Antonio Adolfo e Leila Pinheiro lançam “Vamos Partir Pro Mundo – A Música de Antonio Adolfo e Tibério Gaspar”

Antonio Adolfo e Leila Pinheiro se encontraram a fim de criarem, juntos, um álbum muito especial com as composições dele e de Tibério Gaspar. Era um sonho antigo e, a partir dessa ideia, Antonio e Leila passaram a se reunir, trocar ideias, ensaiar, checar os tons etc. Diretor musical e arranjador do disco, Antonio e Leila escolheram as canções que pareciam mais atuais e, através das novas versões, trouxeram a elas um novo ar. “Para mim eram músicas novas, uma vez que não havia gravações recentes”, comentou Leila. “Foi um presente mergulhar nessa obra maravilhosa. “Vamos Partir Pro Mundo – A Música de Antonio Adolfo e Tibério Gaspar” levou um ano para ficar pronto e cada detalhe foi cuidadosamente trabalhado. Lançado pela gravadora Deck, o registro chega aos aplicativos de música e também em CD.

 

A faixa de abertura “Dono do Mundo” foi originalmente criada para o disco “Brazil And Brazuka”, de Antonio Adolfo. Joe Davis, dono da inglesa FarOut Records, encomendou-lhe o álbum na década de 1970, quando a MPB estourava para o mundo e o pianista carioca já com o prestígio de sua banda A Brazuca. “Resolvi convidar o Tibério (para compor comigo) e deu muito certo: estávamos mais amadurecidos, com mais técnica para a composição”, explicou. Outro resultado da época de A Brazuca, “Gloria, Glorinha” foi escrita logo após um show d’A Brazuca no Espírito Santo. Na época em que o after party ainda era uma ‘esticada na boite’, os músicos se encantaram com garotas mineiras que passavam férias na cidade de Guarapari e Glória, presente naquela noite, acabou homenageada com a canção. Originalmente gravada em clima de festa pelo conjunto, a faixa ainda foi interpretada posteriormente por Claudette Soares e Doris Monteiro.

 

Composta originalmente para o filme “Ascensão e Queda de Um Paquera” (1970), de Victor di Mello, “Cláudia” carrega todo o clima de uma garota de Copacabana anos 1960. A letra descreve a atmosfera da icônica praia à época em combinação com a música — originalmente “meio bossa, meio Burt Bacharah”. Em suas conversas, Antonio e Tibério sempre comentavam como a faixa merecia uma regravação. Leila, então, foi uma escolha natural de intérprete.

 

“Sá Marina”, que dispensa apresentações, é o maior sucesso dos dois e apresentou um curioso desafio: justamente por ter sido extensamente regravada, era difícil para Antonio criar uma releitura original. Mas isso não foi impeditivo: “No 40º arranjo cheguei a uma harmonia bem diferente da original e tudo saiu tranquilo com a interpretação grandiosa de Leila”. A presença do percussionista Dadá Costa, tocando congas, traz influências da música caribenha. O solo da música faz referências, numa espécie de meta-homenagem, a Stevie Wonder, que consagrou sua própria versão da música (“Pretty World”) com um solo de gaita. No novo disco essa responsabilidade ficou por conta de Gabriel Grossi, grande sensação do instrumento.

 

“Vamos Partir Pro Mundo”, que foi escolhida canção-título do disco, “foi a última que fizemos no final de 1970, quando fui para o exterior e Tibério para Goiás”, contou Adolfo. Isso ocorreu logo após o Festival Internacional da Canção daquele ano, quando a dupla venceu com a clássica “BR-3”, interpretada por Tony Tornado e o Trio Ternura. “Resolvi me exilar, mas não sem antes deixar “Vamos Partir Pro Mundo” para o Tibério letrar. Na época ela foi gravada por Doris Monteiro, e agora magistralmente pela Leila”, completou. Enriquecendo o já incrível time de participantes, Roberto Menescal contribui com um solo de guitarra no meio do arranjo. “Gravar com Menescal sempre é um privilégio”.

