Delia Fischer lança seu novo álbum, “Tempo Mínimo” e faz tour pela Europa

A Cantora está em turnê pela Europa agora, confira as datas:

 

25 a 28 – Bremen / Alemanha

Apresentação e divulgação no Jazzahead a maior feira de música da Alemanha;

 

3/05 – Karlsruhe / Alemanha

Show solo, convidada especial Vivane Faria (cantora ) clube “El tesoro”;

 

4/05 – Turim / Italia

Show solo em, convidado Gilson Silveira (percussão).

 

O clipe da canção “Meu Tempo”,  já está nas plataformas digitais

 

Ouça e baixe o álbum “Tempo Mínimo” – https://sl.onerpm.com/9577817620

 

Assista ao clipe “Meu Tempo” – https://youtu.be/2DOQM5AJLIQ

 

Tempo, tempo, tempo, tempo… Olhar o calendário a cada hora tem sido uma constante para Delia Fischer. É que o lançamento de seu novo álbum, “Tempo Mínimo” (https://sl.onerpm.com/9577817620) vem provocando esse estado de ansiedade. Mas também de plenitude. E isso pode ser comprovado já na capa, em um flagrante natural da fotógrafa Ana Migliari, ao ar livre, com a leveza e fluidez de quem sempre deixou a música tomar conta de seu corpo. Cantora, compositora e pianista, ela deu uma pista com o single “Mercado”, disponível desde março nas plataformas digitais e já premiado no 16º Independent Music Awards, em Nova York, nas categorias “Best Latin Song” e “Vox Pop”.

 

Para celebrar, ela saboreia as palavras do crítico italiano Massimo Milano, estudioso da música japonesa e brasileira: “Nos dias de hoje, quando a atenção dedicada a qualquer experiência cognitiva ou estética não dura mais que 30 segundos, apropriar-se do tempo e de seu valor talvez seja um gesto muito mais revolucionário do que se poderia imaginar”. E foi exatamente isso que Delia Fischer fez, ao tomar oito anos para chegar a este que talvez seja o mais consistente e representativo trabalho de sua carreira.

 

É isso mesmo! Enquanto a nova geração aproveita as facilidades da era digital para fazer um disco inteiro na rapidez que ela permite, Delia teve coragem suficiente para deixar seu trabalho fluir no tempo que achava necessário. “Ele é o resultado de tudo o que vivi na última década. Tem muita influência do que aprendi com o teatro musical, enfatizando o texto. É o primeiro álbum em que eu assino a maioria das letras, então ele tem uma visão mais da cronista. Eu trouxe várias pessoas para colaborar, produtores musicais de quem sou fã, como Sacha Amback e Rodrigo Tavares, e tive o Rodrigo Campello como um grande coordenador geral, que me deu muitos caminhos. E ainda contei com feats mais que especiais como do Ed Motta, que me levou para os musicais, o Marcos Valle, meu ídolo desde criança, e o Pretinho da Serrinha, outro querido de muitos anos”, enumera. Para a artista, esse projeto traz uma pegada eletrônica, que remete ao seu início com o Duo Fênix, lá nos anos 1980.

 

E mais: Delia também está muito bem acompanhada no clipe da música “Meu Tempo”. Ninguém menos que sua mãe, dona Lia Braga, de 90 anos, divide a cena com ela, em um belo balé que acompanha versos como “Tempo que o tempo agora esquece e encontra a gente em outra dimensão”. O tempo, como se percebe, é temática recorrente no álbum. “Mamãe é uma pessoa que viveu muita coisa, me ensinou outras tantas. Já quase foi embora, uns dois anos atrás, mas está aqui, lúcida, bem. Ela ficou tensa na hora da gravação, só que se saiu muito bem. E é claro que esse trabalho é dedicado a ela, como tudo o que eu faço”, frisa. “Ela é a pessoa que mais me incentivou durante toda a vida, que pagou meus estudos, acreditou, vibrou com cada conquista, então eu quis eternizá-la agora no mundo digital”.

