Ricardo Vignini e O Gajo levam repertório do álbum Terra Livre e muito mais para o palco do Red Star em São Paulo

Na próxima quinta-feira, 7 de dezembro, ao vivo, estas duas violas exploradoras e fortes representantes da cultura tradicional nos seus países, nas mãos de O Gajo e do Ricardo Vignini, levam para o palco do Red Star Studios no bairro de Pinheiros em São Paulo toda a sua bagagem cultural, a sua sonoridade característica e um repertório único reflexo da empatia musical que se tornou uma parceria inovadora.

 

“Terra Livre”, é o território exploratório de Ricardo e João, onde expandem os seus horizontes criativos sem fórmulas ou regras pré-definidas. Uma fusão de dois diferentes países e, ao mesmo tempo, com povos tão parecidos. Uma união singular faz de “Terra Livre” um grito pela Liberdade num mundo cheio de intolerâncias.

 

O resultado é um disco com nove faixas inéditas, abrindo com “Terra Livre”, seguida por “Corrosão”, uma alusão a banda Corrosion of Conformity que marcou bastante a adolescência do Vignini, que ao ver um post do O Gajo contando que ele tinha ido a uma apresentação deles, fez alguns riff’s, intitulando-os de Corrosão mandou para ele, e para sua surpresa, o nome da primeira banda do Gajo, era Corrosão Caótica.

 

O disco segue com “Albatroz”, o nome da maior ave marinha que consegue viajar grandes distâncias atravessando continentes e oceanos. É essa travessia que liga a viola campaniça do O Gajo e a viola caipira de Ricardo Vignini; “Seiva”; “Bandido”, é uma música que serve de trilha sonora para o dia-a-dia de quem não se sente totalmente em sintonia com a sociedade em geral. Para O Gajo Essa é uma experiência na primeira pessoa, não representa o crime nem os criminosos, mas uma comunidade que sobrevive à margem de alguns conceitos e convenções. Para ele, “Seremos sempre marginalizados em certa medida, mas isso só fortalece as convicções que transportamos e para um olhar mais convencional, seremos sempre os “Bandidos”; “Serpente”, “Magma’; “Rojão” que remete aos festejos juninos do nordeste do Brasil e finalizando “Maria da Manta”, uma entidade malévola e assustadora do sono, um ser lendário do folclore português.

 

Um digno retrato de como enfim a musicalidade luso-brasileira existe e se exibe inovador.

 

Terra Livre de Ricardo Vignini e O Gajo

 

Red Star Studios

 

Rua Teodoro Sampaio, 512 – Pinheiros (400 metros da Estação Metrô Clínicas)

Tel. 11 2364-8533

Capacidade: 90 pessoas

Quinta-feira, 07 de dezembro, às 20h

Ingressos 40,00 (inteira) e 20,00 (meia)

Vendas online: Sympla ( https://www.sympla.com.br/evento/show-terra-livre-de-ricardo-vignini-e-o-gajo/2222026 )

Classificação indicativa: 12 anos

Duração: 80 minutos

Local com acessibilidade

Estacionamento conveniado: Rua Teodoro Sampaio, 498

Preço: R$ 20,00

 

Lançamento Portugal / Álbum “Terra Livre”

 

Artistas: Ricardo Vignini e O Gajo

 

Data: 2 de fevereiro de 2024 no Centro Cultural de Belém em Lisboa

O álbum será lançado digitalmente e em formato Vinil pela Lusitanian Music Publishing e distribuído digitalmente pela Level Up Music. O lançamento e distribuição do formato CD ficará a cargo da Rastilho Records.

 

Ricardo Vignini

 

Ricardo Vignini é um violeiro diferenciado. Da raiz à antena o cara vai em todas. De Tião Carreiro a Jimi Hendrix nada escapa a esse endiabrado operário das dez cordas. Sempre em busca da originalidade através de variadas abordagens e performances, Vignini leva a viola brasileira para passear pelo mundo, testando os limites e possibilidades do instrumento de um jeito que vai além do usual. É um violeiro que não se encontra muito facilmente por aí, mesmo numa cena como a atual, cheia de bons especialistas.

