Sony Music disponibiliza em streaming 21 álbuns de Sérgio Reis, celebrando os 80 anos do ícone da canção sertaneja

Confira: SergioReis.lnk.to/80Anos

 

Era uma vez um cantor de voz suave, terna e sentimental que embalava romances jovens em ritmo de rock e balada, até que um belo dia descobriu sua verdadeira vocação, cantando temas mais chegados à raiz interiorana do Brasil. Estamos falando de Sérgio Reis, um cantor que ganhou o coração das mais diversas regiões do país, pois congregou referências dos pampas gaúchos, passando pelo sertão nordestino chegando ao Planalto Central, região compreendida pelo Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Celebrando seus 80 anos completos no próximo dia 23 de junho, o marketing estratégico da Sony Music Brasil dá prosseguimento ao projeto de digitalização do catálogo, restaurando tapes analógicos e projetos gráficos originais de 21 álbuns do cantor, disponibilizados nas plataformas de streaming (além dos seis que já estavam lá).

 

Sendo assim, voltam ao catálogo inteiramente remasterizados 16 álbuns originais e cinco compilações, lançados entre 1973 e 2000. Haverá ainda três playlists temáticas preparadas sob medida para os fãs.

 

O paulistano Sérgio Basini conhecido por todos como Sérgio Reis estreou em 1958, aos 18 anos, cantando na Rádio Bandeirantes no Programa Enzo de Almeida Passos. Era roqueiro e adotava o pseudônimo de Johnny Johnson até que já com o nome artístico que o consagrou começou a gravar seu primeiro disco de 78 rotações em 1961, com “Lana”, uma versão de Roy Orbison. O sucesso viria somente em 1966 com “Coração de papel”, que se tornou um clássico instantâneo do movimento roqueiro que ficou conhecido pelo nome do programa que Roberto Carlos, Erasmo e Wanderléa tinham na TV Record, Jovem Guarda. Entre 67 e 69 gravou então seus dois primeiros LPs e em seguida, com o declínio da moda do rock, passou um tempo registrando apenas compactos. Estreou na RCA Victor (hoje Sony Music) em 1970.

 

Dois anos depois, com a gravação de uma versão dele próprio para “O menino da gaita (El Chico de la armonica)”, de Fernando Arbex, uma balada algo country, obteve um sucesso expressivo, a senha para que gravasse seu primeiro LP na companhia, o álbum que trazia seu nome na capa, em 1973.

 

Foi neste LP que incluiu o clássico cururu “O menino da porteira”, de Luizinho (da dupla com Limeira, que a lançou em 1955), com o legendário compositor Teddy Vieira, após obter sucesso num show entoando esta canção, por sugestão do amigo, produtor e cantor Tony Campello, antigo ídolo da primeira geração do rock brasileiro ao lado da irmã Celly. Foi seu primeiro sucesso estrondoso dentro do novo gênero que passou a trilhar, cristalizado dois anos depois no álbum “Saudade da minha terra”, quando também por conselho do produtor, passou a adotar um chapelão, lenço e botas de vaqueiro, acompanhados de uma nova performance nos palcos.

 

Sérgio Reis passou então a se especializar em regravar clássicos da música interiorana brasileira, redobrando o êxito das canções, apropriando-se delas, como “João de Barro”, “Saudade da minha terra”, “Chalana”, “Pé de cedro”, “De papo pro ar”, “Boiadeiro errante”, “Lembrança”, “Rio de lágrimas”, “Chico mineiro”, “Sina de violeiro”, “Pingo d’água”, “Chico mulato” (esta em duo com seu coautor e mito da música caipira, João Pacífico), “Tchau amor”, “Tardes morenas de Mato Grosso”. Isto também ocorreu com as nordestinas “A volta da Asa Branca”, “Súplica cearense”, “Último pau de arara” e “Baião da garoa” (esta, gravada em dueto com o Rei do Baião, Luiz Gonzaga), e com as sulistas “Gaúcho de Passo Fundo”, “Adeus Mariana”, “É disto que o velho gosta”, “Baita macho” e, sobretudo, “Panela velha” (Moraezinho/ Ari Silvestre) (“Não importa se ela é coroa/ Panela velha é que faz comida boa”), em 82, e  o vaneirão “Pinga ne mim” (Elias Filho) (“A minha casa tem goteira/ Pinga ne mim…”), em 87, ambos, sucessos regionais, que viraram nacionais em sua voz.

