Cat Vids lança Radicalíssimo: ouça primeiro aqui

Disco teve como “esquenta” a minissérie Como Gravar Um Disco de Sucesso

 

 

O pontapé inicial para o lançamento de Radicalíssimo (Schwreables Records) foi a minissérie Como Gravar Um Álbum de Sucesso, lançada no primeiro semestre, que estreou junto com o primeiro single do disco, Dress Code. Depois de cinco episódios, ela chegou ao fim e foi quando a banda Cat Vids revelou a segunda faixa: Cingarro. Neste embalo, veio Já Chorei, no início de Agosto, e agora, Pedro Spadoni (voz e guitarra), Paulo Senoni (guitarra), Aecio de Souza (bateria) e Tiago França (baixo), lançam o disco com nove faixas, que conta com participações especiais de dois grandes amigos da banda: Bruna, da banda BRVNKS e Chrisley. Ouça aqui.

 

Sucessor de Radical (2017), o novo álbum se trata de uma espécie de evolução do primeiro trabalho. As composições de Radicalíssimo são em português, na sua maioria, o que “dá mais  personalidade para o projeto como um todo”, comenta Pedro. Além disso, há maior elaboração de arranjos, já que, desta vez, toda a banda colaborou com as composições, diferente do disco de estreia, que foi assinado pelo guitarrista Pedro. Inclusive, é importante ressaltar que nesse disco, a Cat Vids deixa de ser um projeto solo, levando o que já acontecia nos palcos para a produção musical. “Apesar de manter a essência estética de Radical, há mais variação de timbres, utilização de synths e arranjos em geral. Isso se deve tanto ao fato de as músicas já estarem sendo tocadas ao vivo há um tempo, como ao direcionamento de produção de pensar cada faixa individualmente, buscando timbres, efeitos e mexendo até nas peças de bateria faixa a faixa”, conta Pedro.

 

A gravação aconteceu no Estúdio Aurora em São Paulo num período de oito dias – foi quando os integrantes conviveram com a produtora Alejandra Luciani: “A participação da Alejandra foi essencial também para ajudar a viabilizar as ideias sonoras que tivémos para cada música. Ela acabou co-produzindo o disco com a gente, indo além de ser técnica de som. O Paulinho cuida da mix desde o Radical, e fomos bem detalhistas na mix do disco, fazendo diversas reuniões “mão-na-massa” presenciais e até gravando complementos pro arranjo na casa dele em cima das novas versões das mixes”, relembra o vocalista.

 

Faixa a faixa

 

Por transmitir bem a aura divertida da banda, Mayday foi escolhida tanto como faixa de abertura do disco como para ser o tema da minissérie Como Gravar Um Álbum de Sucesso. “Ela tem cara de trilha sonora mesmo, por mais que sempre tenham me falado que no geral as músicas da Cat tenha cara de trilha de filme (risos). Ela abre o disco também por apresentar a nova proposta de letras em português, misturado com inglês em alguns momentos”, comenta Pedro. E continua: “A letra de Mayday fala basicamente de relacionamentos atuais que começam no virtual e podem gerar muita frustração quando passam pro ao vivo. No contato pelo “celular” muitas vezes são duas personas construídas se conhecendo, que podem muitas vezes não são materializadas como em nossas expectativas. E a gente cria umas expectativas muito loucas, né? Não que eu já tenha passado por isso…. (sim, demais)”. Já o instrumental soa como um indie 2000, mesmo que tenha surgido a partir de referências mais modernas, como No Vacation e Hockey Dad.

 

Cingarro foi a primeira faixa composta em português, “basicamente porque eu tinha passado por uma frustração (risos), e queria escrever em pt pra que ficasse bem claro que eu estava muito triste com a situação. Aí achamos legal e trocamos tudo o que tinha antes para português. É uma música bem surf-rock, com bases meio White Stripes misturadas a um baixo “forró-surf” (rs) – o Tiago usou linhas de forró como base de fato, riffs do Paulinho puxando pro 8-bit e uma bateria bem surf do Aecio”, diz. Já a estética de video game acaba sempre aparecendo em alguns timbres de guitarra e synth, principalmente.

