Inspirados pelo filme “Bacurau”, MACACO BONG retorna com o single “Hacker de Sol”

A celebrada banda apresenta hoje, 29, a primeira amostra de seu mais novo álbum que chega ainda em 2021

 

OUÇA AGORA “HACKER DE SOL”

 

A demora acabou: após 3 anos de hiato, a banda Macaco Bong está de volta com “Hacker de Sol”, uma faixa inédita que anuncia oficialmente o retorno do grupo com Mondo Verbero, o novo disco que chega ainda em 2021, via ForMusic Records.

 

“‘Hacker de Sol’ foi a primeira canção que nasceu no álbum”, conta o fundador da banda, Bruno Kayapy. “Me inspirei em ‘Bacurau’. O filme me trouxe uma narrativa que eu estava justamente buscando na sonoridade deste álbum. A vibe do sertão nordestino com um estilo de psicodelia que mistura o jazz, blues, desert rock com dub, R&B, música brega, forró e frevo recheada de melodias polifônicas e sequências de acordes e riffs mântrico através de uma linha de som mais minimalista.

 

E para os fãs que já estão ansiosos para o novo álbum da banda, que trará além de Bruno Kayapy, o baterista Eder Noleto e o baixista  Igor Carvalho, o público pode esperar o Macaco Bong em sua essência no novo projeto.  “A energia do momento na banda é como se o Mondo Verbero fosse o nosso primeiro álbum de estúdio. A banda fez um hiato de 3 anos incluindo o ano da pandemia após o lançamento do álbum Deixa Quieto e durante este período a banda amadureceu em muitos aspectos na linguagem estética da nossa sonoridade”, compartilham.

 

 

SOBRE O MACACO BONG:

 

Macaco Bong é uma banda brasileira fundada em 2004 pelo guitarrista e compositor Bruno Kayapy em Cuiabá, Mato Grosso. A banda tem 10 álbuns de estúdio até agora, incluindo Artista como Pedreiro (2008), This is Rolê (2012), Black Marroca (2013), Macumba Afrocimética (2015), Macaco Bong (2016), Deixa Quieto (2017), Reartista (2019) e Delta Tron (2020). O álbum Deixa Quieto, lançado em 2017, ganhou atenção de ouvintes de todo o mundo, além de várias resenhas em diferentes idiomas sobre a reinterpretação de Macaco Bong feita para o álbum Nevermind, do Nirvana.

 

Desde o início, Macaco Bong sempre teve como proposta musical a desconstrução dos arranjos tradicionais da música pop, abstendo-se dos vocais, 100% instrumentais, sendo praticamente impossível enquadrá-los em qualquer selo ou gênero. O formato estético e musical da banda se deu através da mensagem do Artista Igual Pedreiro (2008) provocando a ideia de que todo ser humano já nasce artista, e assim ganha uma missão de vida na terra sob a condição de aprender a crescer e a sobreviver em um planeta cujo seu habitat foi e ainda é dominado por diferentes espécies de macacos. Desde quando descobrimos o fogo, a manipular alimentos, botando a mão na massa em qualquer coisa que se tenha como demanda de sobrevivência e objetivo de vida, seja ela em um plano físico ou espiritual ou ambas caminhando juntas. É algo que a banda sempre preservou em sua essência desde que foi fundada com a proposta de música não-convencional. O projeto de 2008 foi uma explosão nas plataformas digitais, conquistando assim a posição de primeiro lugar na lista dos 50 melhores álbuns nacionais no mesmo ano de seu lançamento pela Rolling Stone. Desde então, o Macaco Bong já fez diversas turnês, incluindo alguns festivais importantes como o Primavera Sound em Barcelona, ​​Pop Montreal em Quebec, Canadá e várias turnês na América do Sul por países como Argentina, Chile e Uruguai.

 

SOBRE A FORMAÇÃO ATUAL:

 

Depois de passar alguns anos tentando encontrar as pessoas certas para a banda, o fundador Bruno Kayapy trouxe de volta para a banda, Eder Noleto (bateria) e Igor Carvalho (baixo), a formação que gravou Black Marroca em 2013. Kayapy, músico autodidata com grande conhecimento em teoria musical, também é guitarrista e apesar de ter assinado a produção da maioria de seus discos, Bruno não se rotula, muito menos se define como produtor.

 

“Eu gravo, produzo e faço as coisas da banda do meu jeito de acordo com os recursos e limites que a banda tem. Eu adoraria contratar um produtor, assessores e uma equipe inteira, até porque acho que é uma merda gravar minha própria banda, produzir eu mesmo e ter que ir atrás de tudo eu e os outros três caras da banda, mas quando a banda tem o condições financeiras para contratar um produtor e mais gente para trabalhar conosco será um grande alívio, pois ainda tenho muito o que fazer com a banda que vai muito além de tocar guitarra e escrever sons”, Bruno compartilha. “Para mim seria muito luxo ou até certo grau de irresponsabilidade da minha parte se me preocupasse apenas com a guitarra e os meus sons! Manter o Macaco Bong ativo significa que para sempre terei de acordar, sonhar, acordar novamente e respirar, mas sempre com os dois olhos no Macaco Bong e em toda a minha família. Macaco Bong nunca viveu uma vida paralela à de sua família. Minha família inteira participa do processo da banda desde o início e sempre.”

 

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Com informações: Catto Comunicação