Tuca Mei lança EP “Olhos Atentos” e lança seu novo clipe

Anote esse nome: Tuca Mei. Se não ouviu ainda, ainda vai ouvir. Muito. Aos 23 anos, essa carioca é um retrato fiel da nova geração da música: canta, compõe, produz e é instrumentista. O que não surpreende quem a conhece desde criança. Afinal, foi por influência de sua irmã mais velha que demonstrou facilidade para questões artísticas. “Ela tocava piano, dançava, desenhava, e eu acabei indo na onda”, recorda. “Passei a dançar jazz e sapateado, a pintar e desenhar…”. Aos poucos, a irmã foi despertando outros interesses, enquanto Tuca – cada vez mais – ampliava seus horizontes dentro desse universo.

 

A música apareceu em sua vida através do piano clássico, que aprendeu com uma professora particular. Depois, ao frequentar as aulas de improvisação no Centro Musical Antônio Adolfo, decidiu tocar violão. Por conta própria. E uma coisa foi puxando a outra. “Foi o violão que me trouxe a necessidade de cantar”, conta Tuca. “E, a partir daí, percebi que tinha dom para compor. Fui construindo o meu desenvolvimento”.

 

As primeiras composições surgiram quando ela tinha 14 anos. Mas só em 2018, ao esbarrar com um amigo saxofonista, da época do Antônio Adolfo, que ela começou a pensar na música mais “seriamente”. Foi esse amigo que a apresentou a um grupo de produtores que comanda um estúdio independente, o Camelo Azul. Era a deixa para Tuca pinçar algumas canções da gaveta e fazer o seu primeiro EP, “Olhos Atentos”. “Pensei: ‘Quero investir nessa carreira’. Fui fazendo sem nenhuma cobrança e tudo aconteceu”. Em setembro do ano passado, sua voz começou a ganhar o mundo, através das músicas “Distantes”, “Rosto na Avenida”, “O Que Será”, “Farol” e “Olha pra Mim”. Apenas uma pequena amostra, é bom frisar, do que ela é capaz.

 

“Coração devoto a ti / Lembranças sem fim / Sem você, nada sou”, confessa em “Distantes”. A letra é daquelas que provocam uma identificação imediata. “(…) Me ensina a viver / E a entender / O esperar pra te ver / E não importa / Onde vou / Contigo sempre estou”.

 

Já na climática “Rosto na Avenida”, Tuca avisa: “Não quero ver seu rosto na Avenida / Viver na sua sombra de saída / Porque quando acontece algo errado / Eu lembro do passado”. Pois é, o recado está dado. Na faixa “O Que Será”, determina: “O que será não é concreto / Vamos viver o que é certo / E o agora o que é certo é você”. Em “Farol”, com o delicado toque do piano marcando a introdução, faz o convite: “Deita aqui / Dorme em mim / Dou minha luz / Cuido de ti”. E em “Olha pra Mim”, sentencia: “Será que o tempo mostrou nossa dor / Melhor sorrir que chorar no amor / Vou esperar um final feliz”.

 

A turma do Camelo Azul já disse que ela compõe “como que pintando um quadro”. E essa é mesmo uma boa definição. “Sou uma pessoa que usa muito a sensibilidade para compor, não é nada racional. Me conecto com a música de forma espiritual. E espero que as minhas letras tragam sentimentos bons, que se encaixem com algo que as pessoas estejam vivenciando”, reflete, acrescentando que uma das grandes surpresas que teve recentemente foi encontrar um de seus singles figurando em um site internacional. “É muito louco pensar que meu trabalho foi parar tão longe. Que uma pessoa em outra parte do mundo teve acesso a ele”.

 

Desde pequena, Tuca sempre ouviu de tudo: música nordestina, mineira, carioca, ou seja, de cada parte do Brasil. “As pessoas que estavam a minha volta curtiam coisas diferentes. Minha avó cantava coisas folclóricas para me ninar. Na minha casa rolava de reggae a ópera, de musicais ao jazz. Meu ouvido acabou treinado para gostar de qualquer tipo de música”, relembra. “É complicado citar nomes, pois admiro muita gente, mas Marisa Monte, Lady Gaga e Lana Del Rey são inspiradoras e bons exemplos de condução de carreira”. Quando começou a estudar piano, gêneros como jazz e bossa nova ajudaram a moldar sua persona artística. Mas os ouvidos continuaram atentos. “Fui lapidando uma linguagem própria, mas meu som é muito eclético em termos de ritmos”.

 

Parafraseando o clássico sertanejo (“o sertão também está presente na minha formação”), nessa longa estrada da vida que se inicia, Tuca pretende estar sempre atenta para não perder sua essência. “A era digital torna tudo mais acessível, aproximando muito o artista do ouvinte. Espero que as coisas que eu sinto e que coloco no meu som caibam para quem as ouve também. Sou uma pessoa que transforma as situações negativas em algo positivo, os desafios em conquistas… Como uma alquimia”, resume. Se não ouviu ainda, ouça já.

 

O clipe da música “Oi (Corazçãozin)” é o seu novo lançamento:  https://youtu.be/O0EaI3FCNdQ

 

Ouça e baixe nas principais plataformas:

 

Spotify: https://open.spotify.com/artist/45lcIPsnyakePHu3Bb6jdu?si=p_4hgldYTIaOGlxpYhdLxw

Tidal: https://tidal.com/album/94711468

Napster: https://app.napster.com/artist/tuca-mei/album/olhos-atentos

Deezer: https://www.deezer.com/album/72174992?utm_source=deezer&utm_content=album-72174992&utm_term=1709662006_1549053103&utm_medium=web

Aple Music: https://itunes.apple.com/br/album/rosto-na-avenida/1430384402?i=1430384455&l=en

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC8-Bk_zHkgJWPGBwI5LSAlw

 

Mais informações sobre a artista em:
Artista Independente

 

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Assessoria de Imprensa: Luciana Bastos