Filarmônica de Pasárgada lança o álbum “PSSP

Ouça aqui:  https://lnk.fu.ga/filarmonicadepasargada_pssp

 

Clipe:  https://youtu.be/_lrN3V15n2w

 

PSSP é o novo álbum do grupo paulistano Filarmônica de Pasárgada, com 14 canções inéditas inspiradas na história da cidade de São Paulo. As faixas do disco abordam diversos aspectos ligados à metrópole paulista, ora de modo mais factual, ora de modo mais onírico, por vezes com ironia e humor: a sua fundação na colina histórica pelos jesuítas no século XVI, a economia do café, a desigualdade social, o drama da Cracolândia, a recorrente crise hídrica, a poluição, o descaso em relação aos rios da cidade, o machismo e o racismo impregnados no desenvolvimento urbano de São Paulo são alguns dos temas que atravessam o álbum. As canções foram escritas e arranjadas pelo compositor do grupo, Marcelo Segreto, e contam com participações especiais de Tom Zé, Barbatuques, Trupe Chá de Boldo, Música de Montagem, Mestre Zelão e Escola Mutungo de Capoeira Angola. O projeto gráfico do disco é de Guto Lacaz, a produção musical é de Segreto e o lançamento é pelo selo YB Music em parceria com a Gravadora Experimental da Fatec Tatuí.

 

PSSP por Marcelo Segreto

 

  1. GPS (Caê / Marcelo Segreto)

A canção GPS, a primeira faixa do álbum, aproveita a ideia do sistema de navegação por satélite (que usamos cotidianamente para nos localizarmos em nossas respectivas cidades) como metáfora da busca sentimental do eu-lírico pela cidade de São Paulo, misturando denominações atuais e antigas de logradouros da metrópole paulista.

 

  1. Cartão postal (Marcelo Segreto)

A faixa faz uma paródia da canção Luar do Sertão (João Pernambuco / Catulo da Paixão Cearense) construindo um retrato irônico e bem-humorado da cidade de São Paulo, uma cidade sem cartões postais e cheia de problemas tais como a poluição, a carência de transporte público, a desigualdade social e o estresse.

 

  1. Rios e ruas (Marcelo Segreto)

“Rios e Ruas” é uma canção que versa sobre os rios (canalizados e enterrados) que ainda correm debaixo das ruas e avenidas da cidade de São Paulo: “São São Paulo milagroso tem riacho e eu não acho, tudo sepultado vivo, vive embaixo desse chão”. Ao final da canção, os nomes dos rios vão pouco a pouco se sobrepondo aos nomes das ruas e avenidas que atualmente passam sobre eles. A faixa é uma homenagem ao Coletivo Rios e Ruas, projeto social de conscientização em relação aos rios paulistanos.

 

  1. Falta de (Marcelo Segreto)

“Falta de” retrata as recorrentes crises hídricas vividas pela população paulistana, fazendo um paralelo entre o desaparecimento da água nas torneiras dos moradores da cidade e o desaparecimento das palavras na letra da canção. A faixa nasceu de uma encomenda do caderno Ilustrada do jornal Folha de S. Paulo que, em 2014, pediu para o grupo compor uma música sobre a crise hídrica vivida naquele ano.

 

  1. Nome de rua (Marcelo Segreto)

Com participação especial do cantor e compositor Tom Zé, “Nome de Rua” aborda o machismo que observamos na história e no desenvolvimento de São Paulo, uma vez que somente 15% das mais de 48 mil ruas da cidade recebem nomes femininos: “Pois as ruas, alamedas, praças, passarelas/Avenidas, estações, pontes e vielas/São sempre femininas, mas as meninas/Não estão no nome delas”.

 

  1. Saudosa ma loka (Kiko Dinucci / Marcelo Segreto)

Primeira parceria de Marcelo Segreto e Kiko Dinucci, “Saudosa Ma Loka” resgata as personagens de Adoniran Barbosa, com referências a diversas canções do compositor, inserindo-as na São Paulo atual da Cracolândia e da violência urbana: “A maloca derrubada/O ardifício incendiado/Hoje Joca queima pedra/Mato Grosso pele-e-osso/Doniran no camburão”.

 

  1. Virada cultural (Marcelo Segreto)

“Virada cultural” faz um relato non-sense e bem-humorado da metrópole paulista, com referências a vários pontos importantes da cidade a partir de uma onírica virada cultural, evento já tradicional da cidade: “As ruas eram rios/O Copan tava quadrado/O aerotrem já tava pronto/O Minhocão tava enterrado”.

