Inspirada em séries, Juliane Hooper dá vida ao clipe de “Wasting Away”

Na última faixa que antecede o EP, a cantora e compositora traz à tona a vontade de mudança dos seus sentimentos mais profundos. A entrega é vista através das lentes de Rodrigo Pysi no clipe que sai nesta sexta (22).

  

Luzes, cores e brilho marcam o novo clipe de “Wasting Away” de Juliane Hooper que sai nesta sexta (22). A faixa blues e soul é sensual, dançante e apresenta a cantora e compositora em uma fase de mudança que foi materializada no trabalho audiovisual dirigido por Rodrigo Pysi.

 

A caneta de Juliane não só passou na composição, mas também na elaboração das cenas do videoclipe que dá vida ao seu segundo trabalho que antecede o disco. Rodrigo Pysi entrou para auxiliar no roteiro e gravar.

 

Assista “Wasting Away”:   https://www.youtube.com/watch?v=FVO5OKx07Ew

 

O clipe de “Wasting Away” vem com algumas referências para os nerds: as luzes de led, cores e maquiagem foram inspiradas em “Euphoria”, já a banheira com água vermelha no clássico “Dexter” e as cores das roupas no mundo de magia mais famoso de todos os tempos: “Harry Potter”. As cores também são representadas como as fases de Juliane e a sua mudança.

 

Há cinco anos, Juliane escrevia o refrão de “Wasting Away”.  Sem gostar das estrofes que o acompanhavam, resolveu guardar para outra oportunidade. E ano passado, em um momento de inspiração, juntou o refrão com os novos versos. O encaixe virou a segunda música que antecede o EP e complementa a primeira lançada, “Soulless”.

 

Enquanto “Soulless” aborda os pensamentos sobre o vazio e o superficialismo da vida adulta enfrentados pela Juliane, “Wasting Away” apresenta três momentos: a persistência desse sentimento em vários momentos em que ela deveria estar feliz, a crítica do quanto o sistema capitalista não ajuda para que seja ao contrário e por último o reconhecimento de estar vulnerável com consciência de ser um estado temporário e necessário para por fim assumir novas responsabilidades, novas mudanças.

 

Escute:   https://ditto.fm/julianehooper-wastingaway

 

“Wasting Away” desafiou a voz da artista, marcada pelo grave e timbre visceral, para outras nuances como drive e falsete.

 

Ficha Técnica “Wasting Away”:

 

Clipe:

 

DIREÇÃO: Rodrigo Pysi
ROTEIRO: Juliane Hooper e Rodrigo Pysi
DIREÇÃO DE ARTE: Juliane Hooper e Rodrigo Pysi
PERFORMANCE: Juliane Hooper
ILUMINAÇÃO: Julio Anizio
FIGURINO: Hellen Honorato, Roseleine Honorato e Juliane Hooper
MAQUIAGEM: Thais Raquel Martins Araujo
FOTÓGRAFO: Evandro Feliciano

 

Música:

 

Composição: Juliane Hooper
Arranjo: Juliane Hooper e Julio Mossil
Produção musical: Julio Mossil
Direção vocal: Flavia K
Voz: Juliane Hooper
Baixo: Julio Mossil
Teclado: Flavia K
Guitarra: Stanley Wagner de Lima Melo
Bateria: José Renato de Lima Melo
Mix e master: Vander Carneiro

 

Juliane Hooper é cantora, compositora, letrista, musicista e intérprete. Escolheu o sobrenome “Hooper” por ter achado original e foi o marco de quando nasceu como artista.  Paranaense, a artista vem com influências de Soul, Blues, Jazz, Rock, R&B, Hip Hop e Ska. Com destaque para Lauryn Hill, Gil Scott-Heron, Marvin Gaye, Nina Simone, Etta James, Sharon Jones, Stevie Wonder e Thom Yorke.

 

Já morando em São Paulo, Juliane começou a receber incentivos de amigos sobre o potencial de sua voz. Em 2015 começou a cantar em uma banda de rock de Jundiaí. No ano de 2016, resolveu se aprofundar e estudar técnica vocal, onde notou um grande avanço em sua voz e se apaixonou pelo canto. Seu primeiro violão foi comprado e mesmo sozinha, aprendeu a tocá-lo.

 

Juliane ainda cantava Rock quando teve contato e escolheu ser abraçada pelo Blues, Soul e Jazz. A transição dos estilos foi o que precisava para sentir a necessidade de ter o próprio estilo, não estava mais satisfeita só com os covers e esse foi o passo para fazer a sua própria criação.

