“Versões By Ballantine’s” estreia em março no Multishow e no Canal BIS

Boogarins, Diogo Nogueira, Selvagens à Procura de Lei, Tássia Reis, Vitinho e Xamã são os artistas que fazem suas versões de clássicos da música nacional

 

Artistas de diferentes estilos da música brasileira fazem suas releituras inéditas de sucessos consagrados no inédito “Versões By Ballantine’s“, que estreia no Multishow dia 07 de março, às 22h30, e no Canal BIS dia 10 de março, às 23h. Com apresentação de Dedé Teicher, esta versão personalizada do programa para a marca Ballantine’s traz o cantor, compositor e apresentador Diogo Nogueira cantando músicas do Cancioneiro Popular Brasileiro; Vitinho, que acumula em sua carreira parcerias com Péricles, Sorriso Maroto e Pixote, homenageando Exaltasamba; Xamã, destaque do rap brasileiro atual, dedicando um episódio ao Legião Urbana; a banda de rock psicodélico e neo psicodelia Boogarins tocando Clube de Esquina; Tássia Reis, uma das primeiras rappers mulheres da nova geração de música nacional, interpretando Alcione, além de Selvagens à Procura de Lei, banda de rock de Fortaleza, cantando Belchior.

 

Na estreia, Diogo Nogueira traz a cultura popular brasileira, em um repertório que inclui sucessos como “Canto de Ossanha”, de Vinicius De Moraes e Baden Powell, “Como Uma Onda”, parceria de Lulu Santos e Nelson Motta, “Travessia”, de Milton Nascimento e Fernando Brant, “Tropicana”, de Alceu Valença com Vicente Barreto, “Força Estranha”, de Caetano Veloso, entre outras músicas.

 

Como o programa se chama ‘Versões’, quis trazer leituras novas para grandes clássicos da nossa música. Acho que a turma vai se surpreender com algumas canções e essa surpresa é o que mais me atrai“, conta Diogo.

 

O programa conta com seis episódios que serão exibidos no Multishow aos domingos, e no Canal BIS às quartas, além de uma websérie com conteúdo exclusivo no Youtube, no canal Musica Multishow com depoimento dos artistas contando sobre suas carreiras e inspirações.

 

Artistas sobre a participação no Versões By Ballantine’s:

 

Entrevista com Boogarins

 

1) Quais são as principais semelhanças e diferenças entre o estilo musical de vocês e o gênero que marcou o “Clube de Esquina”?

Nós crescemos ouvindo Clube da Esquina, Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes… Eles são artistas que sem dúvida deram estrutura para o nosso entendimento do que é música. Instrumentais densos e versos que constroem paisagens subjetivas na cabeça do ouvinte são elementos que habitam tanto a música dos mineiros quanto a nossa.

 

2) Essa é a primeira vez que vocês participam de um programa na televisão? Quais eram as principais expectativas de vocês ao gravarem o episódio?

Já fizemos outros programas, mas nunca tocando músicas de outros artistas. Essa homenagem deixa a coisa toda mais especial, para a gente e para os nossos fãs que sempre relacionaram nosso som ao Clube da Esquina. Gostamos muito de aprender e imprimir nosso jeito de tocar em canções que nos influenciaram tanto. Esperamos que quem assista também tenha chance de ressignificar essas músicas ouvindo a nossa versão.

 

Entrevista com Diogo Nogueira

 

1) Qual é a sua relação com o Multishow e o Canal BIS e o que sentiu com o convite de participar do Versões by Ballantine’s?

 

Desde o início da minha carreira, sempre tive uma relação muito próxima do Multishow. Já fui indicado a prêmios e sempre tive clipes rodando por lá. Algumas vezes tivemos shows transmitidos, e até lives. E o Canal BIS é o maior barato, sempre com shows especiais, exibidos muitas vezes na íntegra.

 

2) Como você pretende dar voz no programa às canções que representam a cultura popular brasileira? E qual a importância desse repertório na sua trajetória musical e de vida?

 

Como o programa se chama Versões, quis trazer leituras novas para grandes clássicos da nossa música. Acho que a turma vai se surpreender com algumas canções e essa surpresa é o que mais me atrai. São músicas que têm a ver com a vida de todo mundo. E, para matar a curiosidade, tem que assistir no dia 7 de março no Multishow e no dia 10 no Canal BIS.

 

Entrevista com Selvagens à Procura de Lei (Rafael Martins)

 

1) Como vocês pretendem homenagear a carreira de Belchior com suas versões das músicas do artista?

 

Repensar arranjos incríveis é uma tarefa difícil, mas como já tínhamos bastante afinidade com a obra do Belchior já estava tudo na cabeça. Então, procuramos trazer as músicas para o nosso universo com rock, psicodélico e até reggae. Quem diria que ‘Apenas um Rapaz Latino-Americano’ viraria um reggae! A gente espera que as músicas do Belchior ganhem um novo significado com as nossas versões.

