Fika, espaço multiuso de arte e cultura é inaugurado no Jardim Paulistano

Em casarão com ateliê, estúdio artístico, loja e ampla área verde, Fika Open Art Studio oferece oficinas de cerâmica e macramê, para iniciantes, profissionais e empresas

 

Um espaço multiuso de arte e cultura. Um oásis verde, em meio à correria da metrópole. Lugar para respirar e inspirar. Assim é o Fika Open Art Studio, recém-inaugurado pelas sócias Carolina Rozenblit e Nicole Poroger, nos Jardins, em São Paulo, num charmoso casarão dos anos 50, repaginado e transformado num ateliê expandido. Fika é um refúgio – a poucos metros das movimentadas avenidas Rebouças e Gabriel Monteiro da Silva – para amantes das artes, sejam iniciantes, profissionais ou até marcas e empresas interessadas em se associar a esse universo criativo.

 

“Fika” – palavra sueca que, como no português “saudade”, não tem tradução – significa basicamente uma pausa para estreitar os laços.  A palavra Fika teve origem no século 19, corresponde a um verbo e a um substantivo, e era considerada uma gíria que derivou da palavra kaffe (café). O menu do Fika, até hoje, é basicamente um café, acompanhado de delícias, como kanelbulle (bolinho de canela com cardamomo). Os suecos amam cardamomo e quase todo pão doce contém a especiaria na massa. Curiosamente, até hoje os suecos preferiram não traduzir esta palavra, pois eles alegam que, mantendo no original, o real significado deste momento corre menos risco de se perder. Mais do que uma pausa diária para um café e docinhos entre amigos, trata-se de um fenômeno social. Um ritual que refresca o cérebro e fortalece as relações de amizade, criatividade e produtividade.

 

As sócias Nicole Poroger e Carolina Rozenblit, que acabam de abrir o Fika Open Art Studio, num casarão dos anos 50, no Jardim Paulistano. Crédito das fotos: Divulgação.

 

Numa área de 500m2, o Fika reúne: ateliês de cerâmica e de tecelagem manual, o macramê; estúdios artísticos que podem ser utilizados por artistas ou empresas para desenvolver seus produtos, reuniões, exposições ou treinamentos; uma loja com objetos à venda de arte e utilitários produzidos pelo Fika ou designers parceiros e, um amplo jardim com árvores, samambaias, plantas tropicais e mesinhas ao ar livre, onde os visitantes podem tomar um café, interagir e criar. O Fika funciona como open studio (espaço aberto) para profissionais, com aulas para iniciantes, workshops para aprofundamento de técnicas e estúdios para reunir artistas e inspirar novas oportunidades. Designers, amantes das artes ou simplesmente pessoas que procuram novas formas de criar e fugir da rotina, desenvolvendo suas peças, com toda a infraestrutura oferecida (ferramentas, tornos, fornos, plaqueiras, extrusoras, moldes, massas e esmaltes, fios das mais diferentes cores, espessuras e tramas).

 

O histórico casarão foi modernizado pela arquiteta Flavia Whaba, mas sem abrir mão da sua essência – como o piso em parquet original, as imponentes colunas, que revelam o estilo aristocrático dos anos 50 e, no jardim, plantas tropicais, árvores frutíferas e PANCs (plantas alimentícias não-convencionais). A casa ganhou cores e acabamentos mais rústicos, um toque de décor urbano-industrial, ares de uma galeria de arte e ateliê expandido.

 

Oficinas de tecelagem manual (macramê) e cerâmica em torno ou manual, com uso de esmaltes atóxicos e sustentáveis, são algumas das atividades promovidas pela Fika. Crédito: Divulgação.