 

Mantendo a onda surf-rock do disco, Bebe Demais puxa um pouco mais para referências como Fidlar e Bleached, com a adição de diferente tipos de synths aos arranjos. “Ela surgiu de uma brincadeira com minha amada amiga Mari, que reclamou (seu hobby é reclamar) que não tinha uma música pra ela, e eu fiz essa pra ela ali na hora (risos). A ideia da letra é desmistificar essa cultura popular de incentivo ao consumo alcoólico, sabe? Dá pra se divertir com responsabilidade. Às vezes acontece, tudo bem… mas não precisa. É que eu tenho uns amigos que, tá louco, não param nunca (rs). A Mari hoje é mais responsável eu acho. Mas tem ótimas histórias”, conta.

 

A faixa que vem a seguir é Ash Ketchum e tem participação da Brvnks, grande amiga de Pedro. “Então, essa música foi o motivo da Mari ter reclamado de não ter uma música pra ela, porque eu tinha feito essa antes pra Thamara, outra amiga querida. Ash Ketchum surgiu de um dia que a Thata chegou me contando muito brava que o namorado dela enchia o saco pra ela jogar os mesmos jogos que ele mas era super competitivo não deixando ela se divertir. Concordo! Thata é uma rainha e deve ser tratada como tal. Como eu e Bruna (Brvnks) somos muito amigos, já havíamos combinado dela participar de alguma faixa, e nessa faltava uma graça na melodia dos vocais. A Bruna fez na hora ali as melodias dos backings e já ficou bem legal! Ah, o nome… é porque o jogo que eles jogavam era Pokemon (rs). E tem uma brincadeira com spider-man no meio porque a batida da guitarra simplesmente pedia, por conta da música do Ramones, e o Paulinho sempre fazia isso na voz ou na guitarra. Aí gravamos essa “homenagem” (rs)”.

 

Dress Code foi o primeiro single do disco por ser uma boa apresentação da proposta como um todo do álbum, já que é alto-astral, mistura o português com o inglês e carrega tanto referências de surf em alguns efeitos como tem um bpm intermediário entre o começo e o fim do disco. A faixa mistura violão com guitarras nos arranjos e teve a participação de Alejandra, que assina como técnica de som, fazendo backing vocals no “refrão”, “entre aspas pois é um refrão que só aparece uma vez, mas tem estrutura de refrão”, comenta Pedro. Sobre a sonoridade da faixa, Pedro conta que, “comparada com as outras, é de fato uma faixa mais tranquila, tanto que é a primeira vez que você vai ouvir um violão no disco”. Além disso, quanto aos sons que estava ouvindo na época de compor, ele revela: “quando eu escrevi Dress Code, andava ouvindo bandas como Pope e Modern Baseball, então ela acabou carregando esse tipo de referência sonora. Mas no fundo sempre existem referências de clássicos do indie como Pavement e Pixies, e creio que nessa isso fique mais evidente”. E continua: “A letra foi inspirada em situações que passei com o Tiago, baixista. Quando canto ‘olha o meu amigo, tá todo esburacado, o seu tênis tá furado (…)’, é dele que eu falo. Trabalhávamos juntos e, mesmo em reuniões, ele sempre estava com uma camiseta furada, pois nunca ligou muito para isso. Como não sou muito diferente, já passei por momentos do mais puro desleixo também, e a letra de Dress Code, apesar de fictícia, resume essa nossa incapacidade de sermos muito formais”.

