marcante para nós fazer um disco de música brasileira nos Estados Unidos. Não como uma forma de descaracterizar, mas de ampliar essa conversa com o mundo”, afirma o artista. “A cultura é uma ferramenta poderosa, e entender como a música brasileira pode dialogar com outras estruturas foi parte fundamental desse processo.”

 

O projeto reúne ainda colaborações especiais que ampliam essa proposta estética. Entre elas, está o dueto com Maria Rita em “Vento de Maio”, eternizada nas vozes de Lô Borges e Elis Regina, canção que carrega uma forte conexão com a tradição da música mineira. Já o encontro com o artista estadunidense vencedor do Grammy® Beck acontece em uma releitura de “River Man”, do britânico Nick Drake, reforçando o caráter internacional do trabalho. O álbum conta ainda com a participação especial do coletivo belga Zap Mama, fundado pela artista nascida na República Democrática do Congo, em “Far From The Sea”, ampliando a diversidade de influências e texturas sonoras do trabalho.

 

Um dos momentos mais marcantes do “The Other Side”, no entanto, é “Quando Chego”, uma composição em parceria com Marisa Monte e Arnaldo Antunes. A canção, que surge de um encontro espontâneo entre Marisa e Jorge, sintetiza a essência do projeto. “Marisa e Arnaldo representam sofisticação, precisão, cuidado. Eles são grandes referências para mim, não só artisticamente, mas na forma de pensar e construir uma carreira”, destaca Seu Jorge.

 

A presença de Marisa Monte no álbum não é apenas simbólica, mas estrutural. “Em muitos momentos, eu pensava: ‘se fosse a Marisa, o que ela faria aqui?’”, revela. “Isso me ajudou a simplificar ideias, a buscar mais essência.”

 

Além das participações, o disco se constrói a partir de um processo coletivo intenso, envolvendo músicos que fazem parte da carreira do artista há anos, como Pretinho da Serrinha, Adriano Trindade, Rodrigo Tavares, Cidão Santos, Fernando Vidal, Claudio Andrade e outros colaboradores como o guitarrista francês Michael Valeanu, que contribuíram para a riqueza sonora do projeto. Ao longo do álbum, Seu Jorge também assina execuções instrumentais em diferentes faixas, tocando violão e percussão, além de saxofone na faixa “Beleza Bárbara”, reforçando seu papel como multi-instrumentista na construção da obra. “Esse é um álbum feito por muitas mãos, com muita troca, muita escuta e muita liberdade criativa”, resume.

 

Para Mario Caldato Jr., o resultado é singular: “Quando chegou o momento da mixagem, tudo fluiu de forma muito natural. O álbum se revelou e se completou de maneira magnífica. Para mim, é um disco atemporal”.

 

Com “The Other Side”, Seu Jorge não apenas apresenta um novo capítulo de sua carreira, mas também amplia o alcance da música brasileira no cenário global. “Talvez esse seja o disco que melhor explique o que é o Seu Jorge”, reflete o artista. “Em termos de música, de cuidado, de tempo dedicado… eu tenho certeza de que é o melhor trabalho que já fiz.”

 

Lançado pela Amor in Sound, Black Service e Phonomotor Records, com distribuição global pela The Orchard, o álbum chega como uma obra de maturidade artística, construída com rigor, sensibilidade e visão.

 

TRACKLIST DE “THE OTHER SIDE”:

 

  1. Crença (Milton Nascimento/Marcio Borges)
  2. Vento de Maio feat. Maria Rita (Marcio Borges/Telo Borges)
  3. Girl You Move Me (Frenchie Thompson)
  4. Luz na Escuridão (Cezar Mendes/Capinan)
  5. Caboclo (Arthur Verocai/Vitor Martins)
  6. Folia de Amor (Mariana Bergel/William Pinto Magalhães)
  7. Quando Chego feat. Marisa Monte (Marisa Monte/Arnaldo Antunes/Seu Jorge)
  8. Flor de Laranjeira (Cezar Mendes/Capinan)
  9. River Man feat. Beck (Nick Drake)
  10. Far From The Sea feat. Zap Mama (Robertinho Brant/Emerson Penha)
  11. Beleza Bárbara (Leo Tomasini/Joey Altruda)

 

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Sobre Seu Jorge:

 

Do Gogó da Ema aos holofotes internacionais, Seu Jorge consolidou-se como um dos artistas mais influentes da cultura brasileira. Cantor, compositor, ator e multi-instrumentista, ele navega entre os universos do samba, MPB, R&B, Bossa Nova e funk, conectando gerações e fronteiras através da música e do cinema. Com uma trajetória pautada na pluralidade artística, Seu Jorge se tornou uma voz potente tanto no entretenimento nacional quanto internacional.

