Cantora LUANA CARVALHO lança álbum “SEGUE O BAILE”

Ouça aqui – https://links.altafonte.com/segueobaile

 

Na adolescência, frequentei muitos bailes funk. Fui fundo mesmo: bailes da periferia; favelas em morros do rio; plays na Tijuca, Méier, Vila Valqueire, Vila da Penha e Nilópolis; viaduto de Madureira; boates da zona sul. Aprendia os passos, ensaiava em casa, ia pra dançar, levava a sério. Mesmo não sendo ‘nativa’ – termo usado por Hermano Vianna no livro ‘Mundo Funk Carioca’, para as pessoas que eram, de fato, das comunidades e arredores – fui sempre bem recebida e acho que, principalmente, por ter amigos que eram ‘nativos’, já que o samba e o futebol (profissão de meu pai) me fizeram criar muitos elos no subúrbio e favelas do rio. Minha relação com o funk tem muito em comum com minha relação com o samba, embora, na minha casa, o funk fosse considerado uma espécie de problema sociocultural; Insistia-se em condenar o que chamavam de dominação que, supostamente, a ‘música americana’ estava exercendo sobre espaços dos morros, que deveriam ser de samba, exclusiva e historicamente.

 

Assim como o samba sofreu preconceito no início do século XX – sambistas iam, inclusive, presos por portarem determinados instrumentos típicos do ritmo – o funk seguiu, e ainda segue, um caminho parecido. Tanto no impacto quanto na discriminação. Isso, claro, tem a ver com a origem popular de seus locais de propagação, e com a imagem violenta e vulgar que a grande maioria da elite carioca julga ser a desse universo. Mesmo com a explosão de nomes como Anitta e Ludmilla, de uns anos pra cá – o que é muito importante, historicamente – existe ainda – também com ícones como Zeca Pagodinho – uma espécie de folclorização no que poderíamos chamar de respeito ou admiração das classes mais altas por esses ‘personagens do povo’. A questão é que, da mesma maneira que o samba, cuja origem sempre foi polêmica, se tornou um dos maiores símbolos da cultura brasileira, o funk carioca – e pasmem com a quantidade de teses escritas sobre esse movimento desde o livro de Hermano, portanto seria leviano aprofundar o assunto num release de disco – movimentava, já no início dos anos 80, um número perto de 700 bailes por fim-de-semana, frequentados por uma média de 5 mil bailarinos, cada. Além disso, é uma música que muito se difere do Soul ou do Jazz Funky, de onde provém, teoricamente; principalmente por sua mistura com o maculelê.

 

Por causa da nostalgia que a quarentena me trouxe, voltei meus ouvidos a tudo que mais profundamente me constituiu como ser musical. E lá nos primórdios das minhas tardes inteiras ouvindo e decorando letras de música, encontrei, inevitavelmente – também pelo ano de falecimento e homenagem – o repertório de minha mãe, e os fiunks que tanto embalaram uma época fundamental da minha vida. Também a transformar em letras, reflexões sobre o comportamento da minha classe social e assuntos como racismo, feminismo, doenças tão recorrentes como câncer de mama (tanto em ‘Teta Sem Treta’, música que compus em parceria com a atriz Andreia Horta, quanto em ‘Mainha’). Ao sentir a resposta do público do meu instagram às minhas gravações caseiras de Mc Marcinho, Bob Rum, Latino, Jefferson Jr e Umberto Tavares (gravada por Ludmilla), compositores clássicos e atuais do movimento, tive vontade de falar de um outro baile. Este que não são os de carnaval, mas que unem e separam morro e asfalto ­­– o Baile de Máscara a este disco agora, como uma espécie de ‘duologia’ – na mesma proporção; e que ajudam o Brasil menos favorecido– a seguir o baile da vida.

 

Creio que já se imagine o quanto lembrei da trajetória de minha mãe, que saiu da bossa-nova rumo aos pagodes do Cacique de Ramos. E digo isso sem maiores pretensões, mas por que também conta na ligação que faço entre os dois álbuns de 2020.

 

A escolha do produtor vem dessa necessidade de unidade sonora entre os discos, a ideia de continuação. Por incrível e contraditório que pareça, o funk e o samba têm muitas sombras e luzes que se cruzam, artisticamente. Todos os integrantes foram pensados de acordo com a diversidade indispensável, pois tenho ciência da responsabilidade social que assumo, me arriscando nesse universo. No coro, botando voz às letras comigo, estão negres, favelades, gays, gente cujas respostas à minha consulta sobre ‘lugar de fala’ foi o que permitiu gravação e composição desses discursos problematizadores; além de muitos telefonemas para líderes de movimentos antirracistas, por exemplo. Ainda assim, não foi fácil escolher funks com letras que coubessem na minha boca de mulher branca, de classe média alta, feminista e bissexual. Principalmente, letras que não esbarrassem no que cada vez mais consideramos politicamente incorreto. Mas taí o resultado de uma pesquisa profunda e muito engrandecedora pra mim em todos os sentidos. Espero que vocês se divirtam!

