Banda AYOM lança single “Me deixe ser”

Marcada pelo fluxo de emoções, canção passeia entre a angústia e a emancipação até encontrar aceitação

 

Assista aqui

 

Terceiro single da banda AYOM a ser lançado mundialmente no próximo dia 4 de novembro, “Me deixe ser” é um pedido de licença, uma apologia à liberdade e, mais precisamente,  ao feminino em todas as suas nuances. Embriagada por um poderoso coquetel de hormônios, naturalmente contido em seu corpo,  a musicista, compositora e frontwoman, Jabu Morales promove, através desta canção, um manifesto claro e contundente sobre o ciclo biológico da mulher e o quanto isso afeta e determina as emoções.

 

Sem recorrer a clichês ou a imagens demasiadamente exploradas sobre o universo feminino em toda sua complexidade, a letra é quase áspera, escapando de ser rude pela honestidade como a mensagem é conduzida. “Vou permitir minha antipatia”, uma das primeiras frases da melodia,  firma, logo de início, um pacto de sinceridade  a partir do qual  o interlocutor é trazido para dentro da complexidade ou, se preferir, da tempestade de emoções que afetava a compositora, em plena TPM (tensão pré menstrual).

 

Com força de hino e manifesto, Me deixe ser tem a habilidade de se conectar a  outras vozes que cansaram de permanecer caladas. Impossível para qualquer mulher não se identificar com a letra e com o fluxo de energia que emana da canção. “Me deixe ser é um retrato de uma noite que visita a todas nós que temos como relógio nosso ventre!”, conta Jabu.

 

Nesse retrato, imagens se sobrepõem e deixam antever uma complexidade marcada pelos opostos, como claro e escuro, cheio e vazio, além de revelar processo e movimento, como a imagem do rio que corre para o mar e, ainda, a dualidade de personagens, como a mãe e a meretriz, tudo isso cuidadosamente encaixado dentro de um ser único e, ao mesmo tempo plural que abriga em seu corpo o poder da vida, da expansão de seus próprios limites físicos e emocionais.

 

Sobre essa pluralidade, é interessante resgatar que, segundo a percepção da autora e, a despeito da letra ser autobiográfica e, explicitamente, a partir de um ser feminino, a mensagem que ela carrega pode, ainda, ser absorvida pelos homens. “Acredito que qualquer ser humano possa passar por momentos angustiantes, onde nos sentimos dominados por um fluxo intenso de sentimentos capaz de nos arrebatar. Mas o importante é saber que vai passar, como diz a canção”, afirma.

 

Tocada por uma generosidade usualmente atribuída ao feminino, Jabu Morales, procura promover, através de sua arte, um lugar de reflexão, amadurecimento e transformação. Assim, sua música é carregada de significação do feminino, movida pela busca de empoderamento, às vezes com delicadeza, outras nem tanto, permitindo-se ser inteira e individual ao viver seu cataclisma emocional, mas sem esquecer sua forte energia materna, que se concilia com o outro e com si mesma, ao final. “Perceber a impermanência com delicadeza, as oscilações como dança e as angústias como senhoras duras, mas sábias.”, diz.

 

Do ponto de vista musical, Me deixe ser é embalada do início ao fim por uma  coladeira cabo-verdiana, ritmo muito presente na cena artística de Lisboa, onde imigrantes desta antiga colônia portuguesa e seus descendentes celebram sua origem e suas raízes em torno da música. Foi dessa atmosfera cultural riquíssima, trazida por esse povo para a Europa, que veio a inspiração para a composição rítmica de Me deixe ser, onde instrumentos são acrescentados para determinar a sequência do fluxo de emoções.

 

Embalada por essa perfeita construção rítmica, Me deixe ser se consolida como um manifesto de liberação feminina, passando pela luta com nossos próprios limites até a aceitação dos fluxos, contínuos, incontroláveis, por vezes dolorosos, mas não menos belos. Para quem quiser conferir, a música estará disponível nas plataformas digitais a partir de 3 de novembro.

 

SOBRE AYOM

 

Jabu Morales traz a alma do feminino e da cultura popular brasileira para a Ayom, com sua voz doce e potente e o seu trabalho no mundo da percussão e da brincadeira popular do Brasil em que ela se formou. Jabu tem três discos autorais lançados no Brasil e na Europa.

 

“Traz na pulsação da veia e na doçura da garganta a herança de um olhar particular e um jeito amoroso e sedutor que um certo Brasil já produziu”.

 

O italiano Alberto Becucci trabalhou anteriormente em distintos projetos de world music e na composição de músicas para cinema e teatro, e é o responsável pelas pitadas de romantismo mediterrâneo nas melodias, com a cadência marcante do acordeão. Ele assina a produção do álbum e a maioria das letras em parceria com Jabu.

 

O ítalo-grego Timóteo tem histórico de artista completo: música, circo, teatro, dança, o que lhe permite formar uma concepção da criação artística como espetáculo, com uma criatividade surpreendente.

 

Walter também dança e agrega conhecimentos musicais como dj ao barril criativo e efervescente da Ayom.

 

Ao se unirem para compor entre Barcelona e Lisboa, todas as referências carregadas por cada um deles se revelam naturalmente. O multiculturalismo dos integrantes permite que passeiem pelos ritmos com liberdade e identificação.

 

 

LABEL –  AMPLIFICA RECORDS (BR and Europe) / FLOWFISH (GAS – GERMANY, AUSTRIA, SWITZERLAND)

 Executive Prod.  and Management : Thabata da Fonseca  thabata@amplificamusic.com

 

PRESS: 

 

BRASIL

ALA COMUNICAÇÃO E CULTURA – Jorge Velloso / Internacional – MUSIC PR – Duncan Ballantyne (Ballantyne Communications)

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Em 07/07/1983, há exatamente 43 anos atrás a cantora e compositora Madonna @madonna lançava o single "Holiday", hit do seu álbum de estreia.