 

Nascido Jorge Mário da Silva em Belford Roxo, no estado do Rio de Janeiro, seu primeiro contato com a arte aconteceu no teatro. No início dos anos 1990, integrou a Companhia de Teatro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (TUERJ), onde participou de mais de 20 peças, incluindo “A Saga da Farinha”. Paralelamente, sua vivência na boemia carioca o levou a frequentar rodas de samba, bailes de funk e charme, criando a base para sua identidade musical.

 

Seu Jorge despontou para o grande público em 1997, ao fundar a banda Farofa Carioca,  com Gabriel Moura e o flautista francês Bertrand Doussain, um grupo que mesclava rap, samba, MPB, soul e reggae. O álbum de estreia, “Moro no Brasil”, continha o icônico single “A Carne”, uma crítica social que se tornou um hino antirracista na voz de Elza Soares. Pouco depois, iniciou sua carreira solo e, em 2001, lançou “Samba Esporte Fino”, também conhecido internacionalmente como “Carolina”, produzido por Mário Caldato e Daniel Ganjaman. O disco firmou seu nome na música brasileira, com hits como “Carolina” e “Chega no Swing”.

 

Paralelamente à música, Seu Jorge encontrou no cinema uma plataforma para expandir sua arte. Sua primeira grande atuação foi como Mané Galinha em “Cidade de Deus” (2002), de Fernando Meirelles. O filme alcançou sucesso internacional, abrindo portas para sua participação em “A Vida Marinha com Steve Zissou” (2004), de Wes Anderson. No longa, Seu Jorge reinterpretou clássicos de David Bowie em português, conquistando a admiração do próprio artista britânico, que declarou: “Se Seu Jorge não tivesse gravado minhas músicas em português, eu nunca teria ouvido esse novo nível de beleza que ele as imbuiu”.

 

Nos anos seguintes, sua discografia cresceu, consolidando-o como um dos maiores nomes da música brasileira. “Cru” (2004) trouxe interpretações autênticas e faixas como “Tive Razão” e “Eu Sou Favela”. Seu Jorge também brilhou com “Ana & Jorge” (2005), uma parceria com Ana Carolina que imortalizou “É Isso Aí”, versão de “The Blower’s Daughter”, de Damien Rice.

 

No cenário internacional, conquistou a crítica com o projeto Seu Jorge & Almaz, ao lado de Lúcio Maia e Pupillo, da Nação Zumbi, e do compositor Antonio Pinto. O álbum recebeu aval de publicações como Washington Post e The New York Times. Seu álbum “América Brasil” (2008) revelou sucessos como “Burguesinha” e “Mina do Condomínio” e foi o grande vencedor do Latin Grammy de Best MPB Álbum e os álbuns “Músicas Para Churrasco Vol 1” (2012) e “Músicas Para Churrasco Vol 1 (Ao Vivo)” (2013) também venceram o Grammy Latino, na categoria Best Brazilian Contemporary Album.

 

O cinema continuou sendo um espaço frutífero em sua trajetória. Atuou em “Casa de Areia” (2005), ao lado de Fernanda Montenegro e Fernanda Torres, “Tropa de Elite 2” (2010) e “Abe” (2019), onde interpretou um chef brasileiro. Em “Marighella” (2021), dirigido por Wagner Moura, viveu o líder revolucionário Carlos Marighella, papel que lhe rendeu prêmios internacionais como Melhor Ator no Festival Internacional de Filmes da Índia e no Bari International Film Festival. Em 2025, Seu Jorge integra o elenco de “Corrida dos Bichos” (Amazon Studios), dirigido pelo premiado cineasta Fernando Meirelles e Ernesto Solis, “A Melhor Mãe do Mundo”, de Anna Muylaert, que teve sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Berlim, em fevereiro do mesmo ano, e “Geni e o Zepelim”, também dirigido por Anna Muylart.

 

Seu Jorge também marcou presença no streaming, estrelando séries como “Irmandade” (Netflix), “Mandrake” (HBO) e “Manhãs de Setembro” (Amazon Prime). Para ele, o crescimento das plataformas digitais possibilitou a criação de personagens mais complexos e afastados de estereótipos raciais recorrentes na TV tradicional.

 

Em 2023, Seu Jorge celebrou 30 anos de carreira, reafirmando sua posição como um artista sem fronteiras. Além de projetos musicais e cinematográficos, ele também é CEO da Black Service, um espaço de produção cultural voltado à valorização de artistas pretos e à inovação no mercado cultural.

