Juliana Calderón transforma arquétipos femininos no clipe “Leoa Tectônica”

Projeto solo da artista une música e teatro em dois álbuns dramáticos

 

Multi artista polivalente, a paulistana Juliana Calderón faz da sua música uma forte mensagem de conexão interna, com o mundo e com a natureza. Esses motes guiam “Leoa Tectônica”, single do primeiro de seus dois discos já anunciados, onde une suas veias que pulsam mais alto: a música e o teatro. A força do feminino ecoa por toda a obra e impulsiona o uso de arquétipos para construir uma narrativa de vida, luta e resistência. O lançamento é do selo Relva Music em todas as plataformas, e o álbum “Primeiro ato: Tectônica” completo tem previsão para o segundo semestre.

 

Assista ao clipe “Leoa Tectônica”: https://youtu.be/SG0ZFKGUktc 

 

Ouça “Leoa Tectônica”: https://ingrv.es/leoa-tectonica-49t-e

 

A canção aborda a complexidade e os paradoxos do arquétipo feminino, estabelecendo uma relação entre a história social da mulher e a condição do Planeta Terra, que apesar da devastação, continua girando. Com a influência teatral desde a letra, até a interpretação de Juliana, o clipe narra a trajetória feminina de um lugar de desconexão com a natureza e privação de liberdade à reconexão com o planeta e consigo mesma. Assim como os ciclos da Terra são puro movimento, “Leoa Tectônica” transmuta poesia em performance, revelando uma artista múltipla e pronta para os palcos e espetáculos.

 

Esse conceito surge desde a capa do single, onde Juliana Calderón aparece sob uma aura velada e vermelha, referência às limitações impostas pela sociedade e à violência de variadas formas que acompanham as mulheres ao longo dos séculos. A passagem do tempo é o catalisador para tudo isso, já que as placas tectônicas são uma força intensa e constante e que se movimentam, tensionam e transformam. A canção honra a alquimia das polaridades – água/magma, calma/fúria, noite/dia – e a força da ancestralidade como guia para o processo de individuação e integração com a natureza.

 

A musicalidade também reflete esses contrastes, misturando momentos de alto teor de intensidade e teatralidade, ao ritmo nordestino leve e dançante do xote. A produção de Marco França, diretor musical de teatro vencedor de dois prêmios Shell, contribui para trazer à tona toda a dramaticidade dessa faixa.

 

As referências para a criação do clipe, cujo roteiro e direção também são assinados por Juliana, passam pela pesquisa imagética de figuras arquetípicas como “a rainha”, “a santa”, “a cigana”, que se entrelaçam em uma viagem de autoconhecimento e empoderamento, sempre em diálogo direto com o arquétipo da mãe Terra. Inspirações visuais não literais passam pela obra “Terra-corpo”, da artista cubana Ana Mendieta, e pelos filmes de Alejandro Jodorowsky, como “Dança da Realidade” e “Poesia sem fim”, trabalhos que refletem e viabilizam a transmutação que a artista busca realizar em si.

 

O vídeo de “Leoa Tectônica” invoca a força da mulher, em toda a sua pluralidade, em direção à reconexão com sua natureza selvagem, livre. Através da referência e reverência ao arquétipo feminino primordial, a Terra – que, como diz a letra da canção, tem “mil coroas na cabeça e o corpo devastado por vontades de pedra” – Juliana nos lembra que, mesmo no cimento, essa força ancestral nunca cessa de mover suas placas tectônicas, de girar, de seguir seu próprio caminho.

 

O álbum “Primeiro Ato: Tectônica” faz parte de um projeto maior, que envolve uma peça musical de auto-ficção assinada pela artista contendo as músicas do disco, além de um próximo disco, “Segundo Ato: Platônica”, já em fase de produção.

 

Sobre a artista:

 

Juliana Calderón é cantora, compositora, atriz e comunicóloga especialista em Comunicação Não Violenta. Como cantora e compositora, esteve à frente de duas bandas: Granata (2014 a 2019) e Repentina (2016 a 2019), se apresentando em diversos espaços culturais conhecidos da cena musical independente de São Paulo.

 

Como atriz, se aprofundou em humor na SP Escola de Teatro e no método do Centro de Pesquisa Teatral (CPT) de Antunes Filho, através do CPTzinho, além de estudar na The London Centre for Theatre Studies e na Central School of Speech and Drama, em Londres, onde mergulhou intensamente na cena teatral e musical da cidade. Ainda no Reino Unido, participou de uma turnê de 3 meses com a premiada peça norte americana “The Clean House” e, de volta ao Brasil, foi dirigida por grandes nomes do teatro brasileiro, como Rodolfo Garcia Vasquez, Zé Henrique de Paula, Fábio Ock, Fernanda Maia e Antunes Filho.