 

Sucessos no cinema, na TV, nos palcos e no YouTube

 

Alguns de seus hits foram tão estrondosos que viraram filmes bons de bilheteria, unindo voz, talento como ator e uma inexorável pinta de galã, já ajudada pelo seu porte grande, de 1 metro e 90. O próprio “O menino da porteira” virou filme dirigido por Jeremias Moreira Filho, em 1976, cuja trilha foi lançada em disco logo a seguir. Dois anos depois, outra canção lançada por uma dupla, Pedro Bento e Zé da Estrada, nos idos de 67, ganhou projeção bem maior com Sérgio Reis, “Mágoa de boiadeiro” (Nonô Basílio/ Índio Vago), tornando-se também novo filme de sucesso, do mesmo diretor, cuja canção tema batizou seu álbum daquele ano de 78. Finalmente, em 81, “Filho adotivo” (Arthur Moreira/ Sebastião Ferreira da Silva), canção lançada por ele no LP “Boiadeiro errante”, foi outro sucesso estrondoso, inspirando mais um filme homônimo tendo o cantor como protagonista. Dirigido por Deni Cavalcanti, foi levado às telas no início de 84. Foram ainda canções lançadas originalmente pelo cantor com muito êxito “O lobo da estrada” (80) e “Km 45” (87).

 

Da telona para a telinha, Sérgio Reis também estrelou novelas e programas musicais de sucesso. O primeiro folhetim televisivo veio em 1982, “Paraíso”, da TV Globo, depois, “Pantanal”, em 1990, um sucesso sem precedentes na TV Manchete, ao lado do violeiro Almir Sater, com quem compôs “Peão de boiadeiro”, regravando também “Chalana” e “Trem do Pantanal”. Seis anos depois bisou a parceria no papel de Zé Bento (Saracura) em “O rei do gado”, na Globo. A partir de 1997, apresentou o programa sertanejo Do Tamanho do Brasil, na TV Manchete e, posteriormente, no SBT, e Terra Nativa, na Band. Nas décadas seguintes, continuou gravando regularmente, fazendo shows em grandes arenas e chegou a ter um mandato de Deputado Federal pelo PRB, entre 2014 e 2018. Com popularidade intacta, sua primeira “Live” durante a pandemia do Coronavirus, em abril deste ano, foi vista por mais de 1, 2 milhão de espectadores no YouTube.

 

Suas toadas, modas de viola, guarânias e vaneirões ganharam luxuosos arranjos na fase RCA Victor (atual Sony Music) dos maestros Élcio Alvarez, Daniel Salinas, Pepe Ávila, Zé Paulo Soares e Peruzzi. Segue a relação dos álbuns que chegam agora às plataformas de streaming.

 

Discos de carreira: “Sérgio Reis” (1973), “João de Barro” (1974), “Saudade de minha terra” (1975), “Retrato do meu sertão” (1976), “O menino da porteira” (1977), “Mágoa de boiadeiro” (1978), “Natureza” (1978), “Sérgio Reis” (1979), “O lobo da estrada” (1980), “Boiadeiro errante” (1981), “A sanfona do menino” (1982), “Sérgio Reis” (1984), “Sérgio Reis” (1985), “Sérgio Reis” (1987), “Sérgio Reis” (1988) e “A Volta da Asa Branca” (2000).

 

Compilações: “Disco de ouro” (1977), “Disco de ouro vol. 2” (1979), “Disco de ouro vol. 3” (1981), “Os grandes sucessos” (1982) e “Sérgio Reis vol. 2” (1984).

 

Fechando as comemorações pelas oito décadas de vida do cantor, já estão disponíveis nas plataformas de músicas as playlists: “Sérgio Reis – As Melhores”; “Sérgio Reis nos Pampas, tchê!”, “Sérgio Reis do Norte e Nordeste” e “Sérgio Reis interpreta clássicos sertanejos”.