 

No início de 2025, lançou o álbum “Baile à la Baiana”, seu primeiro de faixas inéditas em dez anos. Com 11 canções que combinam elementos da música carioca e baiana, o trabalho celebra a riqueza cultural do Brasil e marca mais um momento decisivo na trajetória do artista. Ao longo do ano, Seu Jorge também dirigiu a curadoria do Festival Nova Brasil, reunindo 24 artistas em mais de seis horas de música ao vivo, e realizou três turnês internacionais, levando o repertório do novo álbum a países como França, Dinamarca, Portugal e Holanda, com passagens por alguns dos maiores festivais do verão europeu. No Brasil, a agenda incluiu palcos de destaque como Turá, João Rock e C6 Music Fest. Em novembro, foi um dos destaques da programação do Prêmio Earthshot, no Rio de Janeiro, onde recepcionou o Príncipe William no Museu do Amanhã e se apresentou na cerimônia, interpretando “Heroes”, de David Bowie, em um momento que reforçou sua projeção internacional. Em um dos momentos mais simbólicos de 2025, Seu Jorge apresentou-se no Global Citizen Festival: Amazônia, em Belém, onde recebeu no palco Chris Martin, vocalista da banda Coldplay, como convidado especial para uma participação. O ano se encerrou com um show no Réveillon de Fortaleza, apresentação que reuniu mais de um milhão de pessoas.

 

Sua influência atravessa continentes, indo do samba carioca aos palcos do Royal Albert Hall e do Madison Square Garden. Dono de um legado inestimável, Seu Jorge segue desafiando convenções e transformando a arte em uma ferramenta de diálogo e revolução.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações: Assessoria de imprensa SEU JORGE – Lavi Comunicação & Mkt

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Em 01/10/1984, há exatamente 42 anos atrás era lançado o 8° álbum de estúdio da banda Ramones @ramones "Too Tough To Die"

Ramones

Joey Ramone – lead vocals (tracks 1–3, 6–11, 13–18, 21–23, 25)
Johnny Ramone – guitar
Dee Dee Ramone – bass, backing vocals, lead vocals (tracks 5, 12, 17, 19, 20, 23, 24)
Richie Ramone – drums, backing vocals

Tracklist:

1. Mama's Boy 2:11
2 I'm Not Afraid Of Life 3:13
3 Too Tough To Die 2:37
4 Durango 95 0:55
5 Wart Hog 1:54
6 Danger Zone 2:08
7 Chasing The Night 4:27
8 Howling At The Moon (Sha-La-La) 4:07
9 Daytime Dilemma (Dangers Of Love) 4:32
10 Planet Earth 1988 2:54
11 Human Kind 2:42
12 Endless Vacation 1:49
13 No Go 3:08

Bonus Tracks 

14 Street Fighting Man 2:56
15 Smash You 2:23

#totoughtodie #boomerangmusic #theramones
Em outubro de 2004, há exatamente 22 anos atrás era lançado a coletânea da banda Skank @skankoficial "Radiola".

O álbum possui oito hits dos álbuns Maquinarama e Cosmotron, e quatro canções novas; uma versão de Vamos Fugir, de Gilberto Gil, I Want You de Bob Dylan, Um Mais Um e Onde Estão?.

Skank

Samuel Rosa - voz, guitarra e violão
Henrique Portugal - teclados
Lelo Zaneti - baixo
Haroldo Ferretti - bateria

Músicos convidados

Leandro Ferrari - gaita em "Vamos Fugir"
Ramiro Musotto - percussão em "Três Lados", "Balada do Amor Inabalável" e "Canção Noturna"
Paulo Santos - percussão em "Onde Estão?" e "I Want You"
Marcelo Lobato - vibrafone em "Balada do Amor Inabalável"
Paschoal Perrotta - arranjo de cordas em "Onde Estão?"
Cristiano Siqueira Alves, Jaques Morelenbaum - clarinetes em "Onde Estão?"
Ricardo Taboada - viola em "Onde Estão?"
Daniel Guedes, José Alves - violinos em "Onde Estão?"
Márcio Mallard - violoncelo em "Onde Estão?"

Faixas

Um Mais Um
Três Lados
Vou Deixar
Amores Imperfeitos
Vamos Fugir
Balada do Amor Inabalável
Dois Rios
Onde Estão?
Ali
Formato Mínimo
Canção Noturna
I Want You

#skank #Radiola #Boomerangmusic
Em 01/10/1990, há exatamente 36 anos atrás era lançado o 8° álbum de estúdio da banda Iron Maiden @ironmaiden “No Prayer for the Dying”.