 

Em 2021, Juliana iniciou o processo de produção do seu primeiro disco autoral solo, “Primeiro Ato: Tectônica”, com o produtor e premiado diretor musical Marco França. O projeto também inclui dois videoclipes e uma peça de teatro musical de auto ficção, todos roteirizados pela artista. Com estes lançamentos de altíssimo teor autoral, que misturam música, teatro e cinema, Juliana marca presença na cena cultural brasileira, revelando toda a sua multiplicidade artística.

 

Ficha técnica

 

Juliana Calderón Borges de Paula:  letra, melodia, vocais e arranjos

Marco Antonio França de Albuquerque: piano, sanfona e arranjos

Gabriel de Mattos Setubal: trompete

Laiz França: coro

Rafael Zoli: coro

Mixagem e Masterização: Eduardo Pinheiro

Gestão e estratégia: Rodolfo Lacerda

Produção executiva: Carolina Castellain

Assistente de Produção e Conteúdo: Anna Prêta

Fotógrafo: Cleber Correia

Maquiadora: Louise Helene

Assessoria de Imprensa: Build Up Media

 

Letra

 

Na pista gira uma mulher

Andaluz trans lúcida

Densa alma de memórias sulfúricas

Andaluz trans lúcida

Na pista gira uma mulher

Andaluz trans lúcida

Densa alma de memórias sulfúricas

Andaluz trans lúcida

Mulher gigante abrasiva fulgurante

Mulher continente leoa tectônica

Deslizando entre a água e o magma

Abarcando a calma e a fúria

Filha da mordida obscura

Tudo o que nela toca fecunda

Noite e dia rodopia

Num imenso salão de estrelas

Mil coroas na cabeça

E o corpo devastado

Por vontades de pedra…

Mas mesmo no cimento

Ela não cessa o movimento

Mesmo no cimento

Ela não cessa o movimento

 

Acompanhe Juliana Calderón:

 

Instagram: https://www.instagram.com/ju.calderon/

Youtube: https://youtube.com/jucaldera

TikTok: https://www.tiktok.com/@ju.calderon

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações:  BUILD UP MEDIA

#SIGA NO INSTAGRAM
Hoje, 15/10, é aniversário do cantor e compositor Chris de Burgh @cdebinsta que completa 78 anos

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Hoje, 15/10, é aniversário do cantor e compositor Pedro Luís @pedroluisoficial que completa 66 anos.

Integrante das bandas Pedro Luís e a Parede e Monobloco @monoblocooficial 

#pedroluis #monobloco #Boomerangmusic #happybirthday
Em 15/10/1987, há exatamente 39 anos atrás era lançado o 2° álbum de estúdio da banda Engenheiros do Hawaii "A Revolta dos Dândis".

Produzido por Reinaldo Barriga @barriga_reinaldo

O álbum marca a saída do integrante Marcelo Pitz e a entrada do guitarrista Augusto Licks.

Integrantes:

Humberto Gessinger: Voz, baixo (modelo Rickenbacker 4003), guitarra (em "Terra de Gigantes") e guitarra de doze cordas (modelo Fender) (em "Vozes").
Augusto Licks: Guitarras (modelos Roland G-505 e Gibson Les Paul), violão (marca Martin com cutaway), harmônica (modelo Hohner Marine Band 1896/20 afinada em Mi maior) (em "A Revolta dos Dândis I" e "A Revolta dos Dândis II") e órgão Hammond (em "Vozes").
Carlos Maltz: Bateria e voz (em "Filmes de Guerra, Canções de Amor").

Convidados

Júlio Reny: Voz (em "Guardas da Fronteira").
Reinaldo Barriga: Baixo (em "Terra de Gigantes").
Jaguar, Picolé e Tuca: percussão (em "Filmes de Guerra, Canções de Amor").

Tracklist:

Lado A 
"A Revolta dos Dândis I" 
"Terra de Gigantes" 
"Infinita Highway" 
"Refrão de Bolero" 
"Filmes de Guerra, Canções de Amor" 

Lado B 
"A Revolta dos Dândis II" 
"Além dos Outdoors" 
"Vozes" 
"Quem Tem Pressa Não Se Interessa" (Humberto Gessinger - Carlos Maltz) 
"Desde Aquele Dia" 
"Guardas da Fronteira" 

#engenheirosdohawaii #arevoltadosdândis #boomerangmusic
Em 15/10/2013, há exatamente 13 anos atrás era lançado o 10° álbum da banda Pearl Jam @pearljam "Lightning Bolt".