 

 Por Rodrigo Faour

 

Assessoria de Imprensa – Sony Music

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Em 30/06/1996, há exatamente 30 anos atrás era lançado o 3° e último álbum de estúdio da banda Sublime @sublime 

Sublime

Bradley Nowell – vocal principal, guitarra, sintetizador
Eric Wilson – baixo, vocais de apoio, sintetizador
Bud Gaugh – bateria, sintetizador

Tracklist 

Garden Grove
What I Got
Wrong Way
Same In The End
April 29, 1992 (Miami)
Santeria
Seed
Jailhouse
Pawn Shop
Paddle Out
The Ballad Of Johnny Butt
Burritos
Under My Voodoo
Get Ready
Caress Me Down
What I Got (Reprise)
Doin’ Time

#Sublime #boomerangmusic
Em 30/07/1996, há exatamente 30 anos atrás era lançado o álbum "Unplugged MTV" da banda Alice In Chains @aliceinchains 

Integrantes:

Banda

Layne Staley - vocal, violão rítmico em "Angry Chair"
Jerry Cantrell - violão solo, vocal
Mike Inez - baixolão, violão rítmico em "Killer is Me"
Sean Kinney - bateria

Participações

Scott Olson - violão, baixo em "Killer is Me"

Tracklist:

1 Nutshell 4:58
2 Brother 5:27
3 No Excuses 4:57
4 Sludge Factory 4:36
5 Down In A Hole 5:46
6 Angry Chair 4:36
7 Rooster 6:41
8 Got Me Wrong 4:59
9 Heaven Beside You 5:38
10 Would? 3:43
11 Frogs 7:30
12 Over Now 7:12
13 Killer Is Me 5:23

#aliceinchains #Unpluggedmtv #boomerangmusic
Hoje, 30/07, é aniversário da cantora e compositora Kate Bush @katebushmusic que completa 68 anos.

#katebush #happybirthday #boomerangmusic
Em 29/07/1983, há exatamente 43 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos o filme Férias Frustradas.

Dirigido por Harold Ramis (aquele mesmo ator de Os Caça Fantasmas).

Filme de comédia estrelado por Chevy Chase, Beverly D' Angelo, Anthony Michael Hall e grande elenco.

Nostalgia total, Sessão da Tarde.

#feriasfrustradas #boomerangmusic
Em 29/07/1988, há exatamente 38 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos o filme de drama Cocktail.

Estrelando Tom Cruise, Bryan Brown, Elisabeth Shue, Lisa Banes, Kelly Lynch, and Gina Gershon, Cocktail traz o ambicioso bartender Brian Flanagan que tenta fazer sucesso em New York City e na  Jamaica ganhando dinheiro e status.

Dirigido por Roger Donaldson

#cocktail #boomerangmusic #tomcruise
Hoje, 29/07, é aniversário do cantor, compositor e baixista da banda Rush @rush Geddy Lee @geddyimages que completa 73 anos.

#rush #geddylee #happybirthday #boomerangmusic
Em 28/07/1986, há exatamente 40 anos atrás era lançado o 4° álbum de estúdio da banda R.E.M @rem "Lifes Rich Pageant".

R.E.M.

Bill Berry – drums, vocals
Peter Buck – guitar
Mike Mills – bass, vocals
Michael Stipe – vocals

Tracklist:

Begin The Begin
These Days
Fall On Me
Cuyahoga
Hyena
Underneath The Bunker
The Flowers Of Guatamala
I Believe
What If We Give It Away?
Just A Touch
Swan Swan H
Superman

#LifesRichPageant #rem #boomerangmusic
Em 28/07/1986, há exatamente 40 anos atrás era lançado o 1° álbum ao vivo da banda RPM.

Show gravado nos dias 26 e 27 de maio de 1986 no Pavilhão de Convenções do Complexo do Anhembi.

Produzido por Marco Mazzola @marcomazzolaoficial 

Produção do show e luzes @neymatogrosso

Integrantes:

Formação

Paulo Ricardo: vocal, baixo
Fernando Deluqui: guitarra, vocal de apoio
Luiz Schiavon: teclados, piano
Paulo Pagni: bateria, sintetizador, vocal de apoio

Tracklist:

1. Revoluções Por Minuto (Paulo Ricardo / Luiz Schiavon)
2. Alvorada Voraz (Luiz Schiavon / Paulo P. A. Pagni / Paulo Ricardo)
3. A Cruz e a Espada (Paulo Ricardo / Luiz Schiavon)
4. Naja (Instrumental) (Paulo Ricardo / Luiz Schiavon)
5. Olhar 43 (Paulo Ricardo / Luiz Schiavon)
6. Estação no Inferno (Paulo Ricardo / Luiz Schiavon)
7. London, London (Caetano Veloso)
8. Flores Astrais (João Apolinário / João Ricardo)
9. Rádio Pirata (incidental: Light My Fire) (Paulo Ricardo / Luiz Schiavon) (Morrison/Manzarek/Krieger/Densmore)

@pauloricardo
@fernandodeluqui 

#radiopirataaovivo #rpm #40anos #boomerangmusic