 

As aulas de cerâmica, coordenadas por Carolina Rozenblit, ensinam técnica para a criação de objetos utilitários e/ou decorativos a partir de uma matéria-prima das mais simples, o barro. A arte da cerâmica manifesta-se na cultura dos povos desde a mais remota Antiguidade e nada mais é do a transformação do barro com o fogo e as mãos criativas do artesão. A modelagem pode ser no torno elétrico (ao estilo do romântico filme Ghost) ou de forma livre e totalmente manual. Em seguida, há as etapas de queimas levando as peças a um forno cerâmico com temperaturas de até 1300 °C – um processo lento e delicado, mas que ao fim revela uma criação única, com a personalidade de seu criador.  “O processo de transformar o barro é extremamente terapêutico, exige concentração, dedicação, calma e, ao final, surpreende sempre. Moldando a argila, vários povos deixaram suas marcas e identidades ao longo da história. Objetos que são analisados até hoje por historiadores e arqueólogos, como verdadeiros enigmas. A cultura brasileira é muito rica em trabalhos de cerâmica, desde as suas origens com comunidades indígenas, como, por exemplo, o artesanato marajoara. As aulas trazem um pouco desse repertório e permitem ao aluno criar esculturas, objetos utilitários e decorativos. Trabalhamos aqui com diferentes massas, argilas líquidas, argilas de porcelana até massas mais escuras de muita personalidade como a terracota e toda a argila reciclada no estúdio. Os esmaltes importados das (Amaco, Coyotte e Mayco), nacionais (como Ikioi Atelier Lab) e os exclusivos desenvolvidos no Fika. Todos atóxicos com elementos food safe (além de não agredirem a natureza, passam ainda por um processo específico para utilização na alimentação)”, explica a ceramista Carol Rozenblit. Formada em Administração de Empresas pelo Centro Universitário Belas Artes, descobriu sua paixão nas aulas de desenho e não nas de cálculo. Fez carreira executiva, como gerente de marketing de multinacionais, mas optou por abandonar a rotina estressante para transformar o hobby em profissão e dedicar-se à arte e ao trabalho de olaria.

 

As aulas de tecelagem manual são coordenadas por Nicole Poroger, também sócia do Fika. O macramê é uma arte decorativa que consiste em atar fios em diversos tipos de nós utilizando apenas as mãos. A única ferramenta utilizada são agulhas de crochê para colocar franjas ou algum manuseio mais preciso dos fios. O nome “macramê” (Migramach) é de origem turca e significa “tecido com franjas, tramas ornamentais e galão decorativo”.  A peça mais antiga de macramê, data de 2000 a.C., feita com cipó, vime, couro e até mesmo capim.  “O macramê é a arte de tramar fios, cordas e malhas. Dá para fazer tudo com macramê, de moda a decoração, almofadas, cachepôs, cestas, redes, pulseiras, abajures, suportes para plantas. A arte une as pessoas e suas histórias, é uma terapia”, explica Nicole Poroger, engenheira de formação, mas artesã por opção.

 

Mães e empresárias, as amigas Carolina e Nicole resolveram abrir o Fika, espaço que traduz um pouco da trajetória da dupla. Ambas resolveram abandonar carreiras tradicionais, tão bem-sucedidas quanto estressantes, e optaram por desacelerar. “A beleza em desacelerar é o que nos ajuda a aproveitar os momentos e as coisas simples da vida. Foi assim que descobrimos a arte em nossas vidas. O Fika não é apenas uma palavra, é uma prática, um estilo de vida. A singularidade de produzir e comercializar peças que carregam toda a energia das mãos e da mente que as criaram”, explica Nicole. O Fika Open Art Studio é um novo espaço de artes na cidade de São Paulo dedicado a estimular os sentidos e despertar a criatividade e a produtividade. “Nos países escandinavos e nórdicos, o fika é também um bom negócio: as empresas onde o momento ‘fika’ está institucionalizado obtêm melhores resultados, com equipes mais felizes e motivadas”, destaca Carolina. Sinal de que o segredo para a felicidade está numa pausa revigorante. Fika, espaço para os amantes das artes, inclusive a arte de bem viver.

