Novas canções e revelações de Rodrigo Suricato

O cantor, compositor e multi-instrumentista carioca lança o álbum “Na Mão as Flores”

 

Release por Hagamenon Brito – Julho de 2019

 

O tempo, o senhor do castelo onde mora o destino, tem suas razões. E elas vão nos moldando ao longo da estrada da vida. Artista de muitas facetas, Rodrigo Suricatocostuma dizer que nasceu músico e depois desejou ser compositor, numa busca que apenas a experiência poderia concretizar e aprimorar – ou não.

 

Felizmente, o tempo tem sido amigo do artista, como prova o seu terceiro e novo álbum, “Na Mão as Flores” (Universal Music), todo composto, arranjado, tocado, interpretado e produzido por Suricato. Marco Vasconcellos também assina a produção – um bonito cartão-postal folk pop de um autor maduro. A faixa-título do álbum de 11 canções já entrega uma sinceridade que permeia todo o trabalho, composto e produzido entre 2017 e 2018.

 

“O pior de mim está na mesma mão que trago flores pra você”, diz a letra confessional de quem reconhece seus defeitos na construção diária de uma relação amorosa, que passa pela aceitação das diferenças de cada um. Humano, demasiadamente humano.

 

Esse disco nasceu autobiográfico, mas também é sobre todos nós”. Tem uma leveza que disfarça sua profundidade, para os mais desavisados, pode algumas vezes soar simples demais. Ele possui uma positividade que tem muito a ver com a minha maneira de enxergar as coisas. É sobre utopia. Falo de desejos da nossa natureza humana”, diz Suricato sobre o álbum, que tem pontos fortes também nas faixas “Admirável Estranho”, “Astronauta”,  “Solidão” e “Horizonte”, uma ode à utopia.

 

Apaixonado pela sonoridade pop, Rodrigo Suricato rearranja suas influências do folk de modo mais moderno e contemporâneo. O blues e o conhecido virtuosismo do artista na guitarra são destaques na regravação do clássico “Como Nossos Pais”, do grande Belchior (1946-2017), única canção não autoral do álbum.

 

Eu acho que o contexto social atual me levou a revisitar ‘Como Nossos Pais’. Belchior era fã de blues assim como eu.  Percebi durante o processo de autoconhecimento que resultou no disco, que a gente repete inconscientemente alguns padrões de outras gerações. Reconhecê-los dentro de mim e aperfeiçoá-los foi a parte mais dolorida e linda desse processo”, diz Suricato, que ganhou projeção nacional no showbiz ao participar da primeira temporada do reality show SuperStar, da Rede Globo, em 2014. Acompanhado por mais de 12 músicos durante a trajetória do projeto,  lançou dois álbuns, sempre entre o folk e o rock, antes de absorver novas influências sonoras, incluindo um toque mais eletrônico, até finalmente se assumir como “banda de um homem só”, na qual toca simultaneamente diversos instrumentos, dos pés às mãos.  Atualmente, ele também é vocalista do Barão Vermelho.

 

Não gosto de ficar parado. Eu gosto muito do intercâmbio.  Acho que a música permite essa promiscuidade e ainda dormir bem com a cabeça no travesseiro (risos). Seria um desperdício tocar um repertório de, sei lá, 20 músicas a minha vida inteira com as mesmas pessoas. Sou um dos poucos no Brasil que entra em turnê com dois trabalhos distintos. Com a entrada no Barão Vermelho, eu consigo ter o que todo mundo deseja na vida: um lugar de silêncio e outro lugar mais coletivo, mais discutido”, conta Suricato, que gosta do som de artistas gringos como Ed Sheeran, John Mayer, James Blake e Justin Vernon, o líder da banda folk americana Bon Iver.

 

Músico admirado pelo ídolo argentino Fito Páez e por ilustres do pop brasileiro como Moska (“Tenho muita influência dele e é um grande amigo”, diz), Nando Reis, Lulu Santos, Ana Carolina e Liminha, Rodrigo é muito consciente das escolhas profissionais e musicais que fez (e faz) na vida. “Acho que esse novo trabalho é fruto de um processo de autoconhecimento, do meu relógio da vida, das coisas que já realizei”, afirma o cantor, ressaltando o tom meio autobiográfico das músicas. Ouça com atenção as canções desse coração (im)perfeito.

 

SOBRE SURICATO

 

Rodrigo Suricato, ou apenas Suricato, é cantor, poeta, multi-instrumentista, produtor e compositor carioca. Um dos artistas mais multifacetados da sua geração.

 

Já lançou três discos solo, entre eles “Sol-te” vencedor do Grammy Latino em 2015.

 

À frente do projeto que leva seu sobrenome, Suricato foi destaque em festivais como Rock in Rio e Lollapalooza; além de finalista do programa Superstar da Rede Globo, conduzindo o projeto a ser uma das principais referências brasileiras do folk/pop.

 

Em 2015, foi o representante da nova safra no celebrado projeto Viva Rock Brasil, destacando-se no palco ao lado de Nando Reis, Paula Toller, Paralamas do Sucesso, Liminha, Dado Villa-Lobos entre outros, tocando e cantando para plateias de até 200 mil pessoas.

 

Lulu Santos, um dos seus ilustres admiradores, gostou tanto da sua releitura para “Um certo alguém”, que fez dueto no single lançado por Suricato. O artista ainda adotou o arranjo de Rodrigo nos shows das turnês seguintes, convidando-o a participar de sua performance no Palco Mundo do Rock in Rio.

 

Apontado como um dos maiores guitarristas do país, já gravou com artistas como Ana Carolina, Moska, Zélia Duncan, Fito Páez, Tiago Iorc, além de fazer parte da banda da primeira edição do The Voice Brasil.

 

Sua habilidade no instrumento já lhe rendeu o prêmio de melhor guitarrista brasileiro pela Gibson USA e pela revista Guitar Player, no disputado Gibson Contest 2007.

 

Sem abrir mão de sua carreira solo, em 2017 é convidado para uma das mais icônicas bandas do país, Barão Vermelho, sucedendo Roberto Frejat nos vocais e guitarras, além somar forças como compositor na nova fase da banda que já teve Cazuza como vocalista.

Sua performance à frente do grupo é aclamada logo na estreia pela crítica especializada e pelo público.

 

Contratado pela Universal Music em 2019, Suricato se prepara para a turnê de seu novo disco, “Na Mão as Flores”, composto, tocado e produzido por ele.

 

O artista vem desenvolvendo um conceito de show inovador para o universo pop, onde aproxima sua poesia do universo eletrônico e ainda performa sozinho no palco até quatro instrumentos simultâneos, utilizando inclusive os pés para beats eletrônicos, enquanto canta e toca instrumentos de corda.

 

Ele não é one man band, ele é uma big band man!! Não é por malabarismo, mas ninguém como ele para ter seus sons e sentidos a serviço da canção. A sua canção. Pessoal e intransferível.” – Bruno Levinson

O tempo, o senhor do castelo onde mora o destino, tem suas razões. Felizmente, o tempo tem sido amigo do artista, como prova o seu terceiro e novo álbum, “Na Mão as Flores” – Hagamenon

 

 

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