Pearl Jam

Jeff Ament – baixo · teclado (canção 7)
Matt Cameron – bateria · backing vocal (canção 4)
Stone Gossard – guitarra · bongô (canção 7)
Mike McCready – guitarra · guitarra com arco (canção 7) · baixo de seis cordas (canção 3)
Eddie Vedder – vocal · guitarra · ukulele (canção 10)

Tracklist:

Getaway
Mind Your Manners
Lightning Bolt
Future Days
My Father's Son
Sirens
Infallible
Pendulum
Swallowed Whole
Let The Records Play
Sleeping By Myself
Yellow Moon

#pearljam #lightningbolt #boomerangmusic
Hoje, 15/10, é aniversário da cantora e compositora Brenda K. Starr @officialbrendakstarr que completa 60 anos.

#brendakstarr #happybirthday #Boomerangmusic
Blondie @blondieofficial anuncia "High Noon", seu primeiro álbum de inéditas em nove anos.

Apresentando a última gravação de Clem Burke com a banda

O 12º álbum de estúdio da banda chega às lojas em 26 de fevereiro de 2027 pela BMG e marca a última gravação do falecido baterista e cofundador Clem Burke .

O primeiro single do álbum, “Spectral Eyes”, já está disponível. Composta por Johnny Marr, que também contribui com a guitarra, a faixa abre High Noon com a energia contagiante do Blondie clássico.

O novo projeto conta com a participação de Johnny Marr, Glen Matlock, Zach Condon (do Beirut), Jess Wolfe e Holly Laessig (do Lucius), entre outros.

High Noon sucede Pollinator, o álbum de 2017 do Blondie repleto de participações especiais, incluindo Charli XCX, Sia, Dev Hynes, Joan Jett, Marr e outros. Assim como seu antecessor, o novo disco mostra a banda dando continuidade à abordagem eclética que a define desde o início, transitando entre punk e rock, música eletrônica, pop e ritmos latinos.

Atualmente a banda tem a seguinte formação:

• Debbie Harry – Vocais
• Chris Stein – Guitarra (atuando principalmente em estúdio devido a problemas de saúde cardíacos)
• Matt Katz-Bohen – Teclados
• Tommy Kessler – Guitarra
• Andee Blacksugar – Guitarra (substituindo Chris Stein nos shows)
• Leigh Foxx / Glen Matlock – Baixo (com Glen Matlock, ex-Sex Pistols, assumindo turnês e gravações recentes)

Tracklist de ‘High Noon’:

1. Spectral Eyes
2. Heartbreak Kid
3. Come Back Home
4. Tambo Tambo
5. Man Who Had No Face
6. The End
7. Little Metal Drummer
8. Sleepwalking
9. Whistle Into The Wind
10. Antifreeze
11. East of Eden
12. Bad Underwear
13. Ah, Sunflower, Weary of Time

#blondie #newalbum #highnoon
Em outubro de 2022, há exatamente 4 anos atrás era lançado o 7° álbum de estúdio da banda After Bridge @afterbridgeoficial "Pawns & Kings".

Alter Bridge

Myles Kennedy – vocals, guitar, strings, keyboards, programming
Mark Tremonti – guitar, vocals, lead vocals on "Stay"[19]
Brian Marshall – bass
Scott "Flip" Phillips – drums

Tracklist

This Is War 
Dead Among the Living
Silver Tongue
Sin After Sin
Stay
Holiday
Fable of the Silent Son
Season of Promise
Last Man Standing
Pawns & Kings

#afterbridge #pawnsandkings #boomerangmusic
Em outubro de 1988, há exatamente 38 anos atrás era lançado o 3° álbum de estúdio da banda Capital Inicial @capitalinicial "Você Não Precisa Entender".

Produzido por Marcelo Sussekind

Capital Inicial

Fê Lemos: bateria e percussão
Flávio Lemos: baixo
Bozzo Barretti: teclados, percussão e vocais
Loro Jones: guitarra, Ebow, violão e vocais
Dinho Ouro Preto: voz

Músicos convidados

Paulo Marcio: trompete em "Á Portas Fechadas"
Jorge Continentino: saxofone alto e saxofone tenor
Chico Amaral: saxofone tenor, saxofone barítono e saxofone alto em "Ficção Científica"
Wagner Mayer: trombone
Marcelo Sussekind: guitarra reverse, guitarra solo em "Fogo" e vocais em "Blecaute" e "Pedra na Mão"
Marina Lima: vocais em "Rita" e "Limite"

Tracklist:

Lado 1

A Portas Fechadas
Blecaute
Movimento
Pedra Na Mão
Ficção Científica

Lado 2

Limite
Rita
Fogo
O céu

#capitalinicial #vocenaoprecisaentender #boomerangmusic