Integrantes:

Bruce Dickinson (vocals)
Dave Murray (guitars)
Janick Gers (guitars)
Steve Harris (bass)
Nicko McBrian (drums)
Additional musicians: Michael Kenney (keys)

Track list:

	1.	Tailgunner
	2.	Holy Smoke
	3.	No Prayer For The Dying
	4.	Public Enema Number One
	5.	Fates Warning
	6.	The Assassin
	7.	Run Silent Run Deep
	8.	Hooks In You
	9.	Bring Your Daughter... ...To The Slaughter
	10.	Mother Russia

#ironmaiden #noprayerforthedying #brucedickinson #steveharris #janickgers davemurray nickomcbrain
Em 01/10/1984, há exatamente 42 anos atrás era lançado o 4° álbum de estúdio da banda U2 @u2 "The Unforgettable Fire".

U2

Bono – vocais
The Edge – guitarra, teclados, vocais
Adam Clayton – baixo
Larry Mullen Jr. – bateria

Tracklist:

1. “A Sort of Homecoming”
2. “Pride (In the Name of Love)”
3. “Wire”
4. “The Unforgettable Fire”
5. “Promenade”
6. “4th of July”
7. “Bad”
8. “Indian Summer Sky”
9. “Elvis Presley & America”
10. “MLK”
Em outubro de 1990, há exatamente 36 anos atrás era lançado o 4° álbum de estúdio da banda Engenheiros do Hawaii, O Papa é Pop.

Integrantes:

Humberto Gessinger: Voz, baixo (modelo Steinberger) e teclado (modelo Roland U-20).
Augusto Licks: Guitarra (modelos Steinberger G4MT - preta e branca - e Roland G-505), violão (modelo Guild Songbird), teclado (modelo Roland U-20), pedaleira MIDI (modelo Elka) e vocal.
Carlos Maltz: drum machine (modelo Dynacord).

Convidados

Golden Boys: Vocais (em "O Papa É Pop").
Patricia Marx: Voz (em "A Violência Travestida Faz seu Trottoir").

Tracklist:

Lado Papa 

O Exército De Um Homem Só, I
Era Um Garoto, Que Como Eu, Amava Os Beatles E Os Rolling Stones (C’Era Un Ragazzo Che Come Me Amava I Beatles E I Rolling Stones)
O Exército De Um Homem Só, II
Nunca Mais Poder
Pra Ser Sincero
Olhos Iguais Aos Seus

Lado Pop

O Papa É Pop
A Violência Travestida Faz Seu Trottoir
Anoiteceu Em Porto Alegre
Ilusão De Ótica

#opapaépop #Boomerangmusic #engenheirosdohawaii
Em 30/09/1978, há exatamente 48 anos atrás era lançado o álbum de estreia do cantor e compositor Gary Moore “Back On The Streets”.

Integrantes:

Gary Moore (vocals, guitars, bass, mandolin, accordion)
Phil Lynott (vocals, guitars, bass)
Don Airey (keys)
John Mole (bass)
Simon Phillips, Brian Downey (drums)

Track list:

	1.	Back On The Streets
	2.	Don’t Believe A Word
	3.	Fanatical Fascists
	4.	Flight Of The Snow Moose
	5.	Hurricane
	6.	Song For Donna
	7.	What Would You Rather Bee Or A Wasp
	8.	Parisienne Walkways

#garymoore #backonthestreets #phillynott #donairey #simonphillips briandowney johnmole
Em 30/09/1985, há exatamente 41 anos atrás era lançado o 3° álbum de estúdio do cantor e compositor Stevie Ray Vaughan @stevierayvaughanofficial e sua banda Double Trouble "Soul To Soul".

Double Trouble

Stevie Ray Vaughan – guitar, vocals, drums on "Empty Arms"
Tommy Shannon – bass, vocals on "Say What!"
Chris "Whipper" Layton – drums, vocals on "Say What!"
Reese Wynans – keyboards, vocals on "Say What!"
Additional personnel
Joe Sublett – saxophone on "Lookin' Out the Window" and "Look at Little Sister"

Tracklist:

1. Say What! 
2. Lookin' Out The Window 
3. Look At Little Sister 
4. Ain't Gone 'n' Give Up On Love 
5. Gone Home 
6. Change It 
7. You'll Be Mine 
8. Empty Arms 
9. Come On (Part III) 
10. Life Without You

#soultosoul #Boomerangmusic #stevierayvaughan
Em 30/09/1988, há exatamente 38 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos o filme Heartbreak Hotel, em português Uma Noite com o Rei do Rock.

Filme brilhante dirigido por Chris Columbus @chriscolumbus 

Estrelado por David Keith, Charlie Schatter e grande elenco.

#Heartbreakhotel #umanoitecomoreidorock #Boomerangmusic