 

“Teletema” também foi trilha sonora, porém da novela “Véu de Noiva” (Rede Globo, 1969/70). A música tem influência de Michel Legrand e a letra conta um final triste de um relacionamento de Tibério com uma namorada, que morreu num acidente de automóvel exatamente enquanto os versos da canção eram escritos. A tragédia, juntamente com o finado romance, a música e todo o momento acabaram por ditar o tom da letra. Originalmente gravada por Regininha, “Teletema” foi vice-campeã da Olimpíada da Canção de 1970, em Atenas, Grécia. A nova versão, em compasso ¾, ganhou um interlúdio cujo piano é acompanhado pelo trompete de Jessé Sadoc.

 

“Domingo Azul” é uma canção alegre e despretensiosa, que descreve um momento feliz numa manhã de domingo, numa praia. O arranjo em ritmo de ijexá apresenta um groove construído a partir da combinação da notável ‘cozinha’ de Jorge Helder (baixo), Marcio Bahia (bateria) e Dadá Costa (percussão). Leila, mais uma vez, flui espontânea com melodia e letra.

 

“Alegria de Carnaval” surgiu em 1967. Trata-se, portanto, de um dos primeiríssimos frutos da parceria. Uma marchinha com pitadas de frevo, a música descreve um clássico baile de carnaval interiorano. Sua sutileza, porém, reside em destacar as sensações agridoces de alegria e tristeza que Antonio carrega desses momentos. Tudo isso combinado com harmonias à la bossa sessentista.

 

“Caminhada”, da mesma safra de 67, foi, de fato, a primeira composição da dupla. “Eu vinha tentando criar um estilo novo: adicionar as harmonias ‘modernas’ do jazz e da bossa a um outro estilo que não fosse samba”, explicou Antonio. Dessas experimentações, e com ajuda de amigos compositores que traziam novidades da América do Norte, surgiram os embriões da toada moderna e do novo baião. “No nosso novo disco misturei baião com ijexá e outras bossas, com harmonia e uma melodia, agora aprimorada, que somente uma grande cantora como Leila Pinheiro é capaz de interpretar com tanta tranquilidade”, explicou o compositor.

 

Também abordando memórias do interior do Brasil, “Giro” alinha baixo, bateria e percussão à gaita e o trompete em uma melodia animada. Leila, inclusive, se junta a Elis Regina na lista de suas intérpretes. “A Cidade e Eu”, por outro lado, é triste, misteriosa e profunda. Uma mistura de amor e dor realçados pela harmonia e pela flauta contralto de Marcelo Martins, a música e a letra explodem na segunda parte, com uma extensão melódica desafiadora para qualquer cantor. “Originalmente meu grupo Brazuca interpretou-a, mas talvez o clima demasiado pop da gravação à época (1969) não tenha sido ideal. Leila, entretanto, explode com toda a emoção em sua performance”.

 

“Ao Redor” foi composta originalmente para a novela “Pigmalião 70” (Rede Globo, 1970). Os temas foram distribuídos pelo produtor musical Nelson Motta entre os compositores que faziam sucesso naquele momento e ela foi escolhida como a trilha romântica do folhetim. Sua versão original ficou por conta de Claudette Soares. “Pela Cidade”, também gravada inicialmente pela A Brazuca, tem seu lirismo, letra e melodia realçados na nova gravação. “Criei um arranjo também bem diferente do original que se encaixasse na modernidade de Leila e de nossos dias”, detalhou.

 

“Tema Triste”, também de 1967, já havia sido gravada por Maysa em 1969. Ganhou, agora, uma nova interpretação de voz acompanhada apenas de piano e contrabaixo. Leila conseguiu extrair todo o sentimento do tema. “Quando ela cantou emocionou tremendamente todos que estavam no estúdio”, relembrou Antonio. “Correnteza”, por fim, encerra o disco com a combinação perfeita da música de Antonio Adolfo e Tibério Gaspar sob o canto de Leila. A música, que já havia sido gravada por Simonal em 1968, resume bem o clima da notável parceria em seu início. Originalmente uma toada moderna que se transforma em bossa, ela também conta com participação de Roberto Menescal na regravação.

