Silvia Machete canta Tim Maia e composições inéditas no novo álbum “Rhonda”

Álbum reúne canções em inglês e chega seis anos depois do último projeto autoral da artista

 

 

Ouça o álbum:  link https://orcd.co/rhonda

 

Silvia Machete é uma artista fora de série. Cantora, compositora, atriz, corajosa, original, com uma inquietação constante e ativa em relação ao seu trabalho musical. E RHONDA é sua mais nova e inspirada persona, que chega seis anos depois do último lançamento autoral e no embalo de uma mudança de ares, do Rio de Janeiro para São Paulo, onde foi morar e gravou o novo álbum. Para quem esperou todo esse tempo pelo renascimento de Silvia Machete, RHONDA será lançado dia 3 de julho nas plataformas digitais, via Biscoito Fino.

 

E quando você ouve RHONDA, pode ter certeza de que é o resultado do trabalho conjunto de duas cabeças: Silvia Machete e o requisitado instrumentista, arranjador e produtor Alberto Continentino. A dupla assina a maioria das composições, além de duas parcerias dela com o músico de São Paulo Emerson Villani, uma com o norte-americano Nick Jones (escritor das séries Orange is the new black e Glow), uma música do compositor de Fortaleza Rafael Torres e o resgate de um Tim Maia do disco em inglês gravado em 1976, With no one else around.

 

Neste que é seu quarto álbum autoral, ela apresenta um som limpo, trabalhado, cheio de groove, inteligência, bom gosto e com climas sempre imprevisíveis. Gravado no estúdio Buena Família com a produção de Alberto Continentino e Lalo Brusco, participam os músicos Vitor Cabral (bateria), Chicão (teclado) e Guilherme Monteiro (guitarra), além do tecladista e amigo de Nova York Jason Lindner (um dos principais nomes por trás da sonoridade do aclamado Blackstar, disco de David Bowie de 2016) na faixa Great mistake. ‘RHONDA’ transita entre um soul rasgado e elétrico (Cactus), passa por um “sofistifunk” (One of the kids you know) e chega em um jazz-latin-rock dos mais incrementados (Messy eater).

 

Um repertório intimista e pessoal todo cantado em inglês. Normal, para quem morou anos fora do Brasil e domina o idioma fluentemente.  Mas o que há em comum entre Silvia Machete e RHONDA? “Há a Silvia Gabriela, que na verdade sou eu mesma, a minha essência”, define. “Quase ninguém sabe meu nome, é pouco falado, é meio brejeiro, né? Mas eu também posso, e adoro, ser brejeira! Eu também sou Machado, mas no circo fui batizada como Machete, que é mais internacional”.

 

Silvia passou por Londres, Paris (estudou na Sorbonne), Nova York, Melbourne (onde atuou com a célebre trupe australiana Circus Oz), cantando e atuando nas ruas, cativando admiradores com a graça de sua performance. Uma excelente escola de consciência e humildade profissional. O resto é só perguntar a qualquer um que a tenha visto nos mais de 30 países por onde passou, se apresentando em teatros e festivais de artes.

 

Desde que adquiriu fisionomia própria, Silvia Machete tem modificado sua roupagem externa e, através dessas modificações, tem se adaptado continuamente aos tempos sempre novos. E muitos outros êxitos vêm no caminho, entre temporadas na Broadway, músicas em novelas, premio da APCA como Melhor Show do Ano, parcerias com Eduardo Dussek, Simone Mazzer e Erasmo Carlos, além de CDs (Bomb of love – Música safada para corações românticos, 2006; Extravaganza, 2012; e Souvenir, 2014) e DVDs (Extravaganza, 2012; e Dussek veste Machete, 2016).

 

Antes, a intenção era entreter todo o mundo com sua música e presença contagiante, incluindo um indefectível malabarismo com dezenas de bambolês, em um leque de referências de Carmen Miranda a Lady Gaga. Agora, a voz clara e a firmeza nas molduras exatas, mais para uma Sade ou Carole King, se somam à sua básica e irresistível vocação. É preciso muita estrada, muita vida, muito som, muito sangue para se chegar a um disco como ‘RHONDA’. Exato. Depurado. Claro. Firme. A voz está no ponto preciso entre o controle e a emoção. E os olhos brilham quando fala no assunto das letras: “O amor!”.

 

Em músicas como I love missing you, Forget to forget ou Carrousel, em que confessa “eu amo o cheiro de cigarros misturados ao perfume da colônia que você usa”, ela dá vazão às emoções mais comuns, imediatas e cotidianas das pessoas, e o faz de forma tão particular e despretensiosa que logo prova uma inegável universalidade. É o cinema-verdade de sua poesia se desenrolando. Esse clima de emoção à flor da pele faz de RHONDA um vibrante novo ponto de partida para a carreira de uma artista que ainda tem muito futuro. E RHONDA vai prosseguir, muito serena, pelas galáxias que ela tem dentro da cabeça.

 

Ordem das músicas/autores:
LIPS (Silvia Machete / Alberto Continentino)
SOON (Alberto Continentino / Thomas)
FORGET TO FORGET (Silvia Machete/ Alberto Continentino)
I LOVE MISSING YOU (Silvia Machete/ Alberto Continentino)
MESSY EATER (Silvia Machete/ Alberto Continentino/ Nick Jones)
WITH NO ONE ELSE AROUND (Tim Maia)
CARROUSEL. (Silvia Machete/ Alberto Continentino)
ONE OF THE KIDS YOU KNOW (Silvia Machete/ Alberto Continentino)
GREAT MISTAKE (Silvia Machete/ Emerson Villani)
CACTUS (Silvia Machete / Emerson Villani)
SO MANY NIGHTS (Rafael Torres)

 

Assessoria Silvia Machete: Titita Dornelas – News Assessoria & Comunicação

 

Assessoria Biscoito Fino: Coringa Comunicação