#madonna #holiday #boomerangmusic
Hoje, 07/09, é aniversário da compositora Diane Warren @dianewarren que completa 70 anos.

Possui muitos sucessos na voz de muitos artistas.

Listamos abaixo 10 de seus maiores sucessos:

​"I Don't Want to Miss a Thing" – Aerosmith (1998)
Escrita para o filme Armageddon, tornou-se o único hit da banda a alcançar o 1º lugar na Billboard Hot 100.

​"Because You Loved Me" – Céline Dion (1996)
Tema do filme Íntimo & Pessoal, foi um sucesso global e conquistou o Grammy de Melhor Canção Escrita para Mídia Visual.

​"Un-Break My Heart" – Toni Braxton (1996)
Um dos maiores hinos pop/R&B dos anos 90, que permaneceu por 11 semanas no topo das paradas americanas.

​"If I Could Turn Back Time" – Cher (1989)
Um dos maiores clássicos da carreira de Cher e um marco do pop-rock do final da década de 80.

​"How Do I Live" – LeAnn Rimes / Trisha Yearwood (1997)
Lançada simultaneamente por duas cantoras country, a versão de LeAnn Rimes bateu recordes e permaneceu 69 semanas na Billboard Hot 100.

​"Nothing's Gonna Stop Us Now" – Starship (1987)
Tema da comédia romântica Manequim, rendeu a Diane Warren sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Canção Original.

​"Rhythm of the Night" – DeBarge (1985)
Um dos primeiros grandes sucessos da compositora, definindo o som do dance-pop de meados dos anos 80.

​"There You'll Be" – Faith Hill (1998)
Tema do filme Pearl Harbor, tornou-se uma das baladas mais icônicas do início dos anos 2000.

​"When I See You Smile" – Bad English (1989)
Uma balada rock que alcançou o 1º lugar nos Estados Unidos no final dos anos 80.

​"Till It Happens to You" – Lady Gaga (2015)
Coescrita com Lady Gaga para o documentário The Hunting Ground, a canção venceu um Emmy e recebeu indicações ao Oscar e ao Grammy.

#dianewarren #boomerangmusic #happybirthday
Hoje, 07/09,  o incrível Buddy Holly @buddyhollyfoundation completaria 90 anos.

#buddyholly #happybirthday #boomerangmusic
Em setembro de 1987, há exatamente 39 anos atrás era lançado o 13° álbum de estúdio da banda Pink Floyd @pinkfloyd "A Momentary Lapse of Reason".

Banda

David Gilmour - guitarra, violão, vocais
Nick Mason - bateria, sintetizadores e percussão

Músicos convidados

Richard Wright - teclados, sintetizadores, piano, vocais de apoio
Tony Levin – baixo eléctrico
Bob Ezrin - teclas, percussão e sequencers
Jim Keltner - Bateria
Steve Forman - Percussão
Jon Carin - teclados
Tom Scott – saxofone alto e soprano
Scott Page - saxofone tenor
Carmine Appice - Bateria
Pat Leonard - Sintetizadores
Bill Payne – órgão hammond
Michael Landau - guitarra
John Halliwell - Saxofone

Track listing

Signs of Life (Gilmour/Ezrin)
Learning to Fly (Gilmour/Ezrin/Moore/Carin)
The Dogs of War (Gilmour/Moore)
One Slip (Gilmour/Manzanera)
On the Turning Away (Gilmour/Moore)
Yet Another Movie/Round and Around (Gilmour/Leonard)
A New Machine (Part 1) (Gilmour)
Terminal Frost (Gilmour)
A New Machine (Part 2) (Gilmour)
Sorrow (Gilmour)

#pinkfloyd #boomerangmusic
Hoje, 07/09, é aniversário da cantora e compositora Gloria Gaynor @gloriagaynor que completa 83 anos.

#gloriagaynor #happybirthday #boomerangmusic
Em 07/09/1979, há exatamente 47 anos atrás era lançado o 2° álbum de estúdio do cantor e compositor Gary Numan @garynuman "The Pleasure Principle".

Integrantes:

Gary Numan – vocals; synthesizers (Minimoog, Polymoog, ARP Odyssey); synthetic percussion (Synare 3)
Paul Gardiner – bass
Chris Payne – keyboards (Minimoog, Polymoog, piano); viola
Cedric Sharpley – drums, percussion
Billy Currie – fadeout violin on "Tracks" and "Conversation"
Garry Robson – backing vocals on "Conversation"

Tracklist 

Disc 1

1. Airlane - Gary Numan (3.19)
2. Metal - Gary Numan (3.33)
3. Complex - Gary Numan (3.12)
4. Films - Gary Numan (4.09)
5. M.E. - Gary Numan (5.37)
6. Tracks - Gary Numan (2.52)
7. Observer - Gary Numan (2.54)
8. Conversation - Gary Numan (7.37)
9. Cars - Gary Numan (3.59)
10. Engineers - Gary Numan (4.01)
11. Random - Gary Numan (3.50)
12. Oceans - Gary Numan (3.03)
13. Asylum - Gary Numan (2.32)
14. Me: I Disconnect for You - Gary Numan (3.06)
15. Bombers - Gary Numan (5.47)
16. Remember I Was Vapour - Gary Numan (4.47)
17. On Broadway - Gary Numan (4.47)

#pleasureprinciple #garynuman #boomerangmusic
Em 07/09/1981, há exatamente 45 anos atrás era lançado o single Just can't get enough, da banda Depeche Mode.

Hit do álbum "Speak & Spell".

#depechemode #boomerangmusic