 

2) Qual é a importância, para vocês, de artistas fazerem suas versões originais de músicas já consagradas pelo público?

 

Quando surgiu o convite não demoramos muito para decidir que nosso homenageado seria o Belchior. Tanto pela sua importância na música e poesia, mas também pelo significado da sua obra nos dias de hoje. Um compositor apaixonado pela vida, que falava da alma, da pressa de viver, do autoconhecimento. Sabíamos desde o início que a nossa missão era revelar suas músicas para o público de uma forma diferente, e assim apresentar para a nova geração ou até resgatar os fãs de volta para a sua obra. Ficamos honrados em poder fazer esse projeto e queremos dar continuidade, com a proposta de levar a música do Bel para muita gente.

 

Entrevista com Tássia Reis

 

1) Como a trajetória musical e o repertório de Alcione influenciam na sua música e carreira?

 

Aprendi a ouvir e amar Alcione em casa com os meus pais, que me contaram recentemente que minha avó paterna também era muito fã. Nós sempre ouvimos muito, acho que toda família periférica tem seus artistas que é lei a família ouvir junto. Aqui em casa, além de Fundo de Quintal, Alcione é essa artista. Sendo assim, cresci ouvindo seus sons, seu jeito único de cantar, e eu me senti totalmente influenciada a ser original também e nessa busca persisto. Além de me sentir representada pela elegância e beleza dela ser uma super cantora preta, Alcione também me influenciou a falar de amor, que é um dos meus assuntos preferidos.

 

2) Como você se preparou para cantar as versões de músicas da cantora?

 

Quando recebi o convite e decidi que seria ela a artista escolhida, eu imediatamente resgatei na minha memória os sons que me marcaram nessa trajetória e busquei os clássicos. Mas, também quis ir na pluralidade da musicalidade da Alcione. Ainda escolhi um dos sons porque minha mãe me disse que minha avó tinha e gostava muito do disco, nesse caso o Alerta Geral. Fizemos uma audição aqui em casa, eu e meus pais, e eles me contaram histórias da minha família, foi lindo. Depois disso comecei a separar as referências de produção, porque levamos muito a sério o nome do programa ‘Versões’, e minha banda e eu tomamos a liberdade de criar novos arranjos para a maioria das músicas. Talvez tenha sido ousada, mas Alcione não é básica e eu jamais seria ao homenageá-la.

 

Entrevista com Vitinho

 

1) Como você enxerga a importância de estar no “Versões by Ballantine’s” para a sua carreira artística?

 

Eu me sinto muito lisonjeado, de verdade, em ser convidado para participar desse programa, por onde já passaram diversos artistas gigantes. Eu enxergo este como um dos desafios mais gostosos da minha vida, ser chamado para imprimir minha identidade nesses grandes sucessos que contribuíram tanto para a minha carreira, e acima de tudo poder homenagear essa linda história que o Exalta escreveu dentro do samba. Muito obrigado Multishow, Canal BIS e Ballantine’s pelo convite.

 

2) Você já fez uma parceria com Péricles em “Sobrenome”, como você caracteriza sua relação com o Exaltasamba?

 

O Exaltasamba foi uma faculdade para todos nós pagodeiros. Por ali passaram não só o Péricles mas outros dois outros grandes cantores como o Chrigor e o Thiaguinho, que me ensinaram bastante com as suas passagens pelo grupo. Ainda tive a oportunidade de conhecer esses artistas nos camarins da vida e admirá-los ainda mais.

 

Entrevista com Xamã

 

1) De que forma Legião Urbana te inspirou em sua trajetória musical?

 

O primeiro CD que eu comprei na vida foi do Legião Urbana. Eu escutei muito esse mesmo CD durante anos, até não funcionar mais. A construção poética do Renato Russo tem total influência na minha formação musical.

 

2) O que o público pode esperar de suas versões das músicas da banda?

 

É um prazer imenso poder cantar as músicas do Legião Urbana. Isso era um sonho para mim, é incrível poder fazer esse show.

 

VERSÕES BY BALLANTINE’S

Multishow: estreia 07 de março, às 22h30, com exibição aos domingos
Canal BIS: estreia 10 de março, às 23h, com exibição às quartas

 

Sobre o Multishow

 

O Multishow tem a diversão como sua essência e leva ao assinante o melhor do entretenimento, com muito humor, música e viagem. São diferentes formatos de conteúdo, que vão desde transmissões ao vivo dos maiores festivais do mundo até programas protagonizados pelos maiores humoristas e músicos do país. Desde 2009 está entre os 10 canais mais assistidos do horário nobre da TV por assinatura. O Multishow ultrapassa os limites da televisão e produz também conteúdo exclusivo para a web. Vídeos, reportagens sobre a programação e transmissões fazem parte de seu site e suas redes sociais.

 

 

 

 

Com informações: In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação – Assessoria Multishow