Sempre procuro ter identidade vocal e artística, isso é o mais importante pra mim. Sinto necessidade e um desejo muito forte de me expressar através das letras, melodias e sonoridades. Quero que os ouvintes se sintam tocados pelo som, quero que SINTAM.” conta Juliane.

 

Em 2017, mesmo sendo uma artista mulher e completamente independente, optou por seguir carreira solo. Os gastos, as tomadas de decisões e quais músicos o acompanhariam seriam a partir de agora de sua responsabilidade. Hooper continuou compondo, estudando música e realizando shows em bares e eventos.

 

E foi através desses estudos com o seu baixista Mateus Lima, que Juliane havia chegado em um nível de composição que se sentia pronta para lançar um trabalho autoral. Através de uma amiga encontrou o produtor Júlio Mossil no qual se identificou e fechou parceria.

 

 

O primeiro resultado foi “Soulless” e recebeu um clipe feito por Rodrigo Pysi. E agora, Juliane prepara o lançamento do segundo single “Wasting Away” e último que antecede o EP que sai neste semestre.

 

O caminho é muito mais longo e cheio de obstáculos quando se é mulher tentando ocupar espaços majoritariamente masculinos e onde enfrentamos ainda muito preconceito, direto e indireto. Qualquer minoria enfrenta estes desafios. Mas tem sido incrível poder realizar esse sonho, o processo está sendo muito mais divertido do que eu imaginei, e estou aproveitando cada etapa e aprendendo muito. Estou sim ansiosa pelo resultado, mas o processo já tem sido muito prazeroso.” finaliza Juliane.

 

Escute “Wasting Away”:   https://ditto.fm/julianehooper-wastingaway

 

Escute “Soulless”:   https://ditto.fm/julianehooper-soulless

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações: Assessoria de imprensa Carolina Martins

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Em maio de 1988, há exatamente 38 anoa atrás era lançado o 3° álbum de estúdio da banda IRA! "PSICOACÚSTICA".

Produzido nos Estúdios Nas Nuvens por IRA! e Paulo Junqueiro

Integrantes:

Nasi: Voz, Scratch Audio Master
Edgard Scandurra: Guitarra, Banjo, Craviola, Guitarras fantasmagóricas, Caixa Clara (em "Mesmo Distante"), Voz
Ricardo Gaspa: Baixo, Voz
André Jung: Bateria, Percussão, Voz
Participações especiais
editar
Don Harris: Trompetes (em "Receita...")
Roberto Firmino: Teclado (em "Receita...")
William Forghieri: Teclado

TRACKLIST:

Rubro Zorro
Manhãs de Domingo
Poder, Sorriso, Fama
Receita Para se Fazer um Herói
Pegue Essa Arma
Farto do Rock ‘n’ Roll
Advogado do Diabo
Mesmo Distante

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Em 11/05/1981, há exatamente 45 anos atrás falecia Bob Marley @bobmarley aos 36 anos de idade.

#bobmarley #boomerangmusic
Em 11/05/1981, há exatamente 45 anos atrás era lançado o 5° álbum de estúdio da cantora, compositora e atriz Grace Jones @gracejonesofficial "NightClubbing".

Faixas:

01. Walking in the Rain
02. Pull Up to the Bumper
03. Use Me
04. Nightclubbing
05. Art Groupie
06. I’ve Seen That Face Before (Libertango)
07. Feel Up
08. Demolition Man
09. I’ve Done It Again

#gracejones #nightclubbing #boomerangmusic
Em 11/05/1994, há exatamente 32 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos o filme The Crow, em português O Corvo.

No filme o músico Eric Draven e sua noiva Shelly Webster são brutalmente assassinados na noite anterior ao seu casamento. Os responsáveis pelo crime hediondo são membros de uma notória gangue local. No aniversário de sua morte, Eric volta do túmulo e assume o manto gótico do Corvo, um vingador sobrenatural. Dotado de poderes extraordinários e visão excepcional, Eric percorre as ruas violentas da cidade em busca de vingança contra os bandidos responsáveis pelos homicídios.

Dirigido por Alex Proyas 

Infelizmente neste filme o ator Brandon Lee, filho de Bruce Lee, foi acidentalmente em uma das cenas por Bala que deveria ser de festim, mas não foi a bala era de verdade apesar de estar sem pólvora e o mesmo faleceu.

Mas por acaso do destino, apesar de ser o último filme realizado por Brandon Lee foi o filme mais incrível, gótico e o melhor trabalho do ator.

Filmaço!

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