 

  1. Spleen (Marcelo Segreto)

“Spleen” é uma canção dedicada ao escritor romântico Álvares de Azevedo (1831/1952), tomada pelos sentimentos de tristeza e melancolia misturados ao clima enevoado de uma imaginada São Paulo do século XIX: um nevoeiro da alma que, ao final da faixa, pode dissipar-se: “Nuvem de chumbo/Sinto o peso do mundo/Na neblina/Mas ela passa/Como um raio de sol/Iluminina”.

 

  1. Lira paulistana (Paula Mirhan / Marcelo Segreto)

“Lira paulistana” é uma canção dedicada ao poeta e escritor modernista Mário de Andrade (1893/1945) e que propõe uma combinação devaneante entre duas importantes gerações de artistas ligados à cidade de São Paulo (o movimento modernista inaugurado em 1922 e a Vanguarda Paulista da década de 1980), fusão resumida ao final da faixa: “Tarsiwaldi, Ozzetatit, Arrigo Bananère, Itamário”.

 

  1. Kasato Maru (Fernando Henna / Marcelo Segreto)

“Kasato Maru” é uma canção em forma de haicai, gênero de poesia japonesa composto por três versos. A faixa faz uma homenagem à imigração japonesa em São Paulo (o bairro da Liberdade, no centro da cidade, abriga a maior comunidade japonesa fora do Japão). “Kasato Maru” é o nome do navio que, em 1908, chegou ao Porto de Santos transportando o primeiro grupo de japoneses para o Brasil.

 

  1. Quarto de despejo (Marcelo Segreto)

Com participação especial de Mestre Zelão e da Escola Mutungo de Capoeira Angola, “Quarto de despejo” é uma canção dedicada à escritora Carolina Maria de Jesus e ao músico, educador e mestre de capoeira Mestre Moa do Katendê. A canção retrata a opressão secular contra a população negra no Brasil e como essa violência está intimamente relacionada à história da cidade de São Paulo.

 

  1. Psiu (Marcelo Segreto)

“Psiu” é uma canção dedicada ao compositor americano John Cage e inspirada em sua obra 4’33’’. A faixa apresenta um espaço de silêncio repentino a partir de 0’22’’, fazendo com que o som ambiente do local onde está o ouvinte seja a complementação sonora da canção. Assim, é como se o som da cidade de São Paulo (se o ouvinte nela estiver) fizesse parte da composição. A cada nova escuta, uma nova canção.

 

  1. São Paulo de Piratininga São Paulo S Paulo SP (Marcelo Segreto)

Com participações especiais dos Barbatuques, Música de Montagem e Trupe Chá de Boldo, a canção “São Paulo de Piratininga São Paulo S Paulo SP” traça um panorama histórico da cidade de São Paulo, desde a sua fundação até os dias atuais. Passa vertiginosamente, de modo cada vez mais acelerado, por seus diferentes períodos (a São Paulo colonial, a São Paulo do café, a São Paulo metrópole e a São Paulo do final do século XX), acompanhando a velocidade da cidade em cada uma de suas fases.

 

  1. PSSP (Marcelo Segreto)

“PSSP” é a canção que fecha o álbum. A abreviação P.S., do latim “post scriptum” (“escrito depois”), indicava, nas cartas escritas à mão, algum assunto a ser acrescentado após o seu desfecho, depois da assinatura do remetente. Ao mesmo tempo, era útil para compensar lapsos de memória e fazer reformulações, informando ao destinatário que algum assunto tratado no corpo do texto já havia se alterado no decorrer de sua escrita, antes da carta ser enviada pelo correio. Lapsos de memória e reformulações são também características de São Paulo, uma cidade que constantemente desaparece e reaparece: “aqui tudo parece que era ainda construção e já é ruína”, como canta Caetano Veloso. Esse movimento de nascimento e morte, particularidade paulistana, é o que motivou a composição desta canção.