 

Kundera foi uma das primeiras faixas de todo o projeto, feita antes de Radical, inclusive. “Algumas faixas do disco, como essa, já tocávamos desde o primeiro show, pois o EP é bem curtinho e não completaria uma apresentação sozinha. A Kundera aborda um grande drama de leitores de livros: o empréstimo de livros que nunca são devolvidos. É triste. Um dos meus preferidos nunca mais voltou…. “a Insustentável Leveza do Ser”, de Milan Kundera. Baita livro, puta merda. Daí o nome da faixa”, conta Pedro. Na sonoridade, Kundera transita pelo Wavves do surf-rock, com um guitarras e um baixo oitavado bem distorcido no refrão. Muitas faixas são bem curtinhas, por característica de composição mesmo. “Não somos muito fãs de enrolação”.

 

Já Calabokitos é uma espécie de transição pro final mais lo-fi do disco. “E eu queria botar o Chrisley no disco porque ele é muito engraçado e querido. Te amo amigo, to com saudades. Na verdade isso foi feito só pra ter um feat. Chrisley mesmo. O Aecio gravou uns takes freestyle lá e pronto (rs)”, relata Pedro.

 

Já Chorei apresenta uma outra faceta do disco, “por mais que o álbum e o estilo da gravação sejam mais hi-fi, essa nova música é uma canção lo-fi, uma vertente que gosto muito”, conta Pedro. Inclusive, ele revela que a criação foi bem mais experimental e tem referências em bandas como Good Morning e Alex G, “os arranjos foram montados já dentro do estúdio mesmo, e algumas decisões tomadas depois. Experimentamos alguns tratamentos para voz na mix, por exemplo, e o Paulinho achou esse ponto que gostei muito, mais sequinho e com distorção, meio crooner, enfim, combinou demais, deu um equilíbrio em contraponto aos arranjos que são bem ‘molhados’”. E continua: “Gravamos Já Chorei com uma guitarra velha e toda desafinada, que ressuscitei pra gravar tudo que tem alavanca no disco. As desafinações funcionam como bends que chegam nas notas sustentadas pelo baixo e pela base, dando essa sensação de inconstância do tema central da música, já que ato de chorar compulsivamente vem de um desequilíbrio emocional. Tem uma metáfora aí que a música soa “frágil” pelas guitarras e falta de estrutura, mas segue em frente, até se estabilizar”.

 

TV Shows é uma música surf semi-acústica que fala de preguiça, embalada por reality shows de TV por assinatura “que podemos ficar assistindo por horas antes que surja a força de vontade pra sair de casa (rs). Na real, a gente já estava nessa de ficar em casa muito antes da pandemia (rs), e a TV Shows trata dessa incapacidade de levantar do sofá”.

 

OUÇA RADICALÍSSIMO AQUI

 

 

FICHA TÉCNICA

 

Produção: Paulo Senoni e Pedro Spadoni

Técnica de som: Alejandra Luciani

Mixagem: Paulo Senoni

Masterização: Fernando Sanches (El Rocha)

Gravação: Alejandra Luciani e Aécio de Souza no Estúdio Aurora

Arte: Arthur D’Araujo

Composições: Pedro Spadoni

Arranjos: Pedro Spadoni, Paulo Senoni, Aecio de Souza, Tiago França

 

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SOBRE CAT VIDS

 

A Cat Vids é uma banda paulista formada por Pedro Spadoni (vocal e guitarra), Paulo Senoni (guitarra), Aécio de Souza (bateria) e Tiago França (baixo). Em 2017, Pedro começou a gravar algumas demos sozinho e depois se uniu com Paulo, Aécio e Tiago.

 

Juntos, eles lançaram o EP Radical, fizeram shows por São Paulo, e chegaram a tocar em Brasília e Goiânia, no festival Vaca Amarela. Além do EP, que acabou entrando em listas do Spotify e até para a capa da “Indie BR”, lançaram um clipe da música Waiting, produzido junto com o diretor Luiz Sconza.