 

Serviço:

www.fika.art.br

Rua Luis Pereira de Almeida, 50 – Jardins

São Paulo, SP, CEP: 01431-020

Tels. 11 3062-9369 e 9 7591-4098

Email de contato: contato@fika.art.br

Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h30 às 18h.

Instagram: @fika.open.art.studio

Facebook: /fika.open.art.studio

 

 

Informações à imprensa: SG Comunicação & Imagem

www.sheilagrecco.com

#SIGA NO INSTAGRAM
Hoje, 15/10, é aniversário do cantor e compositor Chris de Burgh @cdebinsta que completa 78 anos

#chrisdeburgh #happybirthday #Boomerangmusic
Hoje, 15/10, é aniversário do cantor e compositor Pedro Luís @pedroluisoficial que completa 66 anos.

Integrante das bandas Pedro Luís e a Parede e Monobloco @monoblocooficial 

#pedroluis #monobloco #Boomerangmusic #happybirthday
Em 15/10/1987, há exatamente 39 anos atrás era lançado o 2° álbum de estúdio da banda Engenheiros do Hawaii "A Revolta dos Dândis".

Produzido por Reinaldo Barriga @barriga_reinaldo

O álbum marca a saída do integrante Marcelo Pitz e a entrada do guitarrista Augusto Licks.

Integrantes:

Humberto Gessinger: Voz, baixo (modelo Rickenbacker 4003), guitarra (em "Terra de Gigantes") e guitarra de doze cordas (modelo Fender) (em "Vozes").
Augusto Licks: Guitarras (modelos Roland G-505 e Gibson Les Paul), violão (marca Martin com cutaway), harmônica (modelo Hohner Marine Band 1896/20 afinada em Mi maior) (em "A Revolta dos Dândis I" e "A Revolta dos Dândis II") e órgão Hammond (em "Vozes").
Carlos Maltz: Bateria e voz (em "Filmes de Guerra, Canções de Amor").

Convidados

Júlio Reny: Voz (em "Guardas da Fronteira").
Reinaldo Barriga: Baixo (em "Terra de Gigantes").
Jaguar, Picolé e Tuca: percussão (em "Filmes de Guerra, Canções de Amor").

Tracklist:

Lado A 
"A Revolta dos Dândis I" 
"Terra de Gigantes" 
"Infinita Highway" 
"Refrão de Bolero" 
"Filmes de Guerra, Canções de Amor" 

Lado B 
"A Revolta dos Dândis II" 
"Além dos Outdoors" 
"Vozes" 
"Quem Tem Pressa Não Se Interessa" (Humberto Gessinger - Carlos Maltz) 
"Desde Aquele Dia" 
"Guardas da Fronteira" 

#engenheirosdohawaii #arevoltadosdândis #boomerangmusic
Em 15/10/2013, há exatamente 13 anos atrás era lançado o 10° álbum da banda Pearl Jam @pearljam "Lightning Bolt".

Pearl Jam

Jeff Ament – baixo · teclado (canção 7)
Matt Cameron – bateria · backing vocal (canção 4)
Stone Gossard – guitarra · bongô (canção 7)
Mike McCready – guitarra · guitarra com arco (canção 7) · baixo de seis cordas (canção 3)
Eddie Vedder – vocal · guitarra · ukulele (canção 10)

Tracklist:

Getaway
Mind Your Manners
Lightning Bolt
Future Days
My Father's Son
Sirens
Infallible
Pendulum
Swallowed Whole
Let The Records Play
Sleeping By Myself
Yellow Moon

#pearljam #lightningbolt #boomerangmusic
Hoje, 15/10, é aniversário da cantora e compositora Brenda K. Starr @officialbrendakstarr que completa 60 anos.

#brendakstarr #happybirthday #Boomerangmusic
Blondie @blondieofficial anuncia "High Noon", seu primeiro álbum de inéditas em nove anos.