 

Proativo e inquieto, seus trabalhos são inúmeros e sempre originais. Entre várias empreitadas musicais de variadas matizes, Vignini manteve um duo acústico “de raiz” com o grande e saudoso mestre violeiro Índio Cachoeira, a quem produziu e com quem tocou pelo mundo afora, além de ministrar, por muitos anos, um curso de viola muito prestigiado, em SP. Também mantém com o violeiro mineiro Zé Helder, outro duo bastante original, o “Moda de Rock”, que traduz para viola o repertório de grandes ícones do rock como Hendrix, Led Zeppellin, Stones, Black Sabbath, Iron Maiden, Pink Floyd, Ramones, AC DC, e com quem já dividiu o palco com grandes guitar heroes brasileiros como Pepeu Gomes e Robertinho do Recife, entre outros. (Sem esquecer de vez em quando, mandar um pout-pourri de Tião Carreiro, “pro pessoal saber que, antes de tocar aquilo tem que saber tocar isso”).

 

Como se não fosse pouco, Vignini ainda coloca, há muitos anos, suas dez cordas canhotas a serviço do “Matuto Moderno”, banda que veste vários gêneros “matutos” como a catira e a folia de reis, com arranjos de alto impacto, chegados ao pop, inclusive com o uso da viola eletrificada e outros babados. Aliás, é com a viola elétrica, ou “viola-guitarra” (nome que, para muitos do meio, já seria, por si só, um sacrilégio), que Vignini performa, no formato “power trio”, o ótimo “Sessões Elétricas Para Um Novo Tempo”, um dos três CDs que ele produziu na pandemia, até agora. Os outros foram “Cubo” e “Reviola”, onde eu tenho a alegria de ter uma parceria com ele, a música “Moedão”, que não é a primeira porque, além disso tudo, Ricardo Vignini ainda compôs a música original e dividiu comigo a direção musical do curta-metragem “Toca Pra Diabo”, de 2013, escrito por mim e dirigido por João Velho. No meio disso tudo ainda grava com bastante gente, incluindo Lenine. E a coisa não para por aí, a discografia completa do sujeito ainda conta com vários trabalhos, seja com o Moda, o Matuto ou solos, como “Na Zoada do Arame”, “Rebento” e “Viola de Lata”. Para concluir vale dizer que, apesar de ser um estilista dedicado a evoluir um único instrumento, Ricardo Vignini é, na verdade, um artista múltiplo porque nas suas mãos a viola tem sete vidas. E vale por sete instrumentos.

Juca Filho, Set21

 

É proprietário do selo Folguedo, dedicado exclusivamente à música de viola.

https://ricardovignini.com.br/

 

O Gajo

 

Nasceu em Lisboa na primavera de 2016 pelas mãos de João Morais com o intuito de ligar a sua música à terra que o viu nascer, Portugal. É assim que surge a relação com a Viola Campaniça, um instrumento de raiz tradicional que faz parte da história centenária e cultural portuguesa.

 

É na região rural do Alentejo que João Morais conhece a Viola Campaniça mas a que traz para a cidade de Lisboa ganha novas tonalidades. Afasta-se da linguagem mais tradicional explorando caminhos mais contemporâneos, mantendo intacta a sua Portugalidade.

 

Em 2017 chega a gravação do primeiro disco “Longe do Chão”, em 2019 é a vez das “4 Estações do GAJO”, um disco quadripartido em 4 EP’s dedicados a 4 estações de comboio de Lisboa, em 2021 chega “Subterrâneos” em formato trio com a colaboração de 2 conceituados músicos da cena Jazz Portuguesa (Carlos Barretto no contrabaixo e José Salgueiro (percussão)

https://ogajo.net/

 

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Com informações: Assessoria de Imprensa do Ricardo Vignini – Graciela Binaghi

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30 anos sem Renato Russo

Falecido em 11/10/1996, um dos maiores artistas de uma geração ainda brilha com canções atualizidassimas e marcantes.

