Banda MEU FUNERAL lança o EP “COISA DE SANTANÁS”

A banda Meu Funeral apresenta seu segundo EP, Coisa de Satanás, em todos os aplicativos de música. Composto por três faixas, o novo trabalho conta com produção do Meu Funeral e Jorge Guerreiro.

 

Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/CoisaDeSatanasPR .

 

O EP e integra o projeto “Tropicore Hardcal”, que vem sendo divulgado em etapas pela Universal Music.

 

Formada por Luquita (voz, guitarra, ukulele), Pepe (guitarra, backing vocal) e Dan (baixo, backing vocal), a banda também disponibiliza hoje em seu canal no YouTube o videoclipe de “Coisa de Satanás”.

 

Assista agora: https://www.youtube.com/watch?v=Np5rIOgFCUk.

 

Quando optamos por lançar o disco dividido em EPs, pensamos em começar mostrando a que viemos, lançando um som contra o ‘genocida que não podemos chamar de genocida’.  Já para esse segundo, escolhemos as músicas com a intenção de inserir um pouco mais de humor junto de críticas ácidas, que vem capitaneado por ‘Coisa de satanás’ como single. A segunda, ‘Agricultor de merda’, também tem sua dose de crítica social, mas não política. Ela conta com um feat. do Abraskadabra, uma excelente banda de ska de Curitiba/PR que tem alcance mundial. Nós somos superfãs deles e recomendamos muito a todos ouvirem. A última, ‘Eu tô meio podre’, é uma história real que ocorreu com o Luquita, nosso vocalista na época em que ele trabalhava dirigindo Kombi. A inspiração veio de um incômodo com relação à definição do que é droga. Assistimos a uma guerra às drogas ilícitas que mata muito mais do que as supostas drogas. A polícia brasileira é a que mais mata e mais morre no mundo, enquanto a cada esquina tem um bar, uma farmácia ou um fast food vendendo itens que fazem tanto mal quanto as substâncias ilícitas. Inevitavelmente, em meio a esses questionamentos, nos deparamos com o moralismo e a hipocrisia da nossa sociedade, que aceita esse conceito lícito x ilícito, que na música representei com a igreja, que historicamente é um ‘locus’ privilegiado para tabus, pecados, culpas, penitências e polarizações das mais variadas. O público pode esperar, pois em breve teremos outro EP na praça! Esse será mais alto astral. A mensagem dele será mais positiva e esperançosa do que a dos EPs anteriores. Estamos ansiosos para soltar esse e dançar com a galera”, disseram os integrantes da banda.

 

 

Em fevereiro, o grupo apresentou a primeira parte do projeto com o EP “Acabou” (https://youtu.be/vQonmqDTII4). O grupo apresenta canções que desafiam e deleitam o ouvinte. O desafio vem da urgência dos temas que são abordados com uma estética punk DIY que beira a irresponsabilidade. O deleite vem dos refrões fáceis de cantar e da sensação de alma lavada por finalmente ver estes temas em uma música. Esta dualidade é reflexo das nuvens que pairam sobre o vocalista Luquita, que não reluta em falar de política, mortalidade, injustiça e até o amor – um grito pelo mundo como ele deveria ser. Mais que uma apresentação musical, seus shows são atos de engajamento e uma explosão de energia difícil de descrever. Sempre se valendo do bom humor como ferramenta.

 

Recentemente a banda também lançou a “FUFU TV”, um conjunto de ações e programas em todas as suas redes sociais para atrair e engajar mais público.

 

Nós caímos na real e nos ligamos que graças ao governo deste país de m#$%, nós não estaremos tão cedo no nosso lugar preferido: em cima de um palco imundo, correndo o risco de ser eletrocutado bêbado fazendo um show para um público que amamos. Após esta constatação dura, porém simples, decidimos que enquanto isto durar nós seremos uma WEB BANDA (vou patentear esse termo) e vamos nos portar como influencers. Só que nós não gostamos de ficar dizendo o que tomamos no café da manhã, até porque a mesa não é das mais vistosas aqui em casa (risos). Daí veio a ideia da TV, com clara inspiração na antiga MTV. Após uma intensa pesquisa de cases e referências, promovemos este choque de conteúdo chamado FUFU TV”, diz Dan Menezes, baixista da banda e o autoproclamado ‘Boninho da FUFU TV’.

 

Já no anúncio, uma transmissão ao vivo, a tiração de sarro característica do projeto: os integrantes da banda tentam cantar o hino nacional, assim como foi na primeira transmissão da TV brasileira, mas logo depois desistem porque está difícil praticar o ufanismo no Brasil atual.

 

A live “Café ou Mate”, um bate-papo estilo podcast com os integrantes e convidados é a atração de toda segunda-feira. Nas terças, tem o “Fufu Indica”, no qual a banda apresenta um artista que faz a sua cabeça. Na quarta, no quadro “Coveiro”, é apresentado uma sessão com a banda tocando um cover do artista do dia anterior. Na quinta é a vez do “Telecurso Funerário”, uma divertida videoaula onde os membros ensinam a tocar as canções da banda com uma proposital didática questionável. Sexta-feira marca o “Notíças de Merda”, um telejornal expresso onde a banda comenta as notícias da semana de forma irônica. Sábado é dia de descanso – “porque até o cara lá de cima teve o dele”, adiciona o vocalista Luquita –, e no domingo a semana fecha com “Caminhos da Arte”, um minidocumentário pretensamente refinado e esnobe com bastidores dos trabalhos da banda, apresentando os seus parceiros nas produções. Todas as atrações vão ao ar às 12 horas, para criar um hábito com a audiência.

 

Já na primeira semana, a banda viu seus números nas redes sociais crescerem na ordem de impensáveis 1.000%, um bom sinal de aceitação do projeto. O episódio inicial, com a artista Malfeitona, responsável pelas capas dos discos da banda, já caiu nas graças do público.

 

Todo o conteúdo é produzido pela própria banda. Cientes do desafio que é se manterem produtivos, eles ainda prometem mais: “Sabemos que botamos um rinoceronte na sala, a carga de trabalho está bem pesada. Mas é a melhor maneira que encontramos para nos relacionar com nossos fãs. Queremos inserir mais interação e novos programas, como sorteios e um show ao vivo”, adianta Dan.

 

 

 

Com informações: www.universalmusic.com.br

 Universal Music Brasil :: Departamento de Imprensa e Comunicação / PR