Zé Guilherme lança EP que traz música de Chico César e inédita de Zeca Baleiro

Música autoral e duas inéditas de Cezinha Oliveira estão no repertório.

 

No dia 14 de julho de 2023, o cantor e compositor Zé Guilherme lança seu segundo EP, intitulado Marca. O novo trabalho tem sotaque pop e dá continuidade a uma discografia que soma quatro discos, dois EPs e sete singles no mercado fonográfico.

 

Marca é formado por cinco faixas, sendo duas delas produzidas e arranjadas, há 23 anos, por Swami Jr. para seu primeiro CD (Recipiente). Elas não entraram no repertório, sendo mixadas e masterizadas recentemente para o EP. Trata-se de “Clandestino”, de Chico César, e “Never is Forever”, inédita de Zeca Baleiro. “Estas composições integravam o show Clandestino que eu apresentava em São Paulo, em 1998. É muito representativo para mim lançá-las no ano em que completo 25 anos de carreira”, comenta Zé Guilherme.

 

Inéditas, as demais faixas de Marca têm arranjo e produção de Cezinha Oliveira, que também é autor de duas delas: “Vã” e de “Espelho Meu”. Esta última já foi interpretada em shows por Zé Guilherme e Cezinha: simboliza o início da parceria entre os artistas. Já a canção-título “Marca” é uma composição do próprio Zé Guilherme. “No conjunto, são músicas que marcam o contexto do meu trabalho, em momentos diferentes de minha trajetória”, comenta.

 

Lançamento / EP: Marca

 

Artista: Zé Guilherme

Data: 14 de julho de 2023

Em todas as plataformas de música. Distribuição: Tratore.

 

Pre-save: http://tratore.ffm.to/marcaepze.

 

Site – www.zeguilherme.com.br | YouTube: @zeguilhermeoficial

IG: @zeguilhermeoficial | FB: @oficialzeguilherme | Twitter: @zeguilhermeofic

 

Ficha técnica | EP MARCA (2023)

 

Intérprete: Zé Guilherme. Gravação (2000) Clandestino e Never is Forever: Estúdio Zabumba – André Magalhães, Marco Nogueira e José Henrique Mano Penna. Gravação (2023) , Marca e Espelho Meu: Estúdio Dançapé. Mixagens (2023): Cezinha Oliveira. Masterização: Mario Gil – Estúdio Dançapé. Arte/capa: Fernando Velázquez. Fotos – capa/divulgação: Iago Alencar. Edição de fotos: Rafael Bueno. Ano: 2023. Distribuição: Tratore.

 

1 – CLANDESTINOComposição: Chico César. Intérprete: Zé Guilherme. Arranjo e produção musical: Swami Jr.. Músicos: Ari Colares (percussão, Giuliano Pereira (sax alto), Guilherme Kastrup (bateria e percussão), Marcelo Mainieri (baixo) e Webster Santos (violão de aço).

 

2 – Composição: Cezinha Oliveira. Arranjo e produção musical: Cezinha Oliveira. Músicos: Cezinha Oliveira (violão de nylon), Estevan Sinkovitz (violão de aço), André Rass (percussão), Fernando Goldenberg (gaita) e Pedro Macedo (baixo acústico).

 

3 – MARCAComposição: Zé Guilherme. Arranjo e produção musical: Cezinha Oliveira. Músicos: Cezinha Oliveira (violão de nylon), Estevan Sinkovitz (violão de aço), André Rass (percussão), Renato Pereira (violino) e Pedro Macedo (baixo acústico).

 

4 – ESPELHO MEUComposição: Cezinha Oliveira. Arranjo e produção musical: Cezinha Oliveira. Músicos: Cezinha Oliveira (violão de nylon), Estevan Sinkovitz (violão de aço), André Rass (percussão), Fernando Goldenberg (gaita) e Pedro Macedo (baixo acústico).

 

5 – NEVER IS FOREVERComposição: Zeca Baleiro. Arranjo e produção musical: Swami Jr.. Músicos: Ari Colares (percussão, Giuliano Pereira (sax alto), Guilherme Kastrup (bateria e percussão), Marcelo Mainieri (baixo), Webster Santos (violão), Claudio Faria (trompete) e Matias Capovilla (trombone).

 

Zé Guilherme

 

Cearense de Juazeiro do Norte, Zé Guilherme lançou o primeiro CD, Recipiente (Lua Discos), em 2000, com produção musical e arranjos de Swami Jr., apresentado no Teatro Crowne Plaza, Sesc’s Ipiranga, Vila Mariana e Pompeia (Prata da Casa), Centro Cultural São Paulo e outros. Em 2002, sua interpretação para Mosquito Elétrico, de Carlos Careqa, foi incluída na coletânea Brazil Lounge: New Electro-ambient Rhythms from Brazil, lançada pela gravadora portuguesa Música Alternativa. Em 2003, ele participou do disco homônimo do mineiro Cezinha Oliveira (faixa “Seca”).

 

No ano seguinte, estreou o show Canto Geral, com canções de Recipiente e músicas inéditas de compositores contemporâneos. Lançou, em 2006, o segundo CD, Tempo ao Tempo, com produção e arranjos de Serginho R., direção artística do próprio Zé Guilherme, que assina também a coprodução junto com Marcelo Quintanilha. Em 2007, cantou no CD ao vivo Com os Dentes – Poesias Musicadas, de Reynaldo Bessa. Em 2015, lançou o seu disco Abre a Janela – Zé Guilherme Canta Orlando Silva, releitura da obra do cantor Orlando Silva, em comemoração ao centenário de nascimento do Cantor das Multidões.

 

O CD Alumia veio em 2018, mostrando também seu lado autoral, no qual assina a maioria das canções. A faixa “Alumia” foi lançada em formatos singles: o primeiro, antes do CD, e o segundo, um remix com produção de Waldo Squash. Em 2021, lançou as faixas autorais Meu Querer e Ao Vento (com letra de Edson Penha) que, junto a outras canções próprias, foram compilados em , seu primeiro EP, que chegou às plataformas em novembro do mesmo ano.

 

Em 2023, antes de lançar o EP Marca, duas faixas entraram nas plataformas na voz do artista: Clandestino (Chico César) e (Cezinha Oliveira).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações: VERBENA Comunicação

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