Viva Renato! 

#renatorusso #boomerangmusic
Hoje, 11/10, é aniversário do cantor,  compositor, produtor e multiinstrumentista Daryl Hall @realdarylhall que completa 80 anos.

Integrante do fantástico duo @hallandoatesofficial 

#darylhall #happybirthday #Boomerangmusic
Em 11/10/1985, há exatamente 41 anos atrás era lançado o álbum de estreia da banda Simply Red @simplyredofficial "Picture Book".

Integrantes

Mick Hucknall - vocal
Fritz McIntyre - teclado e vocal
Chris Joyce - bateria
Tony Bowers - baixo
Sylvan - guitarra
Tim Kellett - trompete

Músicos convidados

Ian Dickson - sax em Jericho, Sad Old Red e Heaven
Ronnie Ross - sax em Jericho, Sad Old Red e Heaven
Francis Foster - congas em Come To My Aid e Look At You Now
David Fryman - guitarra e vocal em Open Up The Red Box

Tracklist:

Lado A
A1 Come To My Aid 4:04
A2 Sad Old Red 4:32
A3 Look At You Now 3:02
A4 Heaven 4:33
A5 Jericho 6:04

Lado B
B1 Money's Too Tight (To Mention) 4:14
B2 Holding Back The Years 4:28
B3 Red Box 3:55
B4 No Direction 3:40
B5 Picture Book 5:48

#simplyred #boomerangmusic #picturebook
Em 11/10/1985, há exatamente 41 anos atrás era lançado o 10° álbum de estúdio da banda Rush “Power Windows”

Integrantes:

Geddy Lee (vocals, bass, keys)
Alex Lifeson (guitars)
Neil Peart (drums)
Additional musicians: Andy Richards (keys) Anne Dudley (strings)

Track list:

	1.	The Big Money
	2.	Grand Designs
	3.	Manhattan Project
	4.	Marathon
	5.	Territories
	6.	Middletown Dreams
	7.	Emotion Detector
	8.	Mystic Rhythms

#rush #rushband #powerwindows #geddylee #alexlifeson neilpeart
Hoje, 11/10, é a aniversário do cantor e compositor Tom Zé @tomzeoficial que completa 90 anos.

Foto 📷 @natrilha.van 

#tomze #happybirthday #boomerangmusic
Hoje, 11/10, é aniversário do cantor e compositor Lobão @lobaow que completa 69 anos.

Foto 📷 @natrilha.van

#Lobão #happybirthday #boomerangmusic
Nossa singela homenagem a banda IRA! pelo seu aniversário de 45 anos de existência.

Das boas lembranças, recordo que havia um ponto de encontro de shows, que era praticamente a casa do IRA! que foi o Centro Cultural São Paulo @ccsp qual participamos de vários shows inesquecíveis e memoráveis. Eram tardes de fins de semana presenciando enormes filas pra ver a banda, alguns até com sessões duplas. Mas que valeram muito a pena. Uma época, podemos se dizer de ouro que a recompensa vinha no aguardado bis com Pobre Paulista fechando a noite. 

O IRA! é grandioso pela sua história.

Integrantes da discografia:

Nasi @oficialnasi
Edgard Scandurra @edgardscan
André Jung @andrejung61
Ricardo Gaspa @ricardogaspa
Johnny Boy @cjohnnyboy
Evaristo Pádua @varadrum
Daniel Scandurra 

Charles Gavin @charles_gavin 
Fábio Scattone
Victor Leite
Adilson Fajardo
Dino Nascimento

#ira #45anos #boomerangmusic