 

Para anunciar o próximo trabalho da banda, eles lançaram a minissérie Como Gravar Um Disco de Sucesso, inspirada em The Office e com cinco episódios – assista aqui.  Com participações de nomes como BRVNKS, Popoto Martins, da banda Raça, e Rogério Skylab, Como Gravar Um Disco de Sucesso, apesar de ficcional, tem algumas semelhanças com o processo de gravação do novo álbum da Cat Vids, Radicalíssimo. Além de ter sido filmada no mesmo estúdio (Estúdio Aurora), em São Paulo, alguns personagens da minissérie participaram da produção do álbum. E, ainda, cada integrante da Cat Vids é representado por uma espécie de alterego/caricatura de si mesmo.

 

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA – Café8 – Comunicação e Projetos Especiais / Thais Pimenta

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Hoje, 15/10, é aniversário do cantor e compositor Chris de Burgh @cdebinsta que completa 78 anos

#chrisdeburgh #happybirthday #Boomerangmusic
Hoje, 15/10, é aniversário do cantor e compositor Pedro Luís @pedroluisoficial que completa 66 anos.

Integrante das bandas Pedro Luís e a Parede e Monobloco @monoblocooficial 

#pedroluis #monobloco #Boomerangmusic #happybirthday
Em 15/10/1987, há exatamente 39 anos atrás era lançado o 2° álbum de estúdio da banda Engenheiros do Hawaii "A Revolta dos Dândis".

Produzido por Reinaldo Barriga @barriga_reinaldo

O álbum marca a saída do integrante Marcelo Pitz e a entrada do guitarrista Augusto Licks.

Integrantes:

Humberto Gessinger: Voz, baixo (modelo Rickenbacker 4003), guitarra (em "Terra de Gigantes") e guitarra de doze cordas (modelo Fender) (em "Vozes").
Augusto Licks: Guitarras (modelos Roland G-505 e Gibson Les Paul), violão (marca Martin com cutaway), harmônica (modelo Hohner Marine Band 1896/20 afinada em Mi maior) (em "A Revolta dos Dândis I" e "A Revolta dos Dândis II") e órgão Hammond (em "Vozes").
Carlos Maltz: Bateria e voz (em "Filmes de Guerra, Canções de Amor").

Convidados

Júlio Reny: Voz (em "Guardas da Fronteira").
Reinaldo Barriga: Baixo (em "Terra de Gigantes").
Jaguar, Picolé e Tuca: percussão (em "Filmes de Guerra, Canções de Amor").

Tracklist:

Lado A 
"A Revolta dos Dândis I" 
"Terra de Gigantes" 
"Infinita Highway" 
"Refrão de Bolero" 
"Filmes de Guerra, Canções de Amor" 

Lado B 
"A Revolta dos Dândis II" 
"Além dos Outdoors" 
"Vozes" 
"Quem Tem Pressa Não Se Interessa" (Humberto Gessinger - Carlos Maltz) 
"Desde Aquele Dia" 
"Guardas da Fronteira" 

#engenheirosdohawaii #arevoltadosdândis #boomerangmusic
Em 15/10/2013, há exatamente 13 anos atrás era lançado o 10° álbum da banda Pearl Jam @pearljam "Lightning Bolt".

Pearl Jam

Jeff Ament – baixo · teclado (canção 7)
Matt Cameron – bateria · backing vocal (canção 4)
Stone Gossard – guitarra · bongô (canção 7)
Mike McCready – guitarra · guitarra com arco (canção 7) · baixo de seis cordas (canção 3)
Eddie Vedder – vocal · guitarra · ukulele (canção 10)

Tracklist:

Getaway
Mind Your Manners
Lightning Bolt
Future Days
My Father's Son
Sirens
Infallible
Pendulum
Swallowed Whole
Let The Records Play
Sleeping By Myself
Yellow Moon

#pearljam #lightningbolt #boomerangmusic
Hoje, 15/10, é aniversário da cantora e compositora Brenda K. Starr @officialbrendakstarr que completa 60 anos.