 

Assista em: https://youtu.be/2DOQM5AJLIQ

 

Além de fã, dona Lia nunca interferiu nos gostos musicais da filha, permitindo que ela ouvisse tudo o que quisesse. “Eu fui uma criança muito maluca. Escutava Led Zeppelin, The Who, Peter Frampton, mas curtia música clássica, como Béla Bartók e Ígor Stravinski. Depois veio a fase de Prince e Michael Jackson, o jazz… Até hoje sou uma pessoa que gosta de fato de tudo”.

 

E os laços de sangue se estendem ainda na já citada “Mercado”, presente agora como faixa-bônus do álbum. O filho multi-instrumentista de Delia, Antonio Fischer-Band, participa da gravação, dividindo o teclado com ela. Sem falar em Matias Correa, marido da cantora, responsável pelos acordes do baixo e o beat box. Os três ainda juntaram suas forças para produzir a faixa. “A canção é o resultado de um grande encontro. Descobri que tenho uma banda potente na minha própria casa. E é com eles que vou pegar a estrada”, avisa. Com versos como “Na feira não tem bala de prata / Não feira não tem estacionamento / Na feira se prova depois se paga / Aceite um pedaço do meu cansaço”, a música é uma parceria com Thiago Picchi que, por sua vez, herdou o talento para as artes dos pais, Marcelo Picchi e Elizabeth Savalla. Tudo no espírito “em família”.

 

Embora tenha dedicado muito tempo de sua carreira à seara instrumental, seja como artista ou produtora, Delia traz a palavra para o primeiríssimo plano nesse novo trabalho, em faixas como “Orgia”, “Samba Mínimo”, “Tanto Faz”, “Canção de Autoajuda”, “Ela Furou”, “Copacabana”, “Mesmos Sons”, “Feliz Por Um Triz” e “Corações Amarelos”, feitas sozinha ou com parceiros como Claudio Botelho (o midas dos musicais brasileiros), Carlos Careqa e Camila Costa. A única regravação é a de “Garra”, dos irmãos Paulo Sérgio Valle e Marcos Valle, este último presente na faixa que batizou seu próprio álbum de 1971. Olha o tempo agindo mais uma vez no trabalho.

 

Não foi por acaso que ela escolheu “Tempo Mínimo” como título. “Estamos vivendo mais do que nunca a profecia do Andy Warhol, de que todo mundo teria 15 minutos de fama para dar sua mensagem. Desde que a música migrou para o streaming, ela virou algo como o cinema: a pessoa paga para possuir aquilo naquele momento, com a certeza de que não vão carregar aquele objeto para o resto da vida. E se a tal nuvem acabar? Apesar de eu não ter uma vitrola em bom estado, eu guardo com carinho os discos de vinil. Não tive coragem de me desfazer porque são importantes para a minha vida”.

 

Na contramão dos dias atuais, a cantora só quer que as pessoas deem 15 minutos (um pouquinho mais, na verdade) de seu tempo. “Atualmente, cada segundo é disputado, pois nossa atenção é desviada o tempo inteiro pelos milhões de pisca-alertas cerebrais que vão nos levando para outros caminhos. A atenção hoje é partida”. Mas o tempo de Delia Fischer é outro. E não tem nada de mínimo. Tempo, tempo, tempo, tempo…

 

O que dizem seus convidados especiais:

 

“Eu acompanho a arte da Delia faz muitos anos, pianista exímia desde sempre e muito atenta aos detalhes, elemento fundamental para “grand  art”. Trabalhamos juntos em diversas ocasiões, destaco os arranjos inspirados e aventureiros que ela escreveu para o meu musical “7 O musical”.  Fico muito honrado em participar do disco dela, por nossa amizade de tantos anos, mas sobretudo por seu compromisso sublime com a música. Longa vida a essa grande artista!” –  Ed Motta

 

“Lindo CD esse da Delia Fischer! Pleno de criatividade nos arranjos, personalidade, talento nos teclados e vocais de primeiríssima. Sua versão diferente de ‘Garra’ me surpreendeu e só me trouxe alegria. Participei nos vocais com imenso prazer. Viva a Delia!” – Marcos Valle

 

“Conheci Delia em 1998, na França. Fizemos alguns shows por lá e nos tornamos amigos. Me sinto honrado em poder fazer parte desse seu novo trabalho” – Pretinho da Serrinha

 

Assessoria de Imprensa – Luciana Bastos 

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Tokio Marine Hall @tokiomarinehall 

Realização @toplinkmusic 

#livingcolour #boomerangmusic
Em 27/02/1987, há exatamente 39 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos, o filme de drama Some Kind Of Wonderful, em português Alguém Muito Especial.