Apesar de já se conhecerem previamente, Leila e Antonio tiveram uma proximidade inédita durante as gravações no estúdio Tambor. A intensa convivência e o esforço desmedido em alcançar o primor tornou até mesmo complicado fechar o repertório do álbum (Adolfo e Gaspar compuseram mais de 50 músicas juntos). O disco, entretanto, saiu. E muito mais que uma relembrança do legado dessa dupla de compositores, trata-se da exibição de uma magnífica cantora e um passeio por importante seção do cancioneiro nacional. Tudo isso com arranjos modernos, que mantêm frescor no que é clássico.

 

Com informações: Batucada Comunicação

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Hoje, 15/10, é aniversário do cantor e compositor Chris de Burgh @cdebinsta que completa 78 anos

#chrisdeburgh #happybirthday #Boomerangmusic
Hoje, 15/10, é aniversário do cantor e compositor Pedro Luís @pedroluisoficial que completa 66 anos.

Integrante das bandas Pedro Luís e a Parede e Monobloco @monoblocooficial 

#pedroluis #monobloco #Boomerangmusic #happybirthday
Em 15/10/1987, há exatamente 39 anos atrás era lançado o 2° álbum de estúdio da banda Engenheiros do Hawaii "A Revolta dos Dândis".

Produzido por Reinaldo Barriga @barriga_reinaldo

O álbum marca a saída do integrante Marcelo Pitz e a entrada do guitarrista Augusto Licks.

Integrantes:

Humberto Gessinger: Voz, baixo (modelo Rickenbacker 4003), guitarra (em "Terra de Gigantes") e guitarra de doze cordas (modelo Fender) (em "Vozes").
Augusto Licks: Guitarras (modelos Roland G-505 e Gibson Les Paul), violão (marca Martin com cutaway), harmônica (modelo Hohner Marine Band 1896/20 afinada em Mi maior) (em "A Revolta dos Dândis I" e "A Revolta dos Dândis II") e órgão Hammond (em "Vozes").
Carlos Maltz: Bateria e voz (em "Filmes de Guerra, Canções de Amor").

Convidados

Júlio Reny: Voz (em "Guardas da Fronteira").
Reinaldo Barriga: Baixo (em "Terra de Gigantes").
Jaguar, Picolé e Tuca: percussão (em "Filmes de Guerra, Canções de Amor").

Tracklist:

Lado A 
"A Revolta dos Dândis I" 
"Terra de Gigantes" 
"Infinita Highway" 
"Refrão de Bolero" 
"Filmes de Guerra, Canções de Amor" 

Lado B 
"A Revolta dos Dândis II" 
"Além dos Outdoors" 
"Vozes" 
"Quem Tem Pressa Não Se Interessa" (Humberto Gessinger - Carlos Maltz) 
"Desde Aquele Dia" 
"Guardas da Fronteira" 

#engenheirosdohawaii #arevoltadosdândis #boomerangmusic
Em 15/10/2013, há exatamente 13 anos atrás era lançado o 10° álbum da banda Pearl Jam @pearljam "Lightning Bolt".

Pearl Jam

Jeff Ament – baixo · teclado (canção 7)
Matt Cameron – bateria · backing vocal (canção 4)
Stone Gossard – guitarra · bongô (canção 7)
Mike McCready – guitarra · guitarra com arco (canção 7) · baixo de seis cordas (canção 3)
Eddie Vedder – vocal · guitarra · ukulele (canção 10)

Tracklist:

Getaway
Mind Your Manners
Lightning Bolt
Future Days
My Father's Son
Sirens
Infallible
Pendulum
Swallowed Whole
Let The Records Play
Sleeping By Myself
Yellow Moon

#pearljam #lightningbolt #boomerangmusic
Hoje, 15/10, é aniversário da cantora e compositora Brenda K. Starr @officialbrendakstarr que completa 60 anos.