 

Lançamento YB Music e Gravadora Experimental da Fatec Tatuí

 

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Com informações:  FRANCINE RAMOS Assessoria de imprensa / BEBEL PRATES

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Em 30/06/1996, há exatamente 30 anos atrás era lançado o 3° e último álbum de estúdio da banda Sublime @sublime 

Sublime

Bradley Nowell – vocal principal, guitarra, sintetizador
Eric Wilson – baixo, vocais de apoio, sintetizador
Bud Gaugh – bateria, sintetizador

Tracklist 

Garden Grove
What I Got
Wrong Way
Same In The End
April 29, 1992 (Miami)
Santeria
Seed
Jailhouse
Pawn Shop
Paddle Out
The Ballad Of Johnny Butt
Burritos
Under My Voodoo
Get Ready
Caress Me Down
What I Got (Reprise)
Doin’ Time

#Sublime #boomerangmusic
Em 30/07/1996, há exatamente 30 anos atrás era lançado o álbum "Unplugged MTV" da banda Alice In Chains @aliceinchains 

Integrantes:

Banda

Layne Staley - vocal, violão rítmico em "Angry Chair"
Jerry Cantrell - violão solo, vocal
Mike Inez - baixolão, violão rítmico em "Killer is Me"
Sean Kinney - bateria

Participações

Scott Olson - violão, baixo em "Killer is Me"

Tracklist:

1 Nutshell 4:58
2 Brother 5:27
3 No Excuses 4:57
4 Sludge Factory 4:36
5 Down In A Hole 5:46
6 Angry Chair 4:36
7 Rooster 6:41
8 Got Me Wrong 4:59
9 Heaven Beside You 5:38
10 Would? 3:43
11 Frogs 7:30
12 Over Now 7:12
13 Killer Is Me 5:23

#aliceinchains #Unpluggedmtv #boomerangmusic
Hoje, 30/07, é aniversário da cantora e compositora Kate Bush @katebushmusic que completa 68 anos.

#katebush #happybirthday #boomerangmusic
Em 29/07/1983, há exatamente 43 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos o filme Férias Frustradas.

Dirigido por Harold Ramis (aquele mesmo ator de Os Caça Fantasmas).

Filme de comédia estrelado por Chevy Chase, Beverly D' Angelo, Anthony Michael Hall e grande elenco.

Nostalgia total, Sessão da Tarde.

#feriasfrustradas #boomerangmusic
Em 29/07/1988, há exatamente 38 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos o filme de drama Cocktail.

Estrelando Tom Cruise, Bryan Brown, Elisabeth Shue, Lisa Banes, Kelly Lynch, and Gina Gershon, Cocktail traz o ambicioso bartender Brian Flanagan que tenta fazer sucesso em New York City e na  Jamaica ganhando dinheiro e status.

Dirigido por Roger Donaldson

#cocktail #boomerangmusic #tomcruise
Hoje, 29/07, é aniversário do cantor, compositor e baixista da banda Rush @rush Geddy Lee @geddyimages que completa 73 anos.

#rush #geddylee #happybirthday #boomerangmusic
Em 28/07/1986, há exatamente 40 anos atrás era lançado o 4° álbum de estúdio da banda R.E.M @rem "Lifes Rich Pageant".

R.E.M.

Bill Berry – drums, vocals
Peter Buck – guitar
Mike Mills – bass, vocals
Michael Stipe – vocals

Tracklist:

Begin The Begin
These Days
Fall On Me
Cuyahoga
Hyena
Underneath The Bunker
The Flowers Of Guatamala
I Believe
What If We Give It Away?
Just A Touch
Swan Swan H
Superman

#LifesRichPageant #rem #boomerangmusic
Em 28/07/1986, há exatamente 40 anos atrás era lançado o 1° álbum ao vivo da banda RPM.

Show gravado nos dias 26 e 27 de maio de 1986 no Pavilhão de Convenções do Complexo do Anhembi.

Produzido por Marco Mazzola @marcomazzolaoficial 

Produção do show e luzes @neymatogrosso

Integrantes:

Formação

Paulo Ricardo: vocal, baixo
Fernando Deluqui: guitarra, vocal de apoio
Luiz Schiavon: teclados, piano
Paulo Pagni: bateria, sintetizador, vocal de apoio

Tracklist:

1. Revoluções Por Minuto (Paulo Ricardo / Luiz Schiavon)
2. Alvorada Voraz (Luiz Schiavon / Paulo P. A. Pagni / Paulo Ricardo)
3. A Cruz e a Espada (Paulo Ricardo / Luiz Schiavon)
4. Naja (Instrumental) (Paulo Ricardo / Luiz Schiavon)
5. Olhar 43 (Paulo Ricardo / Luiz Schiavon)
6. Estação no Inferno (Paulo Ricardo / Luiz Schiavon)
7. London, London (Caetano Veloso)
8. Flores Astrais (João Apolinário / João Ricardo)
9. Rádio Pirata (incidental: Light My Fire) (Paulo Ricardo / Luiz Schiavon) (Morrison/Manzarek/Krieger/Densmore)

@pauloricardo
@fernandodeluqui 

#radiopirataaovivo #rpm #40anos #boomerangmusic