Dirigido por Howard Deutch e escrito e produzido por John Hughes.

No elenco Lea Thompson @lea_thompson Mary Stuart Materson @marystuartmasterson Eric Stolz e grande elenco.

Filmão que fez grande sucesso no Brasil e na Sessão da Tarde.

#somekindofwonderful #alguémmuitoespecial #boomerangmusic
Em 27/02/1984, há exatamente 42 anos atrás era lançado o 11° album de estúdio da banda Queen @officialqueenmusic "The Works".

Happy 42nd anniversary to Queen eleventh studio album “The Works” released on February 27th 1984.

Integrantes:

Freddie Mercury (vocals, keys)
Brian May (guitars)
John Deacon (bass)
Roger Taylor (drums)
Additional musicians: Fred Mandel, Mack (keys)

Track list:

	1.	Radio Ga Ga
	2.	Tear It Up
	3.	It’s A Hard Life
	4.	Man On The Prowl
	5.	Machines (Back To Humans)
	6.	I Want To Break Free
	7.	Keep Passing The Open Windows
	8.	Hammer To Fall
	9.	Is This The World We Created...?

#queenband #theworks #freddiemercury #brianmay #rogertaylor
Em 26/02/1991, há exatamente 35 anos atrás era lançado o 9° álbum de estúdio da banda Motörhead @officialmotorhead “1916”.

Integrantes:

Lemmy Kilmister (vocals, bass)
Phil “Wizzö” Campbell (guitars)
Michael “Würzel” Burston (guitars)
Phil “Philthy Animal” Taylor (drums)
Additional musicians: James Hoskins (cello)

Track list:

	1.	The One To Sing The Blues
	2.	I’m So Bad (Baby I Don’t Care)
	3.	No Voices In The Sky
	4.	Going To Brazil
	5.	Nightmare/The Dreamtime
	6.	Love Me Forever
	7.	Angel City
	8.	Make My Day
	9.	Ramones
	10.	Shut You Down
	11.	1916

#motorhead #1916 #lemmykilmister #philcampbell #wurzel
Em 26/02/1988, há exatamente 38 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos o filme Bloodsport, em português O Grande Dragão Branco.

Estrelado por Jean-Claude Van Damme @jcvd 

Filmaço de ação 

#bloodsport #boomerangmusic #ograndedragaobranco
Em 26/02/1988, há exatamente 38 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos o eletrizante trailer Frantic, em português Busca Frenética.

Dirigido por Roman Polanski e estrelado por Harrison Ford e Emmanuelle Seigner. A trilha sonora é de Ennio Morricone.

Filmaço de suspense.

#buscafrenetica #frantic #boomerangmusic
Hoje, 26/02, é aniversário do cantor e compositor Michael Bolton @michaelbolton que completa 73 anos 

#michaelbolton #happybirthday #boomerangmusic
Na próxima sexta, 27/02, vai rolar o show da banda Living Colour @livingcolourofficial no Tokio Marine Hall @tokiomarinehall

A tour "The Best Of 40 Years", celebra a trajetória da banda formada em Nova Iorque, nos Estados Unidos em 1984.

O Living Colour é formado por

COREY GLOVER @coreyglover - vocais
VERNON REID @vurnt22 - guitarras
DOUG WIMBISH - baixo
WILLIAM CALHOUN - bateria

Abertura da casa: 20h
Banda de abertura - Madzilla: 20:50
Living Colour: 22h

SET LIST 

Glamour Boys
Memories Can’t Wait
Leave It Alone
Desperate People
Ignorance Is Bliss
Go Away
Funny Vibe
Bi
Open Letter (To A Landlord)
Drum Solo
This Is The Life
Nothingness
Doug Wimbish Solo Spot
Love Rears Its Ugly Head
Pride
Type
Cult Of Personality

Bis:

Solace Of You
Time’s Up
Middle Man

Realização @toplinkmusic 

#toplinkmusic #livingcolour #thebestof40years #boomerangmusic