Apresentando a última gravação de Clem Burke com a banda

O 12º álbum de estúdio da banda chega às lojas em 26 de fevereiro de 2027 pela BMG e marca a última gravação do falecido baterista e cofundador Clem Burke .

O primeiro single do álbum, “Spectral Eyes”, já está disponível. Composta por Johnny Marr, que também contribui com a guitarra, a faixa abre High Noon com a energia contagiante do Blondie clássico.

O novo projeto conta com a participação de Johnny Marr, Glen Matlock, Zach Condon (do Beirut), Jess Wolfe e Holly Laessig (do Lucius), entre outros.

High Noon sucede Pollinator, o álbum de 2017 do Blondie repleto de participações especiais, incluindo Charli XCX, Sia, Dev Hynes, Joan Jett, Marr e outros. Assim como seu antecessor, o novo disco mostra a banda dando continuidade à abordagem eclética que a define desde o início, transitando entre punk e rock, música eletrônica, pop e ritmos latinos.

Atualmente a banda tem a seguinte formação:

• Debbie Harry – Vocais
• Chris Stein – Guitarra (atuando principalmente em estúdio devido a problemas de saúde cardíacos)
• Matt Katz-Bohen – Teclados
• Tommy Kessler – Guitarra
• Andee Blacksugar – Guitarra (substituindo Chris Stein nos shows)
• Leigh Foxx / Glen Matlock – Baixo (com Glen Matlock, ex-Sex Pistols, assumindo turnês e gravações recentes)

Tracklist de ‘High Noon’:

1. Spectral Eyes
2. Heartbreak Kid
3. Come Back Home
4. Tambo Tambo
5. Man Who Had No Face
6. The End
7. Little Metal Drummer
8. Sleepwalking
9. Whistle Into The Wind
10. Antifreeze
11. East of Eden
12. Bad Underwear
13. Ah, Sunflower, Weary of Time

#blondie #newalbum #highnoon
Em outubro de 2022, há exatamente 4 anos atrás era lançado o 7° álbum de estúdio da banda After Bridge @afterbridgeoficial "Pawns & Kings".

Alter Bridge

Myles Kennedy – vocals, guitar, strings, keyboards, programming
Mark Tremonti – guitar, vocals, lead vocals on "Stay"[19]
Brian Marshall – bass
Scott "Flip" Phillips – drums

Tracklist

This Is War 
Dead Among the Living
Silver Tongue
Sin After Sin
Stay
Holiday
Fable of the Silent Son
Season of Promise
Last Man Standing
Pawns & Kings

#afterbridge #pawnsandkings #boomerangmusic
Em outubro de 1988, há exatamente 38 anos atrás era lançado o 3° álbum de estúdio da banda Capital Inicial @capitalinicial "Você Não Precisa Entender".

Produzido por Marcelo Sussekind

Capital Inicial

Fê Lemos: bateria e percussão
Flávio Lemos: baixo
Bozzo Barretti: teclados, percussão e vocais
Loro Jones: guitarra, Ebow, violão e vocais
Dinho Ouro Preto: voz

Músicos convidados

Paulo Marcio: trompete em "Á Portas Fechadas"
Jorge Continentino: saxofone alto e saxofone tenor
Chico Amaral: saxofone tenor, saxofone barítono e saxofone alto em "Ficção Científica"
Wagner Mayer: trombone
Marcelo Sussekind: guitarra reverse, guitarra solo em "Fogo" e vocais em "Blecaute" e "Pedra na Mão"
Marina Lima: vocais em "Rita" e "Limite"

Tracklist:

Lado 1

A Portas Fechadas
Blecaute
Movimento
Pedra Na Mão
Ficção Científica

Lado 2

Limite
Rita
Fogo
O céu

#capitalinicial #vocenaoprecisaentender #boomerangmusic