 

 

  1. Hoje

(Jefferson Junior/Umberto Tavares)

 

Luana Carvalho – voz

Kassin – baixo acústico

Dedê Silva – bateria e percussão

Pedro Sá – violão

Coro – Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.

 

  1. Selfie

(Luana Carvalho)

 

Luana Carvalho – voz

Kassin – baixo acústico, palmas, balão e programação

Dedê Silva – bateria, percussão, sinos e palmas

Pedro Sá – violão

Coro – Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.

 

  1. Me leva

(Latino)

 

Luana Carvalho – voz

Kassin – baixo acústico, percussão e programação

Dedê Silva – bateria e percussão

Pedro Sá – violão

Coro – Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.

 

  1. Está escrito

(Bob Rum)

 

Luana Carvalho – voz

Kassin – baixo acústico

Dedê Silva – bateria e percussão

Pedro Sá – violão

Coro – Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.

 

  1. Rap do solitário

(Mc Marcinho/Sullivan & Massadas)

 

Luana Carvalho – voz

Kassin – baixo acústico e programação

Dedê Silva – bateria e percussão

Pedro Sá – violão

Coro – Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.

 

  1. Garota nota 100

(Mc Marcinho)

 

Luana Carvalho – voz

Kassin – baixo acústico

Dedê Silva – bateria e percussão

Pedro Sá – violão

Coro – Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.

 

  1. Teta sem treta

(Luana Carvalho/Andreia Horta)

 

Luana Carvalho – voz

Zero Telles – percussão

Kassin – baixo acústico

Dedê Silva – bateria e percussão

Pedro Sá- violão

Coro – Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.

 

  1. Última Oração

(Pedro Bernardes)

 

Luana Carvalho – voz

Zero Telles – percussão

Kassin – baixo Acústico e programação

Dedê Silva – bateria e percussão

Pedro Sá – violão

Coro – Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.

 

  1. Mainha

(Luana Carvalho)

 

Luana Carvalho – voz

Zero Telles – percussão

Kassin – baixo acústico

Dedê Silva – bateria e percussão

Pedro Sá – violão

Coro – Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.

 

Produzido e mixado por Kassin.

Masterizado por Ricardo Garcia no Magic Master.

Gravado por Mauro Araújo no estúdio Marini.

 

Foto Capa: Jorge Bispo

Arte Capa: Diego Limberti e Gabriel Martins

Assessoria de Imprensa: Bebel Prates

 

Distribuição Digital Altafonte Brasil / Marketing The Ranked Músic

 

Redes Sociais: 

 

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www.instagram.com/luanacarvalhoaqui

www.twitter.com/carvalholua

 

 

Com informações: Bebel Prates – Assessoria de Comunicação

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Em 07/08/1990, há exatamente 36 anos atrás era lançado o álbum de estreia do cantor e compositor Jon Bon Jovi “Blaze Of Glory”.

Integrantes:

Jon Bon Jovi (vocals, guitars, keys)
Jeff Beck, Aldo Nova, Danny Kortchmar, Robbin Crosby, Waddy Wachtel (G)
Little Richard (vocals, keys)
Elton John, Benmont Tench (keys)
Randy ‘Love Man’ Jackson, Bob Glaub (bass)
‘Handsome’ Kenny Aronoff (drums)
Phil Parlapiano (Accordeon)

Track list:

	1.	Billy Get Your Guns
	2.	Miracle
	3.	Blaze of Glory
	4.	Blood Money
	5.	Santa Fe
	6.	Justice In The Barrel
	7.	Never Say Die
	8.	You Really Got Me Now
	9.	Bang A Drum
	10.	Dyin’ Ain’t Much Of A Livin’
	11.	Guano City

#jonbonjovi #blazeofglory #youngguns #jeffbeck #aldonova
Em 07/08/1990, há 36 anos atrás era lançado o 2° álbum de estúdio da banda Extreme @extreme_band band 
“Pornograffitti”.