#brendakstarr #happybirthday #Boomerangmusic
Blondie @blondieofficial anuncia "High Noon", seu primeiro álbum de inéditas em nove anos.

Apresentando a última gravação de Clem Burke com a banda

O 12º álbum de estúdio da banda chega às lojas em 26 de fevereiro de 2027 pela BMG e marca a última gravação do falecido baterista e cofundador Clem Burke .

O primeiro single do álbum, “Spectral Eyes”, já está disponível. Composta por Johnny Marr, que também contribui com a guitarra, a faixa abre High Noon com a energia contagiante do Blondie clássico.

O novo projeto conta com a participação de Johnny Marr, Glen Matlock, Zach Condon (do Beirut), Jess Wolfe e Holly Laessig (do Lucius), entre outros.

High Noon sucede Pollinator, o álbum de 2017 do Blondie repleto de participações especiais, incluindo Charli XCX, Sia, Dev Hynes, Joan Jett, Marr e outros. Assim como seu antecessor, o novo disco mostra a banda dando continuidade à abordagem eclética que a define desde o início, transitando entre punk e rock, música eletrônica, pop e ritmos latinos.

Atualmente a banda tem a seguinte formação:

• Debbie Harry – Vocais
• Chris Stein – Guitarra (atuando principalmente em estúdio devido a problemas de saúde cardíacos)
• Matt Katz-Bohen – Teclados
• Tommy Kessler – Guitarra
• Andee Blacksugar – Guitarra (substituindo Chris Stein nos shows)
• Leigh Foxx / Glen Matlock – Baixo (com Glen Matlock, ex-Sex Pistols, assumindo turnês e gravações recentes)

Tracklist de ‘High Noon’:

1. Spectral Eyes
2. Heartbreak Kid
3. Come Back Home
4. Tambo Tambo
5. Man Who Had No Face
6. The End
7. Little Metal Drummer
8. Sleepwalking
9. Whistle Into The Wind
10. Antifreeze
11. East of Eden
12. Bad Underwear
13. Ah, Sunflower, Weary of Time

#blondie #newalbum #highnoon
Em outubro de 2022, há exatamente 4 anos atrás era lançado o 7° álbum de estúdio da banda After Bridge @afterbridgeoficial "Pawns & Kings".

Alter Bridge

Myles Kennedy – vocals, guitar, strings, keyboards, programming
Mark Tremonti – guitar, vocals, lead vocals on "Stay"[19]
Brian Marshall – bass
Scott "Flip" Phillips – drums

Tracklist

This Is War 
Dead Among the Living
Silver Tongue
Sin After Sin
Stay
Holiday
Fable of the Silent Son
Season of Promise
Last Man Standing
Pawns & Kings

#afterbridge #pawnsandkings #boomerangmusic
Em outubro de 1988, há exatamente 38 anos atrás era lançado o 3° álbum de estúdio da banda Capital Inicial @capitalinicial "Você Não Precisa Entender".

Produzido por Marcelo Sussekind

Capital Inicial

Fê Lemos: bateria e percussão
Flávio Lemos: baixo
Bozzo Barretti: teclados, percussão e vocais
Loro Jones: guitarra, Ebow, violão e vocais
Dinho Ouro Preto: voz

Músicos convidados

Paulo Marcio: trompete em "Á Portas Fechadas"
Jorge Continentino: saxofone alto e saxofone tenor
Chico Amaral: saxofone tenor, saxofone barítono e saxofone alto em "Ficção Científica"
Wagner Mayer: trombone
Marcelo Sussekind: guitarra reverse, guitarra solo em "Fogo" e vocais em "Blecaute" e "Pedra na Mão"
Marina Lima: vocais em "Rita" e "Limite"

Tracklist:

Lado 1

A Portas Fechadas
Blecaute
Movimento
Pedra Na Mão
Ficção Científica

Lado 2

Limite
Rita
Fogo
O céu

#capitalinicial #vocenaoprecisaentender #boomerangmusic