#brendakstarr #happybirthday #Boomerangmusic
Blondie @blondieofficial anuncia "High Noon", seu primeiro álbum de inéditas em nove anos.

Apresentando a última gravação de Clem Burke com a banda

O 12º álbum de estúdio da banda chega às lojas em 26 de fevereiro de 2027 pela BMG e marca a última gravação do falecido baterista e cofundador Clem Burke .

O primeiro single do álbum, “Spectral Eyes”, já está disponível. Composta por Johnny Marr, que também contribui com a guitarra, a faixa abre High Noon com a energia contagiante do Blondie clássico.

O novo projeto conta com a participação de Johnny Marr, Glen Matlock, Zach Condon (do Beirut), Jess Wolfe e Holly Laessig (do Lucius), entre outros.

High Noon sucede Pollinator, o álbum de 2017 do Blondie repleto de participações especiais, incluindo Charli XCX, Sia, Dev Hynes, Joan Jett, Marr e outros. Assim como seu antecessor, o novo disco mostra a banda dando continuidade à abordagem eclética que a define desde o início, transitando entre punk e rock, música eletrônica, pop e ritmos latinos.

Atualmente a banda tem a seguinte formação:

• Debbie Harry – Vocais
• Chris Stein – Guitarra (atuando principalmente em estúdio devido a problemas de saúde cardíacos)
• Matt Katz-Bohen – Teclados
• Tommy Kessler – Guitarra
• Andee Blacksugar – Guitarra (substituindo Chris Stein nos shows)
• Leigh Foxx / Glen Matlock – Baixo (com Glen Matlock, ex-Sex Pistols, assumindo turnês e gravações recentes)

Tracklist de ‘High Noon’:

1. Spectral Eyes
2. Heartbreak Kid
3. Come Back Home
4. Tambo Tambo
5. Man Who Had No Face
6. The End
7. Little Metal Drummer
8. Sleepwalking
9. Whistle Into The Wind
10. Antifreeze
11. East of Eden
12. Bad Underwear
13. Ah, Sunflower, Weary of Time

#blondie #newalbum #highnoon
Em outubro de 2022, há exatamente 4 anos atrás era lançado o 7° álbum de estúdio da banda After Bridge @afterbridgeoficial "Pawns & Kings".

Alter Bridge

Myles Kennedy – vocals, guitar, strings, keyboards, programming
Mark Tremonti – guitar, vocals, lead vocals on "Stay"[19]
Brian Marshall – bass
Scott "Flip" Phillips – drums

Tracklist

This Is War 
Dead Among the Living
Silver Tongue
Sin After Sin
Stay
Holiday
Fable of the Silent Son
Season of Promise
Last Man Standing
Pawns & Kings

#afterbridge #pawnsandkings #boomerangmusic
Em outubro de 1988, há exatamente 38 anos atrás era lançado o 3° álbum de estúdio da banda Capital Inicial @capitalinicial "Você Não Precisa Entender".

Produzido por Marcelo Sussekind

Capital Inicial

Fê Lemos: bateria e percussão
Flávio Lemos: baixo
Bozzo Barretti: teclados, percussão e vocais
Loro Jones: guitarra, Ebow, violão e vocais
Dinho Ouro Preto: voz

Músicos convidados

Paulo Marcio: trompete em "Á Portas Fechadas"
Jorge Continentino: saxofone alto e saxofone tenor
Chico Amaral: saxofone tenor, saxofone barítono e saxofone alto em "Ficção Científica"
Wagner Mayer: trombone
Marcelo Sussekind: guitarra reverse, guitarra solo em "Fogo" e vocais em "Blecaute" e "Pedra na Mão"
Marina Lima: vocais em "Rita" e "Limite"

Tracklist:

Lado 1

A Portas Fechadas
Blecaute
Movimento
Pedra Na Mão
Ficção Científica

Lado 2

Limite
Rita
Fogo
O céu

#capitalinicial #vocenaoprecisaentender #boomerangmusic