Integrantes:

Gary Cherone (vocals)
Nuno Bettencourt (guitars, keys)
Pat Badger (bass)
Paul Geary (drums)
Additional musicians: Pat Travers (vocals) Dweezil Zappa (guitars) Li’l Jack Horn Section: Bob and Chuck Findley, Bill Watrous, Dick ‘Slyde’ Hyde, Pete Christlieb, Joel Peskin (Horns)

Track list:

	1.	Decadence Dance
	2.	Li’l Jack Horny
	3.	When I’m President
	4.	Get The Funk Out
	5.	More Than Words
	6.	Money (In God We Trust)
	7.	It(‘s A Monster)
	8.	Pornograffitti
	9.	When I First Kissed You
	10.	Suzie (Wants Her All Day What?)
	11.	He-Man Woman Hater
	12.	Song For Love
	13.	Hole Hearted

#extreme #extremeband #pornograffitti #garycherone #nunobettencourt 
Hoje, 07/08, é aniversário do cantor, compositor e vocalista da banda Iron Maiden @ironmaiden Bruce Dickinson @brucedickinsonhq que completa 68 anos.

#brucedickinson #happybirthday #boomerangmusic
Hoje, 07/08, é aniversário do cantor e compositor Caetano Veloso @caetanoveloso que completa 84 anos.

#caetanoveloso #happybirthday #boomerangmusic
Em agosto de 1966, há exatamente 60 anos atrás era lançado o 7° álbum de estúdio da banda The Beatles @thebeatles "Revolver"

The Beatles

John Lennon – vocais principais, harmonias e vocais de apoio; guitarras rítmica e acústica; órgão Hammond, Mellotron,[398] harmônio; loops de fita, efeitos sonoros; pandeireta, palmas, estalos de dedos
Paul McCartney – vocais principais, harmonias e vocais de apoio; baixo elétrico, guitarras rítmica[191] e solo; piano, clavicórdio; loops de fita, efeitos sonoros; palmas, estalos de dedos
George Harrison – vocais principais, harmonia e vocais de apoio; guitarras solo, rítmica, acústica e baixo elétrico; sitar, tambura; loops de fita, efeitos sonoros; maracas, pandeireta, palmas, estalos de dedos
Ringo Starr – bateria; pandeireta, maracas, campana, chocalho, palmas, estalos de dedos; loops de fita; vocais principais e vocais de apoio[399] em "Yellow Submarine"

Tracklist:

Side A
1. Taxman
2. Eleanor Rigby
3. I'm Only Sleeping
4. Love You To
5. Here, There And Everywhere
6. Yellow Submarine
7. She Said She Said

Side B
1. Good Day Sunshine
2. And Your Bird Can Sing
3. For No One
4. Doctor Robert
5. I Want To Tell You
6. Got To Get You Into My Life
7. Tomorrow Never Knows

#Revolver #thebeatles #boomerangmusic
Em agosto de 1973, há exatamente 53 anos atrás era lançado o álbum de estreia da banda Secos e Molhados. 

Produzido por Moracy do Val

Secos & Molhados

Ney Matogrosso – vocal
João Ricardo – violões de 6 e 12 cordas, harmônica de boca e vocal
Gérson Conrad – violões de 6 e 12 cordas e vocal

Faixas:

01. Sangue Latino (Ricardo/P. Mendonça) - 2:07
02. O Vira (Ricardo/Luhli) - 2:12
03. O Patrão Nosso de Cada Dia (Ricardo) - 3:19
04. Amor (Ricardo/J. Apolinário) - 2:14
05. Primavera nos Dentes (Ricardo/J. Apolinário) - 4:50
06. Assim Assado (Ricardo) - 2:58
07. Mulher Barriguda (Ricardo/S. Trindade) - 2:35
08. El Rey (Conrad/Ricardo) - 0:58
09. Rosa de Hiroshima (Conrad/V. Moraes) - 2:00
10. Prece Cósmica (Ricardo/C. Ricardo) - 1:57
11. Rondó do Capitão (Ricardo/M. Bandeira) - 1:01
12. As Andorinhas (Ricardo/C. Ricardo) - 0:58
13. Fala (Ricardo/Luhli) – 3:13

#sexosemolhados #boomerangmusic
Em 06/08/2009, há exatamente 17 anos atrás falecia o diretor, escritor e roteirista John Hughes aos 59 anos.

#johnhughes #boomerangmusic
Em agosto de 1986, há exatamente 40 anos atrás era lançado o álbum de estreia da banda Capital Inicial @capitalinicial 

Produzido por Bozzo Barretti

Integrantes:

Dinho Ouro Preto
Flávio Lemos
Fê Lemos
Loro Jones

Músicos convidados

Bozzo Barretti: teclados e piano
Naipe de metais em "Música Urbana"
Demétrio Bezerra: sax-alto
Gianni Fabra: sax-tenor
Franco Mourão: trompete

Tracklist:

Lado 1
Música Urbana
No Cinema
Psicopata
Tudo Mal
Sob Controle
Veraneio Vascaína

Lado 2
Gritos
Leve Desespero
Linhas Cruzadas
Cavalheiros
Fátima

@lorojones37
@dinhoouropreto
@flaviolemos
@felemos 

